Bacafá

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Controle absoluto

Eagle Eye no título original, produção EUA/Alemanha, de 2008.

Posso resumir em: 1984 ao extremo.

Vai que quem sabe um dia acontece mesmo. Afinal, George Orwell não estava assim tão errado quando fez suas previsões.

domingo, 12 de abril de 2009

Ensaio sobre a cegueira

Terminei, sexta-feira, a leitura do livro de José Saramago. Vi o filme no sábado. O filme é bom, mas incomparável ao livro. Os detalhes do livro, as discussões, as reflexões não são possíveis de passar ao filme, sob pena de termos uma película arrastada de três horas ou mais.

De todo modo, o livro é contundente. Um soco. A questão não é a improvável situação de todos ficarmos cegos de uma hora pra outra, mas o quanto somos cegos no dia a dia. E o quanto seríamos cegos dentro de circunstâncias violentas e inesperadas.

É o livro que se fecha, na última página, e ainda se fica pensando algum tempo, alguns dias, talvez algumas semanas sobre a história. Deglutindo e refletindo.

Lembrou A estrada, de Cormac, que já falei aqui. Só lembrou porque o li antes; penso que Cormac usou alguns elementos desse livro de Saramago. Pode ser só impressão minha, mas, para ficar no exemplo mais simples, os personagens não têm nomes. As discussões também tem muitos pontos em comum. Vale a pena ler os dois. Quem quiser ler meu comentário sobre A estrada, clique ali em cima no nome do livro.
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"... se antes de cada actro nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. Os bons e os maus resultados dos nossos ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma forma bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprová-lo, para congratular-nos ou pedir perdão, aliás, há quem diga que isso é que é a imortalidade de que tanto se fala."

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ortopé, ortopé, tão bonitinho...

Quem tem mais de 30 lembra desse jingle e dos anúncios publicitários da Ortopé.
O tempo passou e a imagem foi trabalhada. O vídeo abaixo é baseado na nostalgia de ser criança. No fundo, nos traz boas lembranças, ou, pelo menos, as lembranças boas.

Vi pela primeira vez no Criança & Mídia, blog interessante que recomendo. Vale a pena e o tempo.

Consuma, consuma, consuma...

Estou escrevendo esse texto no intervalo do fantástico (pois é, ninguém é perfeito...). E mais uma vez aquilo que é óbvio me deixou um pouco preocupado. Sei que anúncio publicitário serve pra vender. E sei que vender é essencial para o mundo capitalista poder sobreviver (apesar dos liberais mundo afora estarem relendo O Capital, de Karl Marx, ultimamente).

Só que essa voracidade sobre o consumidor algumas vezes assusta. Antes eram os idosos ou aposentados, alvo da publicidade de empréstimos consignados. De tantos filhos e netos se aproveitarem dessa facilidade, solicitando aos pais ou avós esse favor, e não pagarem as parcelas dos empréstimos, e de tanto os próprios aposentados passarem a utilizar esses empréstimos por serem induzidos pelos anúncios publicitários, o Governo teve que tomar medidas. Como pode se perceber, não há mais publicidade dessa natureza na televisão e no rádio.

O próprio Código de Defesa do Consumidor prevê determinadas limitações para a publicidade. Em especial para as crianças, muito suscetíveis às fantasias publicitárias.

Pois bem. O alvo agora são os jovens. Não é novidade, mas parece que agora a coisa está ficando ainda mais séria. Não são só os produtos que são massacrados diariamente para o jovem na mídia. O crédito está sendo oferecido como a coisa mais normal, simples e maravilhosa do mundo.

Em um intervalo do programa acima falado, apareceram dois anúncios seguidos: do Mastercard e do Banco ABN Real. Ambos direcionados aos universitários. Confiando nos universitários.

É bem possível, porém, que antes mesmo de se firmarem nos mercados profissionais que escolheram ou mesmo antes de terminarem seus cursos, os jovens universitários estejam já endividados.

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Em tempo: o projeto de lei n. 5921/01 simplesmente proíbe publicidade de produtos infantis, quaisquer que sejam, no horário compreendido entre as 7 e as 21 horas. Afinal de contas, como sempre defendi, a publicidade deve ser para os pais das crianças, que são as pessoas que devem decidir sobre o interesse, a necessidade e a disponibilidade financeira. Tem meu apoio.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Rótulos de cervejas antigas.

Rótulos de cervejas antigas de Jaraguá do Sul - SC.
Em breve, rótulos de cervejas antigas de outras cidades de Santa Catarina.

Razões de os casamentos mais antigos durarem tanto.

Indicação do amigo Vinícius Salai Floriani.
Antigamente as revistas davam as orientações corretas a suas leitoras. Assim, os casamentos tinham longevidade:
"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas". (Jornal das Moças, 1957)

"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo". (Revista Claudia, 1962)

"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa". (Jornal das Moças, 1965)

"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas,servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas". (Jornal das Moças, 1959)
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa". (Jornal das Moças, 1957)
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. ELE é quem decide - sempre". (Revista Querida, 1953)

"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil". (Jornal das Moças, 1958)
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido". (Jornal das Moças, 1957)

"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza". (Revista Querida, 1955)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Reféns dos filhos.

Texto do sociólogo e professor Victor Alberto Danich.

Vivemos numa sociedade na qual os adolescentes podem ser classificados como seres “sugadores”. Sugam com fruição tudo que os rodeia: seus pais e todos os objetos e afetos que os circundam. Como os elementos de conforto que encontram na casa lhes oferecem tudo fabricado e pronto, sua visão da existência se concretiza no ideal de poupar energias e evitar esforços. Toda a vida familiar gira em torno deles: Discutem-se os programas a selecionar, como deve ser compartido o uso do carro, se é necessário ter ou não celular, o tipo de vestimenta adequada para tal o qual festa, se aquela escola carece ou não de prestigio, ou simplesmente se a posse de determinados objetos os identificam com determinado grupo social.

A criança-adolescente, na sua posição de “sugador”, não percebe o esforço que é realizado por seus pais para a obtenção desses elementos de status, e faz a idéia que tudo chega às suas mãos da maneira mais fácil. Sua conduta de “sugador” logo o transformará num caçador incansável de status, tratará de acumular objetos de conforto para nunca sair dessa condição, que seguramente a incorporará como um projeto de vida.

No entanto, eles não são “pequenos monstros”, são apenas nossos filhos influenciados pela mobilidade social relativa, onde os meios de comunicação e os membros da mesma idade funcionam como agentes de formação, transmitindo e estimulando essa nova mentalidade de status. Na nossa sociedade existe uma tendência acentuada a generalizar os problemas na esfera psicológica. Tem-se futuro ou não, se é um triunfador ou um fracassado. Este processo se sintetiza no despertar cedo do jovem para a ambição e a vida adulta, usando-se um critério tanto otimista como desalentador. Otimista porque propõe metas que supostamente todos podem alcançar. Pessimista porque a exclusão atinge aqueles que não se enrolam na competição.

O jovem vê a sociedade como meio de conquista do que incorporação na mesma, onde esse impulso para “o grande salto” lhes permite assumir rapidamente o papel de adulto. Incorpora-se a mesma ambição de status: o carro o km, o celular próprio, as férias nos melhores centros recreativos. Termina-se assumindo uma espécie de jogo lúdico de adulto. Nessa fase de crescimento, existem muitos adolescentes que não apenas “imitam”, senão que “atuam” como adultos.

Por outro lado, os jovens rejeitam certos valores e aceitam outros. Rejeitam aqueles que exigem esforço e tempo de maturação, e assumem aqueles mais rápidos de assimilar: a conduta adulta exterior. Como escapar dessa armadilha? Como fazer acreditar a nossos filhos que existem outras formas de organizar a vida social? Será que devemos remodelar o rito de passagem para a vida adulta?

Quando a piada perde a graça.

Pelo menos pra quem a faz...

A apresentadora Eliana Michaelichin não conseguiu ter o seu recurso especial analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Dessa forma, ficou mantida decisão que condenou a apresentadora e a Rede Record de Televisão ao pagamento de indenização pelo uso indevido da imagem do jornalista Cid Moreira no programa “Tudo é Possível”.

Eliana e a rede de televisão foram condenadas ao pagamento de R$ 60 mil, pelos danos morais, e mais R$ 60 mil pelo uso indevido da imagem do jornalista, no programa exibido no dia 23/10/2005. Nele, apresentaram um boneco que imitava as feições e a voz de Cid Moreira e que interagiu durante toda a programação como se fosse o próprio.

No STJ, a apresentadora recorreu da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que não admitiu o recurso especial. Ela defendeu a impossibilidade de ser condenada pelo uso indevido de imagem, pois jamais utilizou-se da real imagem do jornalista, mas sim executou paródia, uma forma permitida na legislação, com a utilização de ser inanimado com características físicas que remetiam a ele. Requereu, assim, a redução do valor da condenação.

Ao decidir, o relator, desembargador convocado Vasco Della Giustina, destacou que afastar a caracterização do dano material à imagem e do dano moral demanda discordar dos fatos expressamente reconhecidos pela instância ordinária. Assim, acolher a tese do recurso é, também, por via transversa, investigar todo o conjunto fático-probatório dos autos, o que é inadmissível, conforme a Súmula 7 do STJ.

Quanto à indenização, o desembargador convocado considerou que não se revela exagerado ou desproporcional às peculiaridades da espécie, não se justificando a intervenção do STJ. Dessa decisão ainda cabe recurso.

Se toda paródia fosse condenada muito humorista ficaria devendo por gerações...
Como diria o próprio Cid: "Puxa, Mr. M, isso é fantástico!"

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Terremoto na Itália.

Impressionante o terremoto que atingiu a Itália.
Vidas e história (monumentos e edificações) perdidas.
Os últimos números apontam para mais de 100 mortos e mais de 100 mil desabrigados.

Fotos podem ser vistas aqui:

Portal Terra: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3686459-EI8142-ABG,00.html

Portal IG: http://ultimosegundo.ig.com.br///multimidia//galeria_de_fotos/2009/04/06/terremoto_na_italia_369906.html

Portal BBC: http://news.bbc.co.uk/2/hi/in_pictures/7984969.stm

Pesadelo do cão.

Às vezes a gente acorda no susto, por conta de um sonho ou pesadelo.
Mas um cachorro sonhando tão alopradamente eu nunca tinha visto.



Vi pela primeira vez no Paralelepípedo que faltava.

domingo, 5 de abril de 2009

Descanso.


By Gabriela Lopes.

INRI Cristo

E por falar em igreja, concordo com o Piangers:

"Nem Pretinho Básico, nem Pânico, nem CQC, nem Casseta e Planeta, nem Pampa Cats.
O grupo de comédia mais GENIAL do Brasil, hoje, é liderado pelo Inri Cristo.
Eu tenho CERTEZA que um dia alguém vai descobrir que a seita do Inri NA VERDADE É UMA REUNIÃO DE ROTEIRISTAS DE COMÉDIA, pensando idéias geniais pra entrevistas, discursos, participações em programas e versões de músicas internacionais."

Do blog Cala a boca, Piangers.

Pra confirmar a teoria:



Fico pensando, cá com meus botões, se alguém leva esse cara a sério. Bom... levam tanta gente a sério, tantas teorias e tantas outras histórias metafísicas por aí, que não duvido de mais nada.

sábado, 4 de abril de 2009

Juízes e suas sentenças.

Alguns magistrados definitivamente não têm nenhum respeito pelo trabalho dos advogados. A impressão que passam, através de suas sentenças, é que ou são causídicos frustrados ou são juízes inconformados com o sucesso alheio.

A advocacia é, sem dúvida, uma das profissões mais bonitas que existem (sou suspeito, eis que a coloco em primeiro lugar ante tudo que a envolve). Entretanto, quando se depara com certas decisões dá um verdadeiro desânimo. Menos mau que os tribunais, na maioria das vezes que isso acontece, não fecha seus olhos.

Estou falando, hoje, especificamente daquelas decisões onde os sentenciantes, apesar do trabalho e dos valores envolvidos, determinam honorários ridículos e irrisórios. Vejam a notícia:

"A quantia fixada pelas instâncias ordinárias a título de honorários advocatícios somente pode ser alterada se demonstrado o exagero ou quando fixada de forma irrisória, sob pena de incidência da Súmula 7 do STJ. Com essa observação, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, por unanimidade, aumentou de R$ 500,00 para R$ 100 mil os honorários que devem ser pagos a advogados do Rio de Janeiro num processo da Companhia Fluminense de Habitação (Cofluhab) contra a Caixa Econômica Federal (CEF), cujo valor da causa era de aproximadamente R$ 5 milhões em 1999.

"Havendo dúvida sobre a liquidez da dívida e impedido o juiz de aferir o quantum a ser executado, há que ser reconhecida a nulidade da execução”, afirmou o TRF. Determinou, ainda, o pagamento de honorários no valor de R$ 500 aos advogados da companhia. Ambas as partes interpuseram embargos de declaração, mas foram rejeitados. Posteriormente, a companhia entrou novamente com embargos, mas foram rejeitados.


No recurso para o STJ, a Confluhab alegou violação dos artigos 20, parágrafos 3º e 4º, e 535 do Código de Processo Civil, além de apontar a existência de dissídio jurisprudencial. O recurso foi provido. “Nas causas em que não há condenação, os honorários advocatícios devem ser fixados com base nos parâmetros do artigo 20, parágrafo 4º, do Código de Processo Civil, consoante apreciação equitativa do Juiz”, observou a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi.

Segundo destacou a relatora, nos casos de apreciação equitativa dos honorários, o julgador deve basear-se nos seguintes parâmetros: a) o grau de zelo do profissional; b) o lugar de prestação do serviço; c) a natureza e importância da causa, o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu serviço; não ficando restrito aos limites percentuais mínimo e máximo previstos para os casos em que há condenação.

Ao dar provimento ao recurso, a ministra afirmou que a decisão do tribunal carioca limitou-se a transcrever o disposto no parágrafo 4º do artigo 20 do CPC, sem, todavia, esmiuçar as razões que o levaram a estabelecer em R$ 500,00 o valor da verba honorária, nem um pouco razoável, pois não reflete a importância da causa nem se mostra compatível com a responsabilidade que recaiu sobre os patronos da recorrente. “Constata-se que os advogados da recorrente têm atuado há aproximadamente 10 anos com zelo e diligência, período durante o qual opuseram os imprescindíveis embargos do devedor e interpuseram, oportunamente, os recursos cabíveis”, asseverou.

A ministra destacou que o provimento de um destes, o apelo, acarretou a reforma da sentença que havia julgado improcedente o pedido formulado nos embargos à execução e terminou por extinguir a execução de um título de aproximadamente R$ 5 milhões (valores de 1999).”Em que pese o êxito dos embargos ter sido obtido mediante a alegação de que os cálculos apresentados pela recorrida eram confusos e não demonstravam com exatidão o valor da dívida, não representando, portanto, uma solução definitiva sobre a inexistência de um crédito que porventura possa ser exigido por outra via, é inarredável a conclusão de que, se não fosse o trabalho desempenhado pelos advogados, a recorrente teria sido constrangida a pagar o valor pleiteado pela recorrida”, concluiu Nancy Andrighi."

Fonte: STJ. Notícia remetida pelo advogado Edemar Utpadel.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Ah, se fosse o Lula...

... a quebrar o protocolo de não se tocar na Rainha da Inglaterra.


A imprensa tupininquim - e não só a imprensa - adoraria fazer um escarcéu chamando o Presidente brasileiro de ignorante, desinformado, indelicado, sem-noção, ou de coisas piores.

Entretanto, o nosso PIG achou lindo o gesto da primeira dama norte-americana. Foi um gesto ousado e encantador, conforme uma "colonista" do Bom Dia Brasil. Aquela mesma que adora achincalhar o Presidente brasileiro e as coisas do Brasil; a mesma que adora prever catástrofes para a economia brasileira ou que enxerga só coisa ruim nas políticas sociais do país. A especialista.

Tenho a maior curiosidade de saber o que falariam se o abraço fosse do Lula...

Em tempo:

1 - "Colonista" foi um termo cunhado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim para se referir aos colunistas que tratam o Brasil como uma colônia do tempo do império.

2 - Não tenho absolutamente nada contra a senhora primeira dama dos EUA e muito menos contra o gesto dela. Ao contrário, nutro simpatia por ela e pelas conquistas do seu marido. O texto reflete apenas uma indignação sobre como a nossa imprensa trata as situações com uma medida e dois pesos.

3 - Para saber o que é PIG, basta clicar na palavra lá em cima.

O papa que não é pop.

Requentando assunto, que já foi muito bem tratado em diversos blogs, inclusive em alguns dos indicados aí do lado.
Como não quero repetir - e sem o mesmo brilhantismo dos amigos - fica apenas a pergunta do dia:

Se Bento 16 é o representante maior de deus na terra, e se deus misericordiosamente defende a vida, por que o papa que não é pop não defende o uso de camisinha, quando se sabe que só na África a AIDS já matou mais de 25 milhões de pessoas?

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Cineclube de Jaraguá do Sul

Indicação do incansável lutador e defensor da cultura na região, Carlos Henrique Schroeder.

Profissão: repórter, um filme de Michelangelo Antonioni, com Jack Nicholson e Maria Schneider.

Melhor filme europeu e melhor diretor no Bodil Awards.
Indicado à Palma de Ouro em Cannes.
Melhor fotografia e melhor diretor pelo Italian National Syndicate of Film Journalists.
Melhor ator estrangeiro no Sant Jordi Awards.

Sessão no dia 8 de abril, quarta-feira, 19h30min, no Teatro do novo SESC Jaraguá do Sul.
Rua Jorge Czerniewicz, 633, Czerniewicz, Jaraguá do Sul - SC.

Entrada franca

Sinopse: Quando um viajante morre repentinamente, o esgotado jornalista David Locke assume sua identidade. Utilizando a agenda do homem morto como guia, Locke viaja pela Europa e África, fazendo reuniões com perigosos negociantes de armas e se apaixonando por uma jovem charmosa. Mas sua excitante recém-descoberta liberdade carrega um preço fatal: Locke gradualmente percebe que está num beco sem saída.

Site oficial: http://www.thepassengerfilm.com/
Trailer do filme: www.youtube.com/watch?v=volhZh9JQ4o

Logo após a sessão, debate com os curadores do Cineclube, Carlos Henrique Schroeder e Gilmar Antônio Moretti.

Cineclube de Jaraguá do Sul, o espaço de cinema de arte na região, filiado ao MPLC BRASIL, em conformidade com as leis de reprodução e direitos autorais.

Profissão: Repórter
(Professione: Reporter, 1975 ou The Passenger)
» Direção: Michelangelo Antonioni
» Roteiro: Mark Peploe (história / roteiro), Peter Wollen (roteiro), Michelangelo Antonioni (roteiro)
» Gênero: Drama
» Origem: Estados Unidos/França/Itália
» Duração: 119 minutos

Futuro do Brasil

Recebi a foto abaixo da minha amiga Carina D. Balvedi:


Estudantes do ensino médio da rede estadual de Vila Velha (ES) protestando contra a ampliação da carga horária nas aulas.Até pode ser que estes alunos não tivessem condições adequadas para um estudo produtivo, mas o que parece é que não se esforçaram em nada nas aulas de língua portuguesa.
Podemos brincar com o jogo dos vários erros.
Seria cômico se não fosse trágico.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Blitz - Dali de Salvador

Música da semana.

Blitz foi o primeiro fenômeno no cenário de rock do Brasil. Com seu jeito escrachado abriu as portas para praticamente todas as bandas que estouraram na década de 80.

Uma das músicas que mais gosto, e que tem uma das poucas letras poéticas do grupo, é Dali de Salvador. Vale a pena curtir e viajar. Com vocês, Evandro Mesquita e sua trupe:

 Blitz - Dali De Salvador

Um trilhão de dólares.

Recebi através de e-mail do amigo Adriano Skovronski:
O que lhe parece 1 trilhão de dólares? Toda essa conversa de "pacote de estímulos" e "salvamentos financeiros..."1 bilhão de dólares...100 bilhões de dólares...800 bilhões de dólares...1 TRILHÃO de dólares...O que isso significa?

Bem, vamos começar com uma nota de $100 dólares. Atualmente, é a maior nota em circulação nos E.U.A. Muitas pessoas já viram uma delas, poucos possuem uma no bolso, e é garantia de fazer amigos onde quer que se vá.



Um pacote de cem notas de $ 100 dólares é inferior a 1/2 polegada de espessura e contém $ 10.000 dólares. Encaixa facilmente no seu bolso e é mais do que suficiente para uma semana ou duas de diversão da melhor (ou pior) espécie.

Acredite ou não, esta pequena pilha abaixo é de US$ 1 milhão de dólares (100 pacotes de $ 10.000). Você poderia colocar esta quantia em um saco de papel de supermercado e passear por aí com ele facilmente.


Enquanto que a merreca de $ 1 milhão parece bem inexpressiva, $ 100 milhões é um pouco mais respeitável. Ele se encaixa perfeitamente em um palete de madeira padrão, veja:

E $ 1 bilhão de dólares... agora parece que estamos chegando a algum lugar...

Em seguida, vamos olhar para um trilhão de dólares. Este número é o que temos ouvido nos últimos meses nas notícias do mercado financeiro e sobre a crise mundial. O que é um trilhão de dólares? Trata-se de um milhar de milhões. É o número 1 seguido por 12 zeros. Está pronto para isto? É bastante surpreendente.
Senhoras e senhores ... Eu lhes apresento o tamanho de $ 1 trilhão de dólares ...
(E repare que os paletes são pilhas duplas)

Portanto, da próxima vez que você ouvir alguém falar por aí de "trilhões de dólares" ... é disso que eles estão falando.

Meu comentário: não diziam por aí, antes da tal crise mundial, que com alguns milhões de dólares conseguiriam frear a fome mundial? Parecia tão mais simples do que mexer com tantos paletes duplos de dinheiro!!