Quem ouvia música na década de 80 - e naquela época não existiam 300 canais de televisão para fugir da rede aberta e muito menos a internet - vai lembrar da música abaixo (Feiticeira, de Carlos Alexandre - confesso que só lembrava do ritmo e nem sonhava quem cantava), um primor de breguice.
Ocorre que nessas navegadas internetíferas, me deparo com uma versão funk da Feiticeira, de um grupo chamado DeFalla, que não sei se é algum filhote ou algo remanescente de uma banda homônima também dos anos 80, mas que tocava um rock bacana. Parece que é...
Taí a versão funk de feiticeira. Eleja a pior. Ou ria muito:
http://www.radio.uol.com.br/musica/de-falla/feiticeira/263081
Uma das músicas do antigo DeFalla que eu lembro é essa aqui:
http://br.myspace.com/defallaband/music/songs/repelente-5808414
Outra é essa, uma versão de "Como vovó já dizia", do Raul Seixas e do Paulo Coelho:
Parece que o fim do mundo ficou mesmo para 2014!!
Bacafá
Mostrando postagens com marcador breguices. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador breguices. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 9 de janeiro de 2010
Não economizem seus calçados...
Para minha filha Gabriela e minha namorada Janaína.
Elas adoram, embora neguem veementemente!!
Elas adoram, embora neguem veementemente!!
domingo, 23 de agosto de 2009
El fuca vermejo.
Para descontrair o final de semana e esquecer as sem-vergonhices políticas, brasilianas ou não, cuidado para não ser atropelado pelo fusca vermelho.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Falha genética.
Voltando ontem de Joinville, descobri uma falha genética na minha filha. Ela ligou seu MP4 ou qualquer coisa que o valha no som do carro. Até a oitava ou nona música nada de anormal. Entretanto, um som, não, não, um ruído estranho
começou a varar os auto-falantes do bólido. Uma pseudo-música chamada Borboletas (ou algo ruim do gênero), com uma dupla sertaneja pseudo-universitária (alguém, afinal, pode me explicar o que é sertanejo universitário, pagode universitário ou forró universitário??? Seria, por acaso, uma versão muito piorada do que já é ruim?? Faço minha ressalva ao forró que, embora não saiba, até gosto de dançar) dessas famosas de hoje em dia (e se tudo der certo, efemeramente famosas).
Olhei pra minha filha e falei:
- Ih, Gabriela, que fim de festa, hein? Musiquinha ruim essa, minha filha! Pra quem sabe diferenciar as Estações de Vivaldi, gosta de MPB, escuta rock de várias vertentes e épocas, essa musiquinha aí é de doer, não acha?
- Não. O pai tem que se acostumar a gostar disso.
- Filha, a gente não se acostuma a gostar ou não gostar. Eu não gosto. Lá, quando a gente nasce, passamos por várias catracas. Eu pulei a catraca da breguice. Por isso não gosto e nunca vou gostar dessas músicas. Posso, no máximo, tolerar. Escuta bem. Até eu, que não sei tocar nada, conseguiria tocar essa melodia enfadonha aí. Escuta só, é só dedo pra cima e dedo pra baixo nessas cordas do sofrido violão.
- Pai, isso não é brega. Todo mundo escuta.
Nisso começou outra música. Tão ruim ou pior que aquela, se é que é possível. Não sei quem canta e nem qual é. Mas é ruim mesmo, não faz diferença. No mesmo estilo.
- Essa música, por exemplo, pai. Na festa da escola, todo mundo cantava. Menos eu.
- Sorte a sua. A única alma que salvou do diabo da breguice
(Os dois rimos).
- Nem é assim, pai. Nem é tão ruim assim.
- Há controvérsias. É brega demais. E mesmo que não seja brega. É ruim demais, chato demais, sem graça demais.
- Não é não. Eu gosto.
- Bom, que tal colocarmos no blog amanhã pra vermos se é ruim ou não?
- Ok, tenho certeza que vou vencer.
- Ok, eu não tenho certeza de nada.
começou a varar os auto-falantes do bólido. Uma pseudo-música chamada Borboletas (ou algo ruim do gênero), com uma dupla sertaneja pseudo-universitária (alguém, afinal, pode me explicar o que é sertanejo universitário, pagode universitário ou forró universitário??? Seria, por acaso, uma versão muito piorada do que já é ruim?? Faço minha ressalva ao forró que, embora não saiba, até gosto de dançar) dessas famosas de hoje em dia (e se tudo der certo, efemeramente famosas).Olhei pra minha filha e falei:
- Ih, Gabriela, que fim de festa, hein? Musiquinha ruim essa, minha filha! Pra quem sabe diferenciar as Estações de Vivaldi, gosta de MPB, escuta rock de várias vertentes e épocas, essa musiquinha aí é de doer, não acha?
- Não. O pai tem que se acostumar a gostar disso.
- Filha, a gente não se acostuma a gostar ou não gostar. Eu não gosto. Lá, quando a gente nasce, passamos por várias catracas. Eu pulei a catraca da breguice. Por isso não gosto e nunca vou gostar dessas músicas. Posso, no máximo, tolerar. Escuta bem. Até eu, que não sei tocar nada, conseguiria tocar essa melodia enfadonha aí. Escuta só, é só dedo pra cima e dedo pra baixo nessas cordas do sofrido violão.
- Pai, isso não é brega. Todo mundo escuta.
Nisso começou outra música. Tão ruim ou pior que aquela, se é que é possível. Não sei quem canta e nem qual é. Mas é ruim mesmo, não faz diferença. No mesmo estilo.
- Essa música, por exemplo, pai. Na festa da escola, todo mundo cantava. Menos eu.
- Sorte a sua. A única alma que salvou do diabo da breguice
(Os dois rimos).
- Nem é assim, pai. Nem é tão ruim assim.
- Há controvérsias. É brega demais. E mesmo que não seja brega. É ruim demais, chato demais, sem graça demais.
- Não é não. Eu gosto.
- Bom, que tal colocarmos no blog amanhã pra vermos se é ruim ou não?
- Ok, tenho certeza que vou vencer.
- Ok, eu não tenho certeza de nada.
Assinar:
Postagens (Atom)