Já que amanhã é feriado em Jaraguá do Sul, resolvi ressucitar duas postagens muito antigas.
A primeira é uma campanha anti-tédio. Um dos mais divertidos vídeos que já vi. Ria você também:
O riso da mulher é impagável.
A segunda é uma reflexão da Gabriela, lá pelos idos de 2010 (nem faz tanto tempo assim...).
Segundo dona Gabriela, as duas maiores invenções do homem foram a calça jeans e deus. De acordo com ela, insuperáveis, as duas criações que mais conquistaram fãs na história.
Bacafá
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terça-feira, 24 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Raio que o parta! - Do mundo dela para o meu mundo.
Dica da Carla.
A 3ª vara Cível de Barueri (SP) determinou uma antecipação de tutela para que a rede de lojas Zara retire de suas vitrines a imagem de um raio que faz alusão a marca Zoomp, sob pena de pagar multa de R$ 5 mil por cada dia e loja que descumprir a decisão.
De acordo com a decisão, “como o uso ocorre no mesmo segmento (vestuário), é admissível a alegação de que a marca presente na identificação das lojas da ré [Zara] pode causar confusão ao consumidor e, por conseguinte, dano de difícil reparação à proprietária da marca, que sofrerá redução de faturamento, em momento de dificuldade, decorrente da recuperação judicial em andamento. Assim, tenho que é verossímil a alegação de que a ré possa estar se valendo de prestígio alheio para auferir lucro indevido.”
De acordo com o processo, a Zoomp pediu a retirada das imagens porque elas poderiam confundir o consumidor, que poderia deduzir que a Zara vende produtos da Zoomp, em recuperação judicial desde 2009.
A Zoomp afirma que apesar de os raios utilizados nas vitrines das lojas Zara não serem amarelos, como o símbolo da Zoomp, ainda haveria concorrência desleal. Segundo Zoomp, a grife de jeans registrou tanto a imagem colorida quanto a em preto e branco no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A assessoria de imprensa da Zara informou que a empresa não teve a intenção de copiar a Zoomp e a decisão judicial será integralmente cumprida. No mesmo processo, a Zoomp ainda pede indenização por uso indevido da marca, mas não estabeleceu o valor.
Fonte: Portal Conjur. Para ler o despacho referido, clique aqui.
Abaixo uma foto da vitrine da Zara com o tal raio (fonte: site UOL).
A 3ª vara Cível de Barueri (SP) determinou uma antecipação de tutela para que a rede de lojas Zara retire de suas vitrines a imagem de um raio que faz alusão a marca Zoomp, sob pena de pagar multa de R$ 5 mil por cada dia e loja que descumprir a decisão.
De acordo com a decisão, “como o uso ocorre no mesmo segmento (vestuário), é admissível a alegação de que a marca presente na identificação das lojas da ré [Zara] pode causar confusão ao consumidor e, por conseguinte, dano de difícil reparação à proprietária da marca, que sofrerá redução de faturamento, em momento de dificuldade, decorrente da recuperação judicial em andamento. Assim, tenho que é verossímil a alegação de que a ré possa estar se valendo de prestígio alheio para auferir lucro indevido.”
De acordo com o processo, a Zoomp pediu a retirada das imagens porque elas poderiam confundir o consumidor, que poderia deduzir que a Zara vende produtos da Zoomp, em recuperação judicial desde 2009.
A Zoomp afirma que apesar de os raios utilizados nas vitrines das lojas Zara não serem amarelos, como o símbolo da Zoomp, ainda haveria concorrência desleal. Segundo Zoomp, a grife de jeans registrou tanto a imagem colorida quanto a em preto e branco no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A assessoria de imprensa da Zara informou que a empresa não teve a intenção de copiar a Zoomp e a decisão judicial será integralmente cumprida. No mesmo processo, a Zoomp ainda pede indenização por uso indevido da marca, mas não estabeleceu o valor.
Fonte: Portal Conjur. Para ler o despacho referido, clique aqui.
Abaixo uma foto da vitrine da Zara com o tal raio (fonte: site UOL).
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Do mundo dela para o meu mundo.
Matéria remetida pela minha namorada Carla.
Desta vez o assunto é beleza (do mundo dela) e prejuízo/indenização (do meu).
Do site Julia Petits:
"Já aconteceu com você o azar de sentar na cadeira de um salão e ter como resultado final um look que dá vontade de enfiar a cabeça num buraco como um avestruz? Pois aconteceu com a inglesa Charlotte Jones, que depois de terminar com o namorado correu pro salão para uma mudança radical! Ela pagou £ 60 para transformar os cabelos castanhos em loiros e no fim teve queimaduras no couro cabeludo, além de uma grande destruição nos fios dos cabelos. Apesar do cabeleireiro dizer que as 11 horas valeram a pena e que ela estava linda, Charlotte usou chapéu por três meses. Isso aconteceu em 2009 e só agora saiu o resultado de sua audiência… sim, ela denunciou o estrago! O final da história é que Charlotte, que teve que raspar a cabeça, foi indenizada e recebeu £ 5.250."
Desta vez o assunto é beleza (do mundo dela) e prejuízo/indenização (do meu).
Do site Julia Petits:
"Já aconteceu com você o azar de sentar na cadeira de um salão e ter como resultado final um look que dá vontade de enfiar a cabeça num buraco como um avestruz? Pois aconteceu com a inglesa Charlotte Jones, que depois de terminar com o namorado correu pro salão para uma mudança radical! Ela pagou £ 60 para transformar os cabelos castanhos em loiros e no fim teve queimaduras no couro cabeludo, além de uma grande destruição nos fios dos cabelos. Apesar do cabeleireiro dizer que as 11 horas valeram a pena e que ela estava linda, Charlotte usou chapéu por três meses. Isso aconteceu em 2009 e só agora saiu o resultado de sua audiência… sim, ela denunciou o estrago! O final da história é que Charlotte, que teve que raspar a cabeça, foi indenizada e recebeu £ 5.250."
Fonte das fotos: site Julia Petits
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Adulteração infantil.
Do mundo da minha namorada para o meu mundo, parte II. Ela me mandou a imagem abaixo, do mundo da moda, a qual reflete um infeliz crescimento de mais uma forma daquilo que eu chamo de "adulteração infantil". A mídia e, principalmente, a publicidade transformam crianças e adolescentes em adultos, maturando antes da hora corpo e mente da molecada, em especial das meninas, com suas roupas e cosméticos. Vejam o absurdo da foto:
A garota aí em cima tem 10 anos e se chama Thylane Loubry. Profissão: modelo profissional. Já posou para inúmeras publicações mundialmente famosas de moda. Nada contra crianças que são modelos. É uma necessidade do mercado. O que acho absurdo é essa "adulteração" das crianças.
Já falei da "adulteração infantil" aqui e sobre a influência da publicidade sobre as crianças aqui, aqui, aqui e aqui.
A garota aí em cima tem 10 anos e se chama Thylane Loubry. Profissão: modelo profissional. Já posou para inúmeras publicações mundialmente famosas de moda. Nada contra crianças que são modelos. É uma necessidade do mercado. O que acho absurdo é essa "adulteração" das crianças.
Já falei da "adulteração infantil" aqui e sobre a influência da publicidade sobre as crianças aqui, aqui, aqui e aqui.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Do mundo dela para o meu mundo.
Mas também poderia ser "A moda e o Direito". Notícias que a Carla mandou, vindas do mundo da moda e que repercutiram nos tribunais.
Moda e direito marcário:
Moda e direito consumerista:
O uso excessivo de Photoshop parece estar mesmo em voga: a ASA, agência responsável pela regulamentação da publicidade no Reino Unido, baniu em toda a sua região as campanhas das bases “The Eraser”, da Maybelline, e “Teint Miracle”, da Lancôme, alegando uso excessivo de manipulação digital no rosto de Christy Turlington e Julia Roberts, garotas-propaganda dos produtos. Embora a L’Oreal (que comanda as duas marcas) tenha admitido que as imagens das duas campanhas foram retocadas digitalmente, a ASA, dura na queda, não voltou atrás em sua decisão, alegando que a gigante dos cosméticos não deu informações suficientes sobre o processo. A Maybelline e a Lancôme, por sua vez, responderam publicamente à decisão da ASA, afirmando que as duas bases tem efeitos cientificamente comprovados, e que as imagens publicitárias apenas ilustram o efeito que pode ser alcançado com o uso dos produtos. Quem denunciou as duas campanhas foi a parlamentar escocesa Jo Swinson: “Excesso de airbrush e manipulação digital viraram regra. Essa proibição manda uma mensagem poderosa à todas as marcas. Vamos voltar à realidade”, comentou a política em seu site.
O juiz deu o seu veredicto final sobre o pedido da Christian Louboutin para proibir a venda dos sapatos da Yves Saint Laurent com a sola vermelha. Segundo o processo aberto pela Louboutin, a sola vermelha é sua marca registrada e patenteada há mais de 20 anos. O pedido foi negado pelo juiz Victor Marrero, que considerou a Louboutin incapaz de provar que uma sola vermelha merece uma proteção de registro de marca. Sobre isso o juiz alegou o seguinte: “Na indústria de moda a cor serve como um ornamento, e tem função de estética vital para acirrar a concorrência. A corte acredita que a Louboutin seja incapaz de provar que sua sola vermelha tenha o direito de proteção da marca.”
Moda e direito consumerista:
O uso excessivo de Photoshop parece estar mesmo em voga: a ASA, agência responsável pela regulamentação da publicidade no Reino Unido, baniu em toda a sua região as campanhas das bases “The Eraser”, da Maybelline, e “Teint Miracle”, da Lancôme, alegando uso excessivo de manipulação digital no rosto de Christy Turlington e Julia Roberts, garotas-propaganda dos produtos. Embora a L’Oreal (que comanda as duas marcas) tenha admitido que as imagens das duas campanhas foram retocadas digitalmente, a ASA, dura na queda, não voltou atrás em sua decisão, alegando que a gigante dos cosméticos não deu informações suficientes sobre o processo. A Maybelline e a Lancôme, por sua vez, responderam publicamente à decisão da ASA, afirmando que as duas bases tem efeitos cientificamente comprovados, e que as imagens publicitárias apenas ilustram o efeito que pode ser alcançado com o uso dos produtos. Quem denunciou as duas campanhas foi a parlamentar escocesa Jo Swinson: “Excesso de airbrush e manipulação digital viraram regra. Essa proibição manda uma mensagem poderosa à todas as marcas. Vamos voltar à realidade”, comentou a política em seu site.Fonte das duas notícias: Blog Petiscos.
Aproveitando o ensejo: daqui a pouco aquelas bonecas infláveis vão ser o referencial de beleza dessa molecada que vai na onda de tudo; o exagero do uso de photoshop na publicidade beira o ridículo em vários casos. Já postei aqui o vídeo publicitário das sandálias havaianas que esqueceram do umbigo da modelo.
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