domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Dez dicas para a memória.
Vi no portal da Revista Vip.
1 DURMA DIREITO
Sono saudável, de sete a oito horas ininterruptas, ajuda a absorver as informações que recebemos e evita a dificuldade de concentração. “Uma noite mal dormida afeta a evocação da memória nas próximas 12 a 24 horas”, diz o eurocientista Ivan Izquierdo.
Sono saudável, de sete a oito horas ininterruptas, ajuda a absorver as informações que recebemos e evita a dificuldade de concentração. “Uma noite mal dormida afeta a evocação da memória nas próximas 12 a 24 horas”, diz o eurocientista Ivan Izquierdo.
2 CORRA, CORRA
Correr aumenta o número de neurônios na área do cérebro responsável pela memória. É o que indica uma pesquisa do National Institute on Aging, nos EUA, em parceria com a Universidade de Cambridge.
Correr aumenta o número de neurônios na área do cérebro responsável pela memória. É o que indica uma pesquisa do National Institute on Aging, nos EUA, em parceria com a Universidade de Cambridge.
3 PARE DE FUMAR
Boa notícia: uma pesquisa recente publicada no jornal científico americano Drug and Alcohol Dependence constatou que, quando a pessoa deixa de fumar, a memória tende a se recuperar progressivamente em alguns dias.
Boa notícia: uma pesquisa recente publicada no jornal científico americano Drug and Alcohol Dependence constatou que, quando a pessoa deixa de fumar, a memória tende a se recuperar progressivamente em alguns dias.
4 LEIA MAIS
“O exercício que mais estimula a memória é a leitura praticada durante toda a vida”, diz Ivan Izquierdo. A capacidade de cada um em organizar informações complexas durante a aprendizagem varia, já que é um fator ligado à inteligência. Mas grande parte dessa habilidade depende dos exercícios aos quais o cérebro é submetido. Exercite: fixe-se na leitura do presente e, horas depois, tente recordar o que foi lido.
“O exercício que mais estimula a memória é a leitura praticada durante toda a vida”, diz Ivan Izquierdo. A capacidade de cada um em organizar informações complexas durante a aprendizagem varia, já que é um fator ligado à inteligência. Mas grande parte dessa habilidade depende dos exercícios aos quais o cérebro é submetido. Exercite: fixe-se na leitura do presente e, horas depois, tente recordar o que foi lido.
5 NÃO FRITE O PEIXE
Certos alimentos auxiliam a memória por aumentar a formação de neurônios ou melhorar a sinapse, e outros se mostram verdadeiros inimigos cognitivos. A nutricionista Gabriela Pachoal recomenda, comer peixes, como salmão, arenque e sardinha, linhaça, ovo de galinha caipira e suco de uva. E deve-se evitar gorduras e carboidrato refinado em excesso.
Certos alimentos auxiliam a memória por aumentar a formação de neurônios ou melhorar a sinapse, e outros se mostram verdadeiros inimigos cognitivos. A nutricionista Gabriela Pachoal recomenda, comer peixes, como salmão, arenque e sardinha, linhaça, ovo de galinha caipira e suco de uva. E deve-se evitar gorduras e carboidrato refinado em excesso.
6 VIAJE NA MAIONESE
O jornalista Joshua Foer aplica uma técnica de cinco séculos antes de Cristo, conhecida como “palácio da memória”, que consiste em colocar um objeto ou situação em uma circunstância totalmente absurda. A cena imaginada pode ficar tão mais inesquecível quanto mais próxima do improvável estiver.
O jornalista Joshua Foer aplica uma técnica de cinco séculos antes de Cristo, conhecida como “palácio da memória”, que consiste em colocar um objeto ou situação em uma circunstância totalmente absurda. A cena imaginada pode ficar tão mais inesquecível quanto mais próxima do improvável estiver.
7 VÁ AOS POUCOS
Aprender novas habilidades, jogar xadrez, fazer palavras-cruzadas e sudoku são formas de exercitar a mente. Mas, calma, não tudo de uma vez. Um novíssimo estudo divulgado pelo jornal científico Current Biology indica que, enquanto uma informação está sendo consolidada, a outra toma a atenção.
Aprender novas habilidades, jogar xadrez, fazer palavras-cruzadas e sudoku são formas de exercitar a mente. Mas, calma, não tudo de uma vez. Um novíssimo estudo divulgado pelo jornal científico Current Biology indica que, enquanto uma informação está sendo consolidada, a outra toma a atenção.
8 ORGANIZE-SE
Estabeleça uma rotina, planeje coisas com antecedência e concentre-se no que está fazendo. Para reforçar uma informação é bom repeti-la mentalmente ou até dizer em voz alta. As chances de esquecer quando mais de um sentido é empregado são menores.
Estabeleça uma rotina, planeje coisas com antecedência e concentre-se no que está fazendo. Para reforçar uma informação é bom repeti-la mentalmente ou até dizer em voz alta. As chances de esquecer quando mais de um sentido é empregado são menores.
9 DIMINUA A BEBIBA
O álcool afeta quimicamente o cérebro. É verdade. Infelizmente.
O álcool afeta quimicamente o cérebro. É verdade. Infelizmente.
10 RELAXE…
Quando a ansiedade nos domina de forma acentuada, ela
pode provocar o conhecido “branco”. “O branco não é uma perda de memória, é uma falha da evocação”, diz
Ivan Izquierdo. Para fugir disso, meditação é uma boa opção.
Quando a ansiedade nos domina de forma acentuada, ela
pode provocar o conhecido “branco”. “O branco não é uma perda de memória, é uma falha da evocação”, diz
Ivan Izquierdo. Para fugir disso, meditação é uma boa opção.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Manifesto aos meus amigos advogados.
MANIFESTO AOS MEUS AMIGOS ADVOGADOS:
Como já é sabido, faço parte da Chapa Cidadania na qualidade de candidato ao Conselho Estadual. Minha apresentação é o trabalho desenvolvido ao longo destes últimos 6 anos frente à presidência de nossa Subseção, como, por exemplo, dentre outras:
- as lutas pelas prerrogativas dos advogados (inclusive com representação contra magistrado que hoje não se encontra mais em nossa Subseção e intervenção junto à Corregedoria do TJ em relação a procedimentos de outros magistrados);
- criação de novas comissões para aproximação do advogado junto a OAB e da OAB junto à sociedade;
- revitalização das salas de todos os fóruns;
- participação mais próxima da sociedade através de diversas entidades em questões de relevância, especialmente com o OAB NOS BAIRROS;
- panfletagens e palestras sobre a importância do voto;
- participação em diversos debates;
- diversas reuniões com o presidente do TJSC e com os corregedores do TJ, do TRF e do TRT;
- reorganização financeira da Subseção;
- eventos de confraternização sem custo para os advogados;
- estímulo aos artistas advogados e familiares dos advogados;
- inúmeras palestras através da ESA ou por iniciativa e organização direta das comissões;
- eventos esportivos como as Corridas da OAB, Pedalada da OAB e futebol;
- atendimento direto aos advogados e clientes de advogados sempre que solicitado;
- cerimônia de entrega das carteiras da OAB aos novos advogados, valorizando momento extremamente importante para o profissional e sua família;
- manutenção das homenagens aos advogados com 25 anos de advocacia, demonstrando sua importância para toda a sociedade;
- trabalho de conscientização sobre as prerrogativas, direitos e obrigações dos advogados, que redundou em uma considerável redução de reclamações ou representações na Subseção.
Todas estas conquistas não seriam possíveis, por óbvio, sem a participação efetiva das diretorias, conselhos e presidentes de comissões que compuseram minhas duas gestões, aos quais sou extremamente grato. Houve e ainda há, também, a participação de diversos colegas que não tiveram a vaidade de ocupar formalmente algum cargo, mas que contribuíram com ideias e trabalhos em prol da categoria e da OAB.
Além do apoio local, foi imprescindível para o sucesso destas gestões o apoio da Seccional, especialmente na pessoa do atual presidente Paulo Roberto de Borba e suas duas diretoriais.
Por outro lado, conhecendo mais de perto os meandros da OAB ao longo destes últimos seis anos, coloquei meu nome à disposição para o Conselho Estadual por ter a forte convicção de que os advogados MÁRCIO VICARI e DIOGO PÍTSICA compõem o que se espera de uma administração translúcida, eficiente e em defesa dos ADVOGADOS. Se eu não tivesse essa forte convicção, decorrente do acompanhamento do trabalho do Paulo, do Márcio e do Diogo ao longo destes últimos seis anos, sempre empenhados e dispostos, posso lhe garantir, caro colega, que não sujeitaria meu nome ao pleito. Tenho plena confiança que o trabalho na Seccional terá a continuidade necessária para a modernização e a defesa da ADVOCACIA CATARINENSE.
Desta feita, além dos trabalhos regimentais do conselheiro, quero ser o elo entre o nosso advogado local e a Seccional, para levar as sugestões e críticas existentes. O contato comigo continuará aberto como sempre foi nestes últimos seis anos.
Com isso, peço que reflitam e votem na Chapa Cidadania, tanto na Seccional quanto na nossa Subseção, muito bem representada pelos candidatos Romeo Piazera, Sávio Murillo de Azevedo, Edemar Utpadel, Luciane Mortari e Maísa Inella, os quais dispensam maiores comentários justamente por estarem trabalhando na OAB há muito tempo, destacando-se as últimas duas gestões.
Coloco-me, também, à disposição do colega para conversarmos sobre qualquer assunto inerente à OAB, ao pleito ou qualquer dúvida que por ventura exista, para que tudo reste claro até o dia da votação na próxima segunda-feira, 19.11, assim como para levar os adesivos e material de campanha que solicitar.
Grande abraço!!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Ficha limpa e música.
Volto ao tema das leis que ficaram conhecidas como ficha limpa. Algumas pessoas discutem se essas leis são válidas, do ponto de vista social. Não vou entrar, aqui, nas discussões jurídicas. Parto do ponto de vista que, pela sua importância sócio-política, alguns paradigmas devem ser quebrados. E quando isso acontece surgem evoluções.
A grande discussão sócio-filosófica é sobre a necessidade de se criar uma lei para fazer o povo não votar em pessoas com a ficha suja. Seria ideal que isso não fosse necessário, que as pessoas tivessem discernimento suficiente para, por si só, fazerem o filtro na escolha dos candidatos aos cargos eletivos.
De certa forma, concordo. Porém, a realidade brasileira, infelizmente é outra. Não vivemos no reino de Utopia, de Thomas More. Foi necessária a mobilização de diversas entidades, dentre as quais, a OAB, a CNBB e o Ministério Público, para gerar a repercussão gigantesca que a proposta ganhou e seu sucesso nas votações no Congresso Nacional.
A população, ou considerável parcela dela, começou, de fato, a prestar atenção no fator ficha limpa. Infelizmente ainda há o eleitor que troca seu voto por uma cesta básica, por uns litros de combustível, por aluguel de placas no quintal, por dentaduras, carradas de brita, favores e outras coisas. Essas pessoas são tão criminosas quanto os políticos que as compram. É, contudo, o início de uma nova era política no Brasil.
Em Jaraguá do Sul aconteceu outro exemplo que envolve a ficha limpa. Neste caso a lei impede que o administrador público traga para cargos de confiança pessoas com restrições junto à Justiça ou problemas com dinheiro público, entre outras situações.
Esta lei eu considero ainda mais importante que a anterior, pois tenta evitar que na surdina mamem no erário pessoas comprometidas com o lado nefasto da política. Óbvio, não é, esta lei, panacéia que trará a solução para todos os males dentro do paço municipal, mas dá margem a uma fiscalização mais objetiva e aumenta sensivelmente a responsabilidade do prefeito.
O outro tema do título é música. Pensei nisso vendo, neste último domingo, o concerto da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, na SCAR. Nem de longe sou especialista em música, quanto mais erudita. Apenas gosto muito. E fico ainda mais extasiado quando vejo que a qualidade dos grandes compositores mundiais é muito bem retratada pelos músicos locais.
O espetáculo de um concerto consiste basicamente na regência de um maestro e a união e sincronia dos músicos. De vez em quando se destaca um solista, mas que não teria o mesmo brilho se não houvesse todo o conjunto. Cordas, metais, percussões fazendo um trabalho uníssono.
No final das contas, é isso que se espera de um prefeito (ou governador ou presidente): que consiga reger sua orquestra de secretários e funcionários públicos como um maestro. E que os trabalhos, ao longo da gestão, fluam como boa música.
Danças folclóricas romenas.
Danças folclóricas romenas, de Béla Bartok (minha ignorância musical comentada no texto de segunda-feira não me deixa ter certeza se é exatamente essa a que tocou no Concerto mencionado):
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Concerto em Jaraguá do Sul.
Com C. O do com S falarei outro dia.
Nessa último domingo fui com minha namorada assistir ao Concerto da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, na SCAR, do Projeto Caminhos da Música, com regência de Márcio Steuernagel.
Não entendo muito de música, ainda mais erudita, mas gosto muito. Desde pequeno ouvia os LPs das coleções dos meus pais. Meu ouvido pra isso é péssimo, o que me dificulta. Entretanto, tenho a convicção de que a música (a arte em geral, na realidade) tem um papel forte e importante para a revolução na educação e, consequentemente, na sociedade.
A partir de hoje colocarei vídeos aqui com as músicas deste concerto.
Hoje começo com Abertura Egmont, de Beethoven:
Nessa último domingo fui com minha namorada assistir ao Concerto da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, na SCAR, do Projeto Caminhos da Música, com regência de Márcio Steuernagel.
Não entendo muito de música, ainda mais erudita, mas gosto muito. Desde pequeno ouvia os LPs das coleções dos meus pais. Meu ouvido pra isso é péssimo, o que me dificulta. Entretanto, tenho a convicção de que a música (a arte em geral, na realidade) tem um papel forte e importante para a revolução na educação e, consequentemente, na sociedade.
A partir de hoje colocarei vídeos aqui com as músicas deste concerto.
Hoje começo com Abertura Egmont, de Beethoven:
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Um quase deslize.
Na semana passada o assunto que fervia na Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul era a votação da lei que trata da ficha limpa para cargos comissionados na administração pública. Na realidade, não só na Casa de Leis municipal, mas em boa parte das discussões dos cidadãos mais preocupados.
E por pouco não se viu um deslize. Um grave deslize, na realidade.
Houve a tentativa de mudança da lei entre uma votação e outra. Se fosse ao estilo do vereador Ademar Winter (PSDB) eu não acharia tão estranho, pois o mesmo apresentou sua emenda e seus argumentos após a iniciativa dos vereadores Natália (PMDB), Jean (PCdoB), Francisco e Justino (ambos do PT). Concordar ou não com os argumentos do vereador é outra história, mas sua emenda estava dentro do razoável no jogo político.
A surpresa veio com a emenda apresentada pelos vereadores Natália e Jean. A emenda que indicavam mudava a lei que eles próprios apresentaram originariamente. Uma delicada mudança de um “ou” por um “e” que faria gigantesca diferença no frigir dos ovos.
O que chamou a atenção foi o fato de esta lei levar tanto tempo para ser votada e apenas quando foi para a segunda votação os vereadores citados resolverem mudar a redação da mesma. E mais atenção ainda que entre uma votação e outra a vereadora Natália foi exonerada do seu cargo na administração pública municipal e, em tese, seria diretamente atingida pela lei da ficha limpa local.
Não vou entrar no mérito se a exoneração da vereadora foi justa ou injusta. Não vi o processo administrativo para poder tecer qualquer comentário; ela afirma categoricamente que foi perseguição do marido da prefeita. Isso, agora, apenas a Justiça poderá dizer.
O problema, porém, é bem outro. As decisões tanto do executivo quanto do legislativo devem ser regidas por princípios bem claros e, inclusive, previstos constitucionalmente. E um destes princípios é justamente o da impessoalidade. Ou seja, as decisões não devem ser tomadas por ímpetos egoísticos ou visando proteger ou favorecer A ou B.
Ainda que não tenha sido esta a intenção da senhora vereadora (vamos lhe dar o direito da dúvida), pareceu ser. E como já se dizia na Roma antiga, “À mulher de César não basta ser honesta; tem que parecer ser honesta”. Em outras palavras, trazendo para a nossa realidade, o comportamento das pessoas que regem nossa vida (membros do executivo, legislativo e judiciário) deveria estar sempre acima de qualquer suspeita. Votar uma mudança que acaba diretamente lhe privilegiando dá margem a todo tipo de comentários...
Mas ainda bem que foi um quase deslize. Em tempo os vereadores perceberam o quanto a expectativa da sociedade era grande e voltaram atrás em sua emenda.
O bastão foi passado para o próximo prefeito. A população espera que ele atenda às leis, como o deve ser, tanto da ficha limpa quanto do antinepotismo. E, mais do que isso, que faça uma administração transparente, cumprindo as promessas de campanha.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Câmara aprova programa de recuperação fiscal.
O plenário da Câmara aprovou, em votação única, projeto de lei complementar que dispõe sobre o programa de regime especial para pagamento de créditos devidos à fazenda municipal em parcela única. A votação ocorreu na sessão da última quinta-feira, dia 1º.
A proposta foi incluída na pauta a pedido do vereador Jean Leutprecht. A solicitação foi feita de ofício pela juíza da Comarca, Cândida Inês Brugnoli, protocolado na tarde do dia 1º. No documento, lido por Leutprecht, ela fazia menção à Semana Nacional de Conciliação, organizada pelo Conselho Nacional de Justiça, a ser realizada de 7 a 14 de novembro, em que foram pautadas 350 audiências, todas relativas a execuções fiscais municipais.
Assim, a juíza solicitava a votação do projeto com a maior brevidade possível, “para garantir a maior efetividade ao evento, possibilitando aos contribuintes o adimplemento de débitos tributários judicializados e, por consequência, a baixa do número de processos em execução fiscal neste juízo”.
O projeto de lei complementar possibilita a quitação de débitos de pessoas físicas e jurídicas relativos a impostos, contribuição de melhoria e taxas, multas e preços públicos gerados até 31 de dezembro de 2011. A proposta é que o pagamento se dê a vista, com desconto de 100% da multa e 100% dos juros de mora incidentes até a data da opção, desde que realizada até o dia 7 de dezembro.
Fonte: Diretoria de Comunicação Social da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Comportamento e ética.
Palestra realizada na Escola de Governo da Amvali (Associação dos Municípios do Vale do Itapocu), em Jaraguá do Sul, no último dia 30.10.
Os presentes foram bastante participativos, o que proporcionou uma troca de conhecimentos muito interessante.
A própria Escola de Governo é uma ideia fantástica, abrindo horizontes em diversas áreas para um público tão eclético.
Mais informações sobre a Escola de Governo, clique aqui.
Sobre a AMVALI, clique aqui.
E sobre a palestra de ontem, clique aqui.
Os presentes foram bastante participativos, o que proporcionou uma troca de conhecimentos muito interessante.
A própria Escola de Governo é uma ideia fantástica, abrindo horizontes em diversas áreas para um público tão eclético.
Mais informações sobre a Escola de Governo, clique aqui.
Sobre a AMVALI, clique aqui.
E sobre a palestra de ontem, clique aqui.
Aprendendo com as crianças.
“Esses humanos que circulam / Pela cidade aí afora / Eu não aguento, eles querem me conquistar / Eu não aguento, eles querem me controlar / Querem me obrigar a ser do jeito que eles são / Cheios de certezas e vivendo de ilusão / Mas eu não sou nem quero ser igual a quem me diz / Que sendo igual eu posso ser feliz”
A música acima, do Supla (o filho rockeiro dos políticos Martha e Eduardo Suplicy), quando ainda capitaneava a banda Tókyo, era uma espécie de hino de revolta dos adolescentes dos anos 80. Ouvi muito. Ouço ainda, para um pouco de desespero da minha filha e da minha namorada.
Contudo, a letra ainda não perdeu sua verdade. Muitas pessoas vivem do modo que acham que os outros pensam que elas deveriam viver. Prendem-se, e não é raro, ao espelho dos outros. Bastante real aquele pensamento ou ditado que diz que existem quatro eus. O eu que eu acho que sou. O eu que os outros acham que sou. O eu que eu acho que os outros acham que sou. E o eu verdadeiro. Este muitas vezes difícil de encontrar.
Estamos viciados pelo que os outros pensam de nós. Pela moda ou pelos modismos, o que é pior. Pelo eterno medo de passar ridículo, mesmo quando o que queremos é apenas um pouco de diversão. Não, não estou pregando aqui a loucura total, a irresponsabilidade, ou qualquer devaneio desta natureza. Mas acredito piamente que seríamos (e me incluo nessa) muito mais vivos se pensássemos mais na nossa felicidade pura. Se nos despíssemos de conceitos e preconceitos. Se praticássemos um pouco mais do hedonismo.
Por que as crianças nos divertem? Porque são simples, são honestas, são sinceras. Porque quando não gostam, não gostam e pronto. Quando gostam, gostam de verdade. Aí vêm os adultos e dizem: “Agradece, filhinho, o presente que você ganhou” (uma meia). “Dá um beijo na titia, filhinha” (e a tia com aquele cheiro de perfume ardido). E lá se vai o que tem de mais precioso na criança: a espontaneidade.
“Ah, Raphael, mas temos que prepará-las para a vida, a não serem mal educadas, a agradecerem um presente bem intencionado.” Não nego nada disso, entretanto acredito que haja outras maneiras. E a principal forma é o exemplo que os pais, ou qualquer adulto, podem dar.
Minha filha já passou há muito da fase de brincar comigo no parquinho, mas as boas lembranças ficaram. Pensei, porém, no texto de hoje depois de pular na grama com o Joaquim, filho de um dos meus sócios, e ouvir as risadas e os comentários sobre frio e quente dele (do Joaquim, não do sócio). Depois de brincar no chão com minha sobrinha Izabele e ouví-la imitando as gargalhadas dos adultos com seus olhos mais que risonhos. Depois de jogar dominó gigante com meu afilhado Mateus também sentados nós dois no chão e vendo a alegria dele em conseguir completar as jogadas da maneira certa a ganhar as partidas. Todos com menos de três anos. Nessas horas até eu.
Só fico com medo desses humanos que circulam pela cidade aí afora, cheios de certeza e vivendo de ilusão. Muitas vezes esquecendo o quanto é bom serem felizes...
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Avós desconhecem as orientações mais recentes de segurança ao cuidar dos netos, diz pesquisa.
Quem cuida do seu filho são os avós? Veja como conversar com seus pais ou sogros para que a relação continue boa, mas que eles levem em consideração a maneira como você acredita ser o melhor na hora de cuidar do seu filho. Confira.
Avós são pais pela segunda vez. Você, certamente, já ouviu esse ditado. Uma pesquisa divulgada pela Academia Americana de Pediatria mostrou que o número de avós que cuidam dos netos aumentou mais de 20% nos últimos dez anos nos Estados Unidos. Nesse país, são 2,87 milhões de avós cuidando dos netos. Aqui no Brasil, não existe um número oficial, mas os especialistas entrevistados para esta reportagem afirmam que a tendência se confirma.
Mas será que eles estão por dentro das mudanças que ocorreram nos últimos anos sobre o jeito de cuidar das crianças? Para descobrir isso, os pesquisadores entrevistaram 49 avós. Cada um deles teve que responder a um questionário com 15 perguntas sobre segurança de crianças de todas as idades.
Quando perguntados sobre a melhor posição para o bebê dormir, 33% disseram de costas, 23% de lado e 43,8% de barriga para cima. Vale lembrar que a Academia Americana de Pediatria (AAP) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomendam que as crianças durmam de barriga para cima. Essa é a posição mais segura para prevenir a morte súbita. Além disso, a criança respira melhor e tem menos risco de engasgo – caso vomite, ela vai girar a cabeça para o lado.
Nas perguntas sobre a posição correta da cadeirinha no carro, 24,5% responderam que crianças de até 10 quilos devem andar viradas de frente para o painel. No entanto, a recomendação é que elas usem o bebê-conforto e fiquem viradas de costas para o painel.
Outro ponto questionado foi em relação ao uso de protetores, bichos de pelúcia e cobertores no berço dos bebês. Apesar de a AAP e a SBP não recomendarem o uso de protetores de berço – porque aumentam o risco de sufocação e servem como trampolim para a criança se apoiar para sair do berço –, cerca de 49% dos avós acham que esses itens são importantes para garantir o conforto das crianças.
E o número mais expressivo da pesquisa é que 74% dos avós afirmaram que o andador estimula as crianças a andar. Se você também acredita que o acessório é importante, saiba que os riscos são grandes. Ele pode até dar mais independência aos bebês, mas eles ainda não têm maturidade física e emocional para tanta liberdade. Assim, ao se locomoverem rapidamente, pode ser que não dê tempo de você socorrer seu filho se ele estiver perto de escadas, tomadas e até do fogão. Outro ponto importante é que o acessório pode atrasar o desenvolvimento psicomotor da criança, fazendo com que ela leve mais tempo para ficar em pé e caminhar sem apoio.
Continue lendo no portal Diga não à erotização infantil clicando aqui.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Por causa do mensalão juiz anula efeitos da reforma da Previdência.
Um juiz da 1ª Vara da Fazenda de Belo Horizonte anulou os efeitos da reforma da Previdência, de 2003. Ele afirmou que, uma vez que a reforma só foi aprovada pelo Congresso com a compra de votos, como decidido pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, ela é inválida, bem como seus efeitos. O juiz Geraldo Claret de Arantes disse que as leis aprovadas dessa maneira têm vícios de decoro parlamentar. A decisão é do dia 3 de outubro.
O juiz determinou o reajuste no pagamento de pensão de um servidor público morto em 2004. O julgado vale somente para o caso específico. Mas a polêmica sobre a invalidade das leis aprovadas já foi levantada durante o julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, pelo ministro Ricardo Lewandowski, revisor da ação.
Os ministros do Supremo julgaram que houve compra de apoio político no primeiro mandato do governo Lula para que parlamentares votassem a favor de leis de interesse do governo. Entre os projetos que, segundo o Supremo, foram negociados dessa forma, está a Emenda Constitucional 41/2003, a reforma da Previdência.
O juiz citou a tese do ministro relator, Joaquim Barbosa, seguida pela maioria dos ministros do Supremo, de que a EC 41/2003 foi fruto não da vontade popular representada pelos parlamentares, mas da compra de tais votos. Isso, diz Claret, “destrói o sistema de garantias fundamentais do Estado Democrático de Direito”.
O juiz fez referência à teoria dos “frutos da árvore envenenada”, utilizada na jurisprudência do Direito Penal, declarando que a EC 41/2003 é fruto da árvore envenenada pela corrupção da livre vontade dos parlamentares, ferindo a soberania popular, em troca de dinheiro.
Pelo menos cinco ministros do Supremo sinalizaram, durante o julgamento do mensalão, que são contra anular as reformas aprovadas com a compra de votos que os levou a condenar os réus da AP 470. O ministro Gilmar Mendes disse, no dia 9 de outubro, que a legalidade das reformas está mantida. Embora sem adiantar votos, o posicionamento foi seguido pelos ministros Luiz Fux, Rosa Weber e pelo relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
O revisor do caso, ministro Lewandowski concordou com os colegas, mas disse que a questão “se revela muito problemática”. Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Fonte: Portal Conjur.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Admirável velho mundo novo.
Esta última segunda-feira, em mais um capítulo das palestras e debates sobre governança corporativa promovidos pela Associação Empresarial de Jaraguá do Sul – ACIJS (diga-se de passagem, interessante e importante iniciativa desta Diretoria no que concerne à contribuição aos seus associados para reflexão e aprendizagem no mundo empresarial), os presentes na plenária foram brindados pelas palavras do executivo e advogado Gerd Edgar Baumer.
Mais do que sua experiência sobre governança corporativa ou sucessão na gestão empresarial, tema da noite, o senhor Gerd Baumer demonstrou como a atenção, o foco, a preparação, o respeito e a transparência são importantes para a sobrevivência de uma empresa e para o relacionamento entre as pessoas. E tudo isso sem seja necessário perder a simplicidade.
Ao falar dos pequenos que visitam seu escritório, que alguns chamam de museu, segundo ele, e se espantam com a máquina de escrever sem a tecla “delete”, o senhor Baumer me fez lembrar das máquinas de escrever do meu pai que eu gostava de brincar, nas quais eu aprendi a datilografar (verbo que está em desuso). Quem lembra dos cursos de datilografia? E dos lápis borracha ou fitas especiais para apagar os erros datilográficos? Minha filha também se divertiu muito em uma dessas máquinas de escrever.
As palavras do senhor Baumer também me levaram a uns 13 ou 14 anos atrás quando minha filha, aos quatro ou cinco anos, “descobriu” os discos de vinil ou lps ou long play. “O que é isso, pai?” Foi na casa de praia dos meus pais, e eu peguei aquele “cd gigante de dois lados” e coloquei no toca-discos. E ela dançou com as músicas que eu e meus irmãos ouvíamos na infância do Balão Mágico, Trem da Alegria, Fofão, entre outros que não lembro agora. E escutou meus discos de adolescente da Blitz, Titãs, RPM, The B52’s, Michael Jackson, Midnight Oil, Hoodoo Gurus, entre tantos outros. Hoje, com um aparelho que toca estes “cds gigantes e pretos” lá em casa, volta e meia coloco algum bolachão para ouvir. Não consegui livrá-la completamente desses pseudo-sertanejo e pseudo-pagode que tocam hoje em dia, travestidos de universitários, mas ela conhece tanto os eruditos clássicos como Vivaldi e Bethoven como os clássicos do rock nacional e internacional.
A palestra do senhor Baumer lembrou-me também um livro do escritor argentino Ernesto Sabato, quando disse que hoje em dia as pessoas estão conectadas o tempo todo e boa parte da juventude se fala apenas pelos computadores, tabletes ou telefones celulares.
Sabato dizia, por exemplo, que a televisão nos tantaniza. Que ficamos na frente daquela tela brilhante como as mariposas ou mosquitos ficam se batendo na luz. Acredito eu que em alguns momentos nosso cérebro é cegado pelos raios de luzes e cores que saem das telas das televisões cada vez maiores.
Os sábios senhores Baumer e Sabato nos lembram que é importante termos tempo para apreciarmos o que está a nossa volta, sem aquela pressa e urgência que a tecnologia nos impôs. Quem hoje caminha com calma pelas nossas ruas e admira uma árvore, uma flor ou mesmo a forma de uma nuvem no céu?
Aproveito, encerrando, para fazer uma pergunta que me chamou a atenção paradoxalmente na internet: quando foi a última vez que você fez alguma coisa pela primeira vez?
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Transição de governo.
Texto de Fernanda Klitzke.
O resultado da democracia, confirmado nas urnas através do voto, é o marco inicial de uma Transição. No entanto, não é suficiente a disseminação da teoria de tudo aquilo que foi pautado durante a campanha eleitoral, através da distribuição de Planos de Governo; necessário sim, o esforço prático para a concretização de um dos passos mais importantes deste “novo tempo” que é a Transição de Governo.
Apesar da desatenção de muitos governantes para tal fato, o certo é que a instituição de equipe de transição pelo candidato eleito, criação de cargos e demais providências a serem tomadas concernentes à entrega da máquina pública ao novo Chefe do Poder Executivo, estão previstas em lei e assim devem ser observadas.
A equipe de transição deve ter como objetivo inteirar-se do funcionamento dos órgãos e entidades que compõem a Administração Pública e preparar os atos de iniciativa do novo representante, a serem editados imediatamente após a posse. Desta forma, os membros da equipe de transição deverão ser indicados pelo candidato eleito e terão acesso às informações relativas às contas públicas, aos programas e aos projetos do Governo que se encerra.
O Projeto de Lei nº 396/2007, atualmente tramitando na Câmara dos Deputados, visa que a equipe de transição administrativa seja mista, composta de participantes dos dois governos, com possibilidade de responsabilização dos membros da comissão por atos que culminem em queima de arquivo, danificação de equipamentos públicos e instalações, com todas as sanções administrativas cabíveis, além de multa e obrigação de reparar os danos causados, visando evitar tentativas de sabotar o novo governo. Que, aliás, também é uma forma de resguardar o gestor que deixa o cargo.
A recomendação é que desde o menor Município utilize-se desta postura, através da aprovação, de lei específica, de modo a implementar atos mínimos, como por exemplo, a elaboração de relatório pormenorizado da situação de cada uma das unidades administrativas, órgãos e entidades.
A designação de advogado com conhecimento em Direito Público e contador especialista em Finanças e Contabilidade Pública, para emissão de pareceres e certificações quanto ao valor das receitas e dívidas municipais e outras questões que demandem o conhecimento profissional, além da promoção de um inventário pormenorizado de todos os convênios e outros instrumentos congêneres, são essenciais para a consumação eficaz da Transição.
Em 2002, no último ano de mandato de Fernando Henrique Cardoso, o país testemunhou um dos mais civilizados atos da democracia; a formação de uma Comissão de Transição que teve por objetivo, de maneira transparente, entregar a máquina pública com um nível de conhecimento máximo sobre a situação dos direitos e obrigações que o Governo de Lula iria herdar. Exemplo a ser seguido!
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