Bacafá

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Momento Teoria da Conspiração.

O mais recente fato que tem gerado diversas teorias de conspiração é a queda do avião da Malasya Airlines, voo MH370. Antes disso tantos outros foram férteis neste campo de especulação. Talvez os recordistas são o assassinato de JFK e a queda das Torres Gêmeas. Mas nem o tsunami na Indonésia escapou, pois li em algum lugar que o sismo que o provocou foi decorrente de uma explosão-teste nuclear submarina que não deu muito certo ou algo do gênero.

Quanto ao voo MH 370 sou obrigado a concordar que é bem estranho ninguém ter conseguido nada de concreto (publicamente, pelo menos) até agora. Mas não dá pra descartar a hipótese de um Voo Fantasma, também (para saber mais sobre este problema e conhecer outros casos, clique aqui).

Na linha das teorias da conspiração (aos moldes, em outras proporções, claro, do meu pedido de saída do paço), encontrei esta relação de dúvidas sobre o tal episódio sinistro:

- A mídia corporativa sionista tentou colar a mentira dos passaportes iranianos, como fizeram nos ataques do 11 de setembro ao WTC.
- Não encontraram os destroços do avião, muito menos sinal da caixa preta, que é projetada para enviar sinal de localização.
- Os parentes das vítimas fizeram diversas ligações aos celulares dos passageiros, a ligação chamava mas “alguém do outro lado desligava”.
- Não houve nenhuma reinvidicação de algum grupo terrorista. Mesmo se houvesse já saberíamos os verdadeiros autores.
- Os satélites dos EUA não registraram nenhuma explosão na região. (A NSA consegue espionar o mundo todo, mas não consegue localizar um boeing 777?).
- O destroyer estadunidense USS Kidd foi deslocado do Golfo da Tailândia para o estreito de Malacca para ajudar nas buscas.

Tirei daqui e confesso que não tive muita paciência para pesquisar se o site é confiável ou não. Mas está aí, para quem quiser acreditar ou duvidar, ou simplesmente divagar.
 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Nike recolhe camisa com dizeres 'Boston Massacre'.

Li originalmente na Folha de São Paulo on line.


A Nike resolveu tirar do mercado a camisa com os dizeres 'Massacre de Boston' depois do atentado que ocorreu na semana passada na cidade.

Na segunda-feira (15), duas bombas explodiram perto da linha de chegada da Maratona de Boston. Três pessoas, sendo uma criança, morreram. Dois homens são acusados pela polícia americana pelo crime (um deles foi morto pela polícia e o outro está internado em estado grave).

A camisa feita pela empresa, porém, foi feita para lembrar da vitória do New York Yankess sobre o Boston Red Sox, em 1978. As equipes, duas das principais do beisebol profissional dos EUA, são velhas rivais.

"Estamos tomando as medidas o mais rápido possível e estamos confiantes que este produto seja retirado de distribuição", afirmou a porta-voz da empresa, Mary Remuzzi, em um comunicado.

Esta não é a primeira vez que um fato nada a ver com o esporte que faz com que a Nike retire um produto do mercado. Recentemente, acabou com o patrocínio ao corredor sul-africano Oscar Pistorius e o comercial com o para-atleta onde se lia: "I am the bullet in the chamber" (Eu sou a bala na agulha, em livre tradução). Pistorius é acusado de matar a namorada.

Foto também copiada do site da Folha (Eric Stangel/Associated Press).

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bancos recebem doações a vítimas de enchentes no Rio.

Os principais bancos do país divulgaram hoje dados bancários de prefeituras e órgãos estaduais ou municipais para doações a vítimas de enchentes no Rio de Janeiro.

Parte das instituições ainda prometeu flexibilizar a cobrança de empréstimos aos clientes afetados pelo mau tempo. Além disso, o Itaú Unibanco informou que suas agências no Rio de Janeiro passaram a ter pontos de coleta para o recebimento de diversas doações, como roupas, cobertores, agasalhos e calçados.

As doações em dinheiro podem ser feitas via Fundo Estadual de Assistência Social em contas abertas no Itaú (agência 5673, conta corrente 00594-7) e Bradesco (agência 6570-6, conta 2011-7).

Já o Banco do Brasil (BB) divulgou dados para depósitos nas contas das prefeituras de Teresópolis (agência 0741-2, conta corrente 110.000-9) e de Nova Friburgo (agência 0335-2, conta 120.000-3).

O BB também anunciou medidas emergenciais a micro e pequenas empresas situadas nas regiões atingidas pelas chuvas no Rio de Janeiro, o que inclui aumento nos prazos de linhas de financiamento.

No caso da Caixa Econômica Federal (CEF), as doações podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro: agência 0199, conta 2011-0.

Por sua vez, o Santander informou que fará uma doação para a restauração da infraestrutura de Teresópolis. O banco espanhol diz que também está divulgando a seus funcionários os dados para doações na conta que a prefeitura do município tem no Banco do Brasil.

Fonte: Valor Online.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Repergunta (Deus e a terra).

Já fiz indagações desta natureza aqui, e cotidianamente reflito sobre isso, em especial quando provocado ou quando ocorrem tragédias das proporções desta no Haiti. Por isso trago trechos do texto de Hélio Schwartsman para compartilhar com os leitores do blog:

"Grandes catástrofes naturais como a que se abateu sobre o Haiti constituem uma espécie de experimento teológico natural. Não é necessário PhD em filosofia para colocar-se a pergunta que não quer calar: se existe um Deus onisciente, onipotente e benevolente, como ele pôde produzir --ou pelo menos permitir-- tanto sofrimento?


O problema da teodiceia, que assombra os filósofos há séculos, já foi aplicado a movimentos de placas tectônicas. Em fins do século 18, época em que o hoje miserável Haiti ainda era a "pérola das Antilhas", a mais rica colônia do Novo Mundo, Voltaire e Rousseau se engalfinhavam na célebre polêmica do terremoto de Lisboa, que já explorei em outras colunas, mas retomo aqui para que a tragédia haitiana pelo menos nos forneça material de reflexão.


Em 1755, mais precisamente às 9h40 do dia 1º de novembro, um grande sismo atingiu a cidade de Lisboa, então a quarta maior da Europa. Era Dia de Todos os Santos e, por isso, a maioria dos moradores estava na missa. Muitos morreram sob os escombros de igrejas que ruíram. As áreas baixas da cidade foram rapidamente engolidas por ondas gigantescas. Como se não bastasse, seguiu-se um terrível incêndio, que destruiu boa parte do que havia sido poupado pelo tremor. O fogo durou seis dias. O total de mortos ficou entre 30 mil e 70 mil.


Além dos alicerces de Lisboa esse megassismo fez tremer o fervilhante mundo intelectual do século 18. Vinte e três dias após a tragédia, Voltaire, o pseudônimo de François-Marie Arouet (1694-1778), publicou seu "Poema sobre o Desastre de Lisboa", cujo subtítulo é: "ou o exame do axioma: 'tudo está bem'". De seus versos emerge uma boa dose de indignação: "É preciso dizer: o mal está na terra:/ Seu princípio secreto é desconhecido/ Do autor de todo bem terá ele partido?".


Com efeito, a contradição entre a ideia de um bem absoluto e o mal visível é conhecida desde a Antiguidade. Atribui-se a Epicuro o seguinte dilema: Se Deus é bom e onipotente, não poderia haver mal sobre a Terra; havendo, ou Deus não quer acabar com o mal --e não é benevolente-- ou não pode fazê-lo --e não é onipotente."

Leia o artigo na íntegra aqui.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Assim fica difícil...

Dando uma navegada na internet na segunda-feira, percebi que estamos mal na foto e com poucas perspectivas de mudança de mentalidade. Motivo? Olha só as matérias mais acessadas no Portal da Folha de São Paulo:

Afinal, realmente é importante saber onde vão trabalhar Faustão e Luciano Hulk, se o abdome do astro é maquiado ou verdadeiro, com quem o tal Jesus vai desfilar e qual o próximo programa que Ronaldo vai participar.
Agora, astro do Crepúsculo, deve ser o que? O sol?? Ou, eventualmente, "o" Lua?

terça-feira, 16 de junho de 2009

Para que serve o luto.

Texto de Hélio Schwartsman.

Amor e dor.

"Papai, se os passageiros [do voo AF 447] estão todos mortos, por que estão tirando os corpos do mar?" A pergunta foi feita por meu filho David, de sete anos, ao bater o olho numa das manchetes do jornal. Como eu não sabia a resposta, embrenhei-me em frenética pesquisa. As fontes ordinárias (enciclopédias, google scholar etc.) mal abordavam a questão. Decidi, então, lançar mão de um recurso extremo: fui à Amazon e, em meu Kindle, adquiri e baixei o livro "The Nature of Grief" (a natureza do luto), de John Archer, professor de psicologia da Universidade de Lancashire. Bem, vocês já podem adivinhar qual foi meu programa no fim de semana...

A pergunta de David é boa porque revela a pouca racionalidade por trás de alguns aspectos da operação de busca. Todos os nossos conhecimentos de física e medicina nos asseguram, para além de qualquer dúvida razoável, que nenhum dos ocupantes do Airbus pode ter sobrevivido à queda da aeronave. Eles estão irremediavelmente mortos. Não precisamos de cadáveres para prová-lo e, espero, nem para expedir os certificados legais necessários. Ainda assim, sempre que tragédias desse tipo acontecem, dedicamos enorme parte de nossas energias e recursos à localização, resgate e identificação dos corpos.

(...)

Continue lendo na Folha Online, ou clicando aqui.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

20 anos do massacre na Praça da Paz Celestial...

... e um silêncio eterno. Hoje é dia de lamentar os horrores dos quais o homem é capaz. Nada justifica o que aconteceu na Tian'anmen ou Tiananmen. Parte do significado da palavra idealismo talvez tenha morrido naquela praça. Ou talvez o contrário: tenha servido de inspiração para idealistas do mundo inteiro.

A matéria abaixo colhi do Terra. As fotos garimpei na net.

O massacre da Praça da Paz Celestial, cometido pelo exército chinês na noite de 3 para 4 de junho de 1989, completa 20 anos nesta quarta-feira, marcado pelo silêncio sepulcral do governo e lembrado por poucos habitantes do país.

Apenas o aumento da presença da polícia na praça e o bloqueio imposto a alguns sites nas últimas horas fazem o dia diferente do de outros em Pequim, onde falar em público do massacre continua sendo um tabu.

Há 20 anos, após sete semanas de protestos pacíficos, vários chineses foram assassinados na capital chinesa. Hoje, apesar de um em cada dez habitantes da cidade ter participado dos protestos que fizeram tremer o Partido Comunista Chinês (PCCh), todos sabem que é perigoso falar do ocorrido.

"O partido transformou (o massacre) num tabu. Qualquer menção é considerada uma conspiração para derrubar o regime", disse o professor Andrew J. Nathan, da Universidade de Columbia. Nestes 20 anos, somente alguns familiares das vítimas e poucos dissidentes exilados levantaram a voz para lembrar o violento episódio.

"A dor continua viva no lugar mais profundo do coração", declarou Zhang Xianling, 72 anos e cofundadora da associação Mães da Praça da Paz Celestial, que agrupa 120 parentes de 195 assassinados.

As mães, com base nos registros que os hospitais fizeram naquela noite, acham que, ao todo, duas mil pessoas morreram no massacre cometido pelas tropas chinesas.

Os soldados mataram Wang Nan, o mais novo dos três filhos de Zhang, e, para não deixar rastros, o enterraram na própria praça, com outros manifestantes, sem identificá-lo. Nan morreu aos 19 anos, às 3h do dia 4, enquanto tirava fotos dos protestos para "que a História soubesse a verdade". O corpo do jovem foi enterrado junto ao muro da Escola Secundária Nº 28, mas veio à tona com a chuva.

Zhang ainda guarda o capacete que o filho usava: a bala que o matou atingiu-o na têmpora esquerda, atravessou o crânio e saiu por trás da cabeça. Os amigos de Wang o procuraram por 11 dias em 24 hospitais.Durante as buscas, viram cadáveres "de crianças de menos de um metro de altura e de idosas" nascidas na era imperial. "Todos voltavam cheios de raiva ou chorando", conta a mãe do jovem morto.

Jeff Widener, que tirou a famosa foto em que um jovem enfrenta um tanque do Exército, disse que, no dia 4, quando os soldados foram limpar as ruas com mangueiras, "o chão da Avenida Chang'An era literalmente rosado", de tanto sangue derramado.

Zhang, engenheira de telecomunicações, parou de trabalhar em 1989, quando teve a morte do filho confirmada: "Não conseguia sair da cama. Até que me dei conta de que não era uma tragédia pessoal, mas de muitas famílias, de um país inteiro. Foi um massacre".

Ding Zilin, 82 anos, é a outra fundadora das Mães da Praça de Maio. Dona de um rosto lacerado pela dor, ela perdeu seu único filho, Jiang Jielian, 17 anos, na noite do dia 3, na Ponte de Muxidi.

Nessa noite, o Exército não só atirou contra os estudantes como também mirou os moradores que olhavam das sacadas. Por isso, mesmo a quatro quilômetros da praça, era possível encontrar inúmeros corpos.

Ding, que tentou se matar seis vezes, diz que as reivindicações do movimento, "democrático e patriótico", continuam tendo sentido hoje. Além de frear a corrupção, as mães das vítimas do massacre querem mais liberdade e democracia.

Como todos, a mãe de Jiang continua atribuindo a matança ao líder Deng Xiaoping, já morto, e ao então primeiro-ministro, Li Peng. "Não tenho muitas esperanças em relação ao Governo atual. O massacre da Praça da Paz Celestial não pode ser resolvido de forma isolada, só com a instauração de uma democracia", acrescentou a ativista.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Terremoto na Itália.

Impressionante o terremoto que atingiu a Itália.
Vidas e história (monumentos e edificações) perdidas.
Os últimos números apontam para mais de 100 mortos e mais de 100 mil desabrigados.

Fotos podem ser vistas aqui:

Portal Terra: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3686459-EI8142-ABG,00.html

Portal IG: http://ultimosegundo.ig.com.br///multimidia//galeria_de_fotos/2009/04/06/terremoto_na_italia_369906.html

Portal BBC: http://news.bbc.co.uk/2/hi/in_pictures/7984969.stm