1984.
Bacafá
Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 24 de março de 2010
Um dia, há dezesseis anos...
Uma pessoa que, dia após dia, apesar de 21 anos mais nova do que eu, me ensinava. E continua ensinando.
Uma pessoa que justifica todos os percalços da vida e que me faz levantar a cabeça sempre que há alguma dúvida nessa minha mesma cabeça. Que me faz procurar as soluções olhando pra frente.
É um sentimento sem descrição e sem tamanho. Apenas é.
É o meu sol.
Meus parabéns, Gabriela.
domingo, 21 de março de 2010
Airton Senna - 50 anos.
Hoje é aniversário de 50 anos do nascimento de um dos maiores ídolos esportivos brasileiros.
Em homenagem, talvez a primeira volta mais espetacular em uma corrida de Fórmula 1.
A fabulosa volta de Aírton Senna no GP da Europa em 1993, que largou em quarto, esteve em quinto na primeira curva e terminou a primeira volta em primeiro com suas ultrapassagens:
Hoje em dia não se vê mais isso nas corridas de F1.
Em homenagem, talvez a primeira volta mais espetacular em uma corrida de Fórmula 1.
A fabulosa volta de Aírton Senna no GP da Europa em 1993, que largou em quarto, esteve em quinto na primeira curva e terminou a primeira volta em primeiro com suas ultrapassagens:
Hoje em dia não se vê mais isso nas corridas de F1.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Livros de luto.
Ocupante da cadeira n. 29 da Academia Brasileira de Letras, Mindlin, também advogado e empresário, foi dono de uma das mais importantes bibliotecas privadas do país, que doou em 2006, com cerca de 45 mil volumes, entre coleções e folhetos, para biblioteca da USP (cuja coleção começou aos 13 anos de idade).
Os livros ficam de luto, os homens também. Mas que sua história sirva de inspiração para boas leituras.
(foto do Último Segundo - www.ultimosegundo.ig.com.br)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
A morte e o exemplo.
A morte é um mistério. Enquanto vivemos, a única certeza que temos, de todas mesmo, é a morte, o fim da vida. Por mais que estejamos nos preparando, sempre que falta alguém muito próximo a dor vem e a reflexão sobre a vida é inevitável. Tudo o que se fez, se faz e se pretende fazer. E o que se deixou de fazer também.
As pessoas reagem das mais diversas maneiras quando a morte mostra sua presença. Dizem, até, que os ocidentais, de maneira geral, não se preparam para a partida eterna de seus entes queridos, ou que não compreendem o significado do fim da vida. Não convivo com orientais para poder dizer se é isso mesmo e não sou estudioso do assunto.
Essa postagem, na realidade, é uma singela e pequena homenagem a minha avó Noêmia, que partiu nesse último sábado aos 90 anos e foi uma mulher com M maiúsculo (as postagens de final de semana já estavam programadas desde a semana anterior, então não pensem que eu tenha sido tão insensível; não tive tempo nem cabeça para mudar o que já estava lá).
Vítima do Mal de Alzheimer, não lembro da mulher fraca, desmemoriada e dependente dos últimos tempos. Lembro dela forte, astuta e trabalhadora. Lembro da bomboniere azul que sempre tinha chocolates para os netos. Das histórias que contava e das histórias que contavam dela, sobre como conseguiu criar quatro filhos viúva nova, vendendo salgadinhos e depois com uma loja de tecidos. Da surra que não deu na minha mãe quando descobriu que ela escondeu um furo de prego no pé não sei por quanto tempo. De como controlava as filhas de acordo com seus temperamentos (qual cuidaria da casa, qual ajudaria na casa, etc.). De como, do seu jeito, às vezes um pouco rude, ajudou os genros. De como pronunciava peculiarmente a palavra "oito" (talvez só eu escutasse diferente). De como, antes da doença atacar mais vigorosamente, gostava de receber em sua casa.
Ela deu o exemplo de como uma mulher batalhadora pode criar quatro filhos, apesar das adversidades, e em uma cidade sem muitas perspectivas como Laguna de 50/60 anos atrás.
Vó, descanse em paz.
As pessoas reagem das mais diversas maneiras quando a morte mostra sua presença. Dizem, até, que os ocidentais, de maneira geral, não se preparam para a partida eterna de seus entes queridos, ou que não compreendem o significado do fim da vida. Não convivo com orientais para poder dizer se é isso mesmo e não sou estudioso do assunto.
Essa postagem, na realidade, é uma singela e pequena homenagem a minha avó Noêmia, que partiu nesse último sábado aos 90 anos e foi uma mulher com M maiúsculo (as postagens de final de semana já estavam programadas desde a semana anterior, então não pensem que eu tenha sido tão insensível; não tive tempo nem cabeça para mudar o que já estava lá).
Vítima do Mal de Alzheimer, não lembro da mulher fraca, desmemoriada e dependente dos últimos tempos. Lembro dela forte, astuta e trabalhadora. Lembro da bomboniere azul que sempre tinha chocolates para os netos. Das histórias que contava e das histórias que contavam dela, sobre como conseguiu criar quatro filhos viúva nova, vendendo salgadinhos e depois com uma loja de tecidos. Da surra que não deu na minha mãe quando descobriu que ela escondeu um furo de prego no pé não sei por quanto tempo. De como controlava as filhas de acordo com seus temperamentos (qual cuidaria da casa, qual ajudaria na casa, etc.). De como, do seu jeito, às vezes um pouco rude, ajudou os genros. De como pronunciava peculiarmente a palavra "oito" (talvez só eu escutasse diferente). De como, antes da doença atacar mais vigorosamente, gostava de receber em sua casa.
Ela deu o exemplo de como uma mulher batalhadora pode criar quatro filhos, apesar das adversidades, e em uma cidade sem muitas perspectivas como Laguna de 50/60 anos atrás.
Vó, descanse em paz.
Assinar:
Postagens (Atom)



