sexta-feira, 1 de julho de 2011

E a peça em cartaz na SCAR, digo, na CMJS, é:

"Tô nem aí pra opinião pública" ou
"Vistas do que todo mundo já viu" ou
"Justino e Zé (da farmácia): a união improvável" ou
"Zé, espera mais um pouquinho pra subir as escadas" ou
"Os minutos da estultice: o tempo entre o pedido de vistas e as próximas eleições".

Resumindo: saí chateado, frustrado e indignado da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul. Mais uma vez se deixou de lado o interesse público em favor do particular ou partidário-particular.

Enquanto o vereador Justino da Luz, que não sei se foi laranja ou se foi sua mesmo a infeliz ideia de pedir vistas de um projeto emendado por ele mesmo, estava com cara "a câmara é nossa [deles] e aqui mandamos nós", dos outros, alguns ficaram (aparentemente) perplexos; outros estavam com "cara de paisagem", fingindo que não era com eles e que não sabiam de nada.

Aviso aos navegantes: quem quiser falar de democracia tem que saber ser aplaudido e saber ser vaiado. Cada um que assuma as consequências de seus atos.

7 comentários:

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  4. Mais uma vez, o interesse particular destes comedores de verbas venceu...

    A sujeira politica nunca vai terminar, e o povo? aaa que se dane o povo, eu quero meu dinheiro.


    Att,

    Silnei Odorizzi - Acadêmico de Direito

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  5. OLÁ RAPHAEL,

    parabéns , inclusive por suas duas últimas frases do texto.

    Realmente a democracia, no Brasil ainda, engatinha, apesar da melhoria constada.

    O exercício da cidadania entre nós , porém, ainda não prevalece , e os interesse privados , particulares estão sempre a frente do coletivo, público!

    Um dia chegaremos lá.

    Espero, mesmo!!!

    Um abrção carioca.

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  6. Concordo com vc em tudo isso e uma vergonha

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  7. É realmente lamentável ver em nossa cidade um "peça" de tão mal gosto em cartaz. Muitos olham e acreditam se tratar de uma comédia, outros compreendem que o suspense é a palavra chave, infelizmente, o suspense aumenta a medida que a mesma peça é adiada a cada semana, a sensação de comédia ridiculariza uma casa onde os representantes do povo deveriam trabalhar em função do povo.
    Mas o pior é pensar que a cada 4 anos escolhemos novos atores, mas a "peça" nunca sai de cartaz!!!
    Parabéns Raphael pela publicação!

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