Bacafá
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
E a peça em cartaz na SCAR, digo, na CMJS, é:
"Tô nem aí pra opinião pública" ou
"Vistas do que todo mundo já viu" ou
"Justino e Zé (da farmácia): a união improvável" ou
"Zé, espera mais um pouquinho pra subir as escadas" ou
"Os minutos da estultice: o tempo entre o pedido de vistas e as próximas eleições".
Resumindo: saí chateado, frustrado e indignado da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul. Mais uma vez se deixou de lado o interesse público em favor do particular ou partidário-particular.
Enquanto o vereador Justino da Luz, que não sei se foi laranja ou se foi sua mesmo a infeliz ideia de pedir vistas de um projeto emendado por ele mesmo, estava com cara "a câmara é nossa [deles] e aqui mandamos nós", dos outros, alguns ficaram (aparentemente) perplexos; outros estavam com "cara de paisagem", fingindo que não era com eles e que não sabiam de nada.
Aviso aos navegantes: quem quiser falar de democracia tem que saber ser aplaudido e saber ser vaiado. Cada um que assuma as consequências de seus atos.
"Vistas do que todo mundo já viu" ou
"Justino e Zé (da farmácia): a união improvável" ou
"Zé, espera mais um pouquinho pra subir as escadas" ou
"Os minutos da estultice: o tempo entre o pedido de vistas e as próximas eleições".
Resumindo: saí chateado, frustrado e indignado da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul. Mais uma vez se deixou de lado o interesse público em favor do particular ou partidário-particular.
Enquanto o vereador Justino da Luz, que não sei se foi laranja ou se foi sua mesmo a infeliz ideia de pedir vistas de um projeto emendado por ele mesmo, estava com cara "a câmara é nossa [deles] e aqui mandamos nós", dos outros, alguns ficaram (aparentemente) perplexos; outros estavam com "cara de paisagem", fingindo que não era com eles e que não sabiam de nada.
Aviso aos navegantes: quem quiser falar de democracia tem que saber ser aplaudido e saber ser vaiado. Cada um que assuma as consequências de seus atos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
FDS TPGECPC.
Esse que passou foi um FDS TPGECPC, isto é, um Final De Semana Tecno-Pop-Gastronômico-Esportivo-Cinematográfico-Político-Cultural.
Começou e terminou, coincidentemente, com jantares numa bela casa gastronômica de Jaraguá do Sul, o Madalena, com suas muito saborosas pizzas. E, ainda mais importante do que isso, em excelentes e divertidas companhias, tanto na sexta quanto no domingo.
Para completar o início do final de semana, um show, ainda na sexta-feira, do Dexterz, um projeto com base em músicas eletrônicas (misturando clássicos do rock) com o Júnior Lima da Sandy, um Lima da Família Lima (aquela dos violinos) e um DJ que me foge o nome agora. Um show que, para quem como eu não esperava nada de especial, tira o pessoal do chão. Muito bom, cheio de recursos moderníssmos, animado demais. E os caras até são simpáticos com a platéia. O ápice foi o Amon Lima tocando violino numa gaiola que passou por cima do povo num arranjo muito legal de "With or without you", do U2. Valeu a pena de verdade. Lá embaixo um vídeo deles.
Sábado uma ovelhada organizada pela OAB, muito bem preparada pelo Sílvio e pelo Roberto, com cortesia das ovelhas do Casal 20 da advocacia jaraguaense, Leonel e Aurilene Floriani. Muita gente boa, conversa boa e diversão nesta tarde.
Mas ainda deu tempo de sair correndo para o meu futebol de todo santo sábado. Vestindo o manto sagrado (camisa oficial do Flamengo, claro), jogamos embaixo de chuva e, pra variar, também foi muito divertido. Até porque, pelo menos dessa vez, joguei bem. Fazia muito tempo que não jogava na chuva e é uma brincadeira que lava a alma.
E, para encerrar - ou quase - o rentável final de semana, uma peça em um teatro dado pelos artistas do Brasil inteiro como um dos melhores do país, a SCAR, aqui em Jaraguá do Sul também. Dona Flor e seus dois maridos, com Carol Castro e Marcelo Faria (e o Jonas Torres. Lembram dele? O Bacana do seriado Armação Ilimitada - do Juba e Lula). Tirando um susto (dispensável) no meio da peça, foi muito divertido ver Jorge Amado no palco. Os atores trabalharam bem e o tempo também não foi visto passar.
Começou e terminou, coincidentemente, com jantares numa bela casa gastronômica de Jaraguá do Sul, o Madalena, com suas muito saborosas pizzas. E, ainda mais importante do que isso, em excelentes e divertidas companhias, tanto na sexta quanto no domingo.
Para completar o início do final de semana, um show, ainda na sexta-feira, do Dexterz, um projeto com base em músicas eletrônicas (misturando clássicos do rock) com o Júnior Lima da Sandy, um Lima da Família Lima (aquela dos violinos) e um DJ que me foge o nome agora. Um show que, para quem como eu não esperava nada de especial, tira o pessoal do chão. Muito bom, cheio de recursos moderníssmos, animado demais. E os caras até são simpáticos com a platéia. O ápice foi o Amon Lima tocando violino numa gaiola que passou por cima do povo num arranjo muito legal de "With or without you", do U2. Valeu a pena de verdade. Lá embaixo um vídeo deles.
Sábado uma ovelhada organizada pela OAB, muito bem preparada pelo Sílvio e pelo Roberto, com cortesia das ovelhas do Casal 20 da advocacia jaraguaense, Leonel e Aurilene Floriani. Muita gente boa, conversa boa e diversão nesta tarde.
Mas ainda deu tempo de sair correndo para o meu futebol de todo santo sábado. Vestindo o manto sagrado (camisa oficial do Flamengo, claro), jogamos embaixo de chuva e, pra variar, também foi muito divertido. Até porque, pelo menos dessa vez, joguei bem. Fazia muito tempo que não jogava na chuva e é uma brincadeira que lava a alma.Sábado à noite, cinema. Comer, rezar e amar (não sei se necessariamente nessa ordem). O filme com Julia Roberts e o falso brasileiro até que foi mais interessante do que eu pensava, ainda mais considerando os seus 140 minutos de projeção. A história de quem saiu da mera vontade para a prática de mudar de vida. E radicalmente. Em alguns momentos a carapuça serve. Para mim, pelo menos, serviu. Nada excepcional como filme, mas faz pensar. E como, claro, depois de tanto tempo comendo pipoca no cinema dá fome, a noite encerrou com boas fajitas mexicanas.
Domingo, após a primeira tentativa de cumprir o dever cívico de votar, almoço em família em Joinville, com filha, pai, mãe, tio, tia, os dois irmãos, a cunhada e a futura flamenguistazinha que está quase nascendo (e se confirmou que não vai nascer mesmo no dia mais bonito do ano). Voltando para Jaraguá do Sul, cumpri, agora sem filas, o meu tal dever cívico, apesar de nenhum dos meus candidatos ter obtido êxito.
E, para encerrar - ou quase - o rentável final de semana, uma peça em um teatro dado pelos artistas do Brasil inteiro como um dos melhores do país, a SCAR, aqui em Jaraguá do Sul também. Dona Flor e seus dois maridos, com Carol Castro e Marcelo Faria (e o Jonas Torres. Lembram dele? O Bacana do seriado Armação Ilimitada - do Juba e Lula). Tirando um susto (dispensável) no meio da peça, foi muito divertido ver Jorge Amado no palco. Os atores trabalharam bem e o tempo também não foi visto passar.E ainda deu tempo para dar uma relida em Ernesto Sabato, o argentino, na obra Resistência, que fala um pouco da vida no passado e no presente, e do homem, da modernidade, da pressa, dos desejos. Muito bom. Trarei alguns trechos para meus leitores em breve.
O mais engraçado do vídeo abaixo é o comentário da senhora, já no avião, bem no final.
O mais engraçado do vídeo abaixo é o comentário da senhora, já no avião, bem no final.
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