Bacafá

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Quem tem 40 ou mais lembra.

Quem ouvia música na década de 80 - e naquela época não existiam 300 canais de televisão para fugir da rede aberta e muito menos a internet - vai lembrar da música abaixo (Feiticeira, de Carlos Alexandre - confesso que só lembrava do ritmo e nem sonhava quem cantava), um primor de breguice.



Ocorre que nessas navegadas internetíferas, me deparo com uma versão funk da Feiticeira, de um grupo chamado DeFalla, que não sei se é algum filhote ou algo remanescente de uma banda homônima também dos anos 80, mas que tocava um rock bacana. Parece que é...

Taí a versão funk de feiticeira. Eleja a pior. Ou ria muito:

http://www.radio.uol.com.br/musica/de-falla/feiticeira/263081


Uma das músicas do antigo DeFalla que eu lembro é essa aqui:

http://br.myspace.com/defallaband/music/songs/repelente-5808414

Outra é essa, uma versão de "Como vovó já dizia", do Raul Seixas e do Paulo Coelho:




Parece que o fim do mundo ficou mesmo para 2014!!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Não economizem seus calçados...

Para minha filha Gabriela e minha namorada Janaína.

Elas adoram, embora neguem veementemente!!

domingo, 23 de agosto de 2009

El fuca vermejo.

Para descontrair o final de semana e esquecer as sem-vergonhices políticas, brasilianas ou não, cuidado para não ser atropelado pelo fusca vermelho.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Falha genética.

Voltando ontem de Joinville, descobri uma falha genética na minha filha. Ela ligou seu MP4 ou qualquer coisa que o valha no som do carro. Até a oitava ou nona música nada de anormal. Entretanto, um som, não, não, um ruído estranho começou a varar os auto-falantes do bólido. Uma pseudo-música chamada Borboletas (ou algo ruim do gênero), com uma dupla sertaneja pseudo-universitária (alguém, afinal, pode me explicar o que é sertanejo universitário, pagode universitário ou forró universitário??? Seria, por acaso, uma versão muito piorada do que já é ruim?? Faço minha ressalva ao forró que, embora não saiba, até gosto de dançar) dessas famosas de hoje em dia (e se tudo der certo, efemeramente famosas).

Olhei pra minha filha e falei:

- Ih, Gabriela, que fim de festa, hein? Musiquinha ruim essa, minha filha! Pra quem sabe diferenciar as Estações de Vivaldi, gosta de MPB, escuta rock de várias vertentes e épocas, essa musiquinha aí é de doer, não acha?

- Não. O pai tem que se acostumar a gostar disso.

- Filha, a gente não se acostuma a gostar ou não gostar. Eu não gosto. Lá, quando a gente nasce, passamos por várias catracas. Eu pulei a catraca da breguice. Por isso não gosto e nunca vou gostar dessas músicas. Posso, no máximo, tolerar. Escuta bem. Até eu, que não sei tocar nada, conseguiria tocar essa melodia enfadonha aí. Escuta só, é só dedo pra cima e dedo pra baixo nessas cordas do sofrido violão.

- Pai, isso não é brega. Todo mundo escuta.

Nisso começou outra música. Tão ruim ou pior que aquela, se é que é possível. Não sei quem canta e nem qual é. Mas é ruim mesmo, não faz diferença. No mesmo estilo.

- Essa música, por exemplo, pai. Na festa da escola, todo mundo cantava. Menos eu.

- Sorte a sua. A única alma que salvou do diabo da breguice

(Os dois rimos).

- Nem é assim, pai. Nem é tão ruim assim.

- Há controvérsias. É brega demais. E mesmo que não seja brega. É ruim demais, chato demais, sem graça demais.

- Não é não. Eu gosto.

- Bom, que tal colocarmos no blog amanhã pra vermos se é ruim ou não?

- Ok, tenho certeza que vou vencer.

- Ok, eu não tenho certeza de nada.