
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Eutanásia.
Vendo o dilema da família da italiana a respeito de sua filha em coma há 18 anos, recuperei um texto escrito faz mais ou menos um ano, no meu antigo blog.
Sofrer faz parte da vida. Mas quando se fala de sofrimento físico, prolongar o sofrimento, prolongando-se a vida de pacientes terminais, provoca-se acaloradas discussões. Apega-se muito à vida e teme-se, ainda mais, a morte. E há a esperança. Além das questões éticas e legais. Nessa linha, a regulamentação da ortotanásia e da eutanásia não seria um progresso da humanidade? Não seria um ato de amor, apesar de ser um atalho para a morte? Não seria dar um fim mais digno a quem sofre?
No Brasil a eutanásia caracteriza homicídio. Entretanto, em alguns países, a exemplo de Holanda, Bélgica e Uruguai, além do Estado do Oregon, nos EUA, tal prática é permitida. Na Suíça permite-se o suicídio assistido. Eutanásia pode ser traduzido como boa morte, morte doce ou morte adequada. As questões continuam.
Agora a Itália inova e progride, eis que, através de uma decisão judicial, dá paz a uma pessoa em estado vegetativo há quase duas décadas e a seus familiares. Questão de humanidade a todos.
Sofrer faz parte da vida. Mas quando se fala de sofrimento físico, prolongar o sofrimento, prolongando-se a vida de pacientes terminais, provoca-se acaloradas discussões. Apega-se muito à vida e teme-se, ainda mais, a morte. E há a esperança. Além das questões éticas e legais. Nessa linha, a regulamentação da ortotanásia e da eutanásia não seria um progresso da humanidade? Não seria um ato de amor, apesar de ser um atalho para a morte? Não seria dar um fim mais digno a quem sofre?
No Brasil a eutanásia caracteriza homicídio. Entretanto, em alguns países, a exemplo de Holanda, Bélgica e Uruguai, além do Estado do Oregon, nos EUA, tal prática é permitida. Na Suíça permite-se o suicídio assistido. Eutanásia pode ser traduzido como boa morte, morte doce ou morte adequada. As questões continuam.
Agora a Itália inova e progride, eis que, através de uma decisão judicial, dá paz a uma pessoa em estado vegetativo há quase duas décadas e a seus familiares. Questão de humanidade a todos.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Em outros tempos...
Por falar em cigarros, eis um anúncio publicitário e um produto politicamente incorretos:

A dúvida é: será que esse tipo de produto leva as crianças a serem fumantes na adolescência, juventude ou vida adulta? Ou será apenas uma preocupação exagerada da sociedade? Tenho amigos que comeram o tal chocolate e viraram fumantes e outros que também comeram e não viraram, inclusive eu.
E se comer cigarros de chocolate aumenta a propensão ao hábito de fumar, comer moedinhas de chocolate na infância deixa o guloso rico quando crescer??

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Lei de Zeca Pagodinho x Lei de Gérson
Há alguns anos, alguns bons anos, não lembro exatamente quanto, Gérson, o canhotinha de ouro da seleção tri-campeã de futebol, foi o protagonista de um anúncio publicitário dos cigarros Vila Rica.
Nesse anúncio, como vocês podem conferir abaixo, o ex-jogador, fumando um Vila Rica, ensinava que o importante era levar vantagem em tudo. “Gosto de levar vantagem em tudo. Leve você também”. Claro, a conotação não era bem essa que acabou assumindo no dito popular...
Daí, entretanto, para o brasileiro aproveitar o jargão e querer, literalmente, levar vantagem em tudo, foi um passo. E isso ficou conhecido como a Lei de Gérson: o importante é levar vantagem. Não interessava se estamos nos furtando de nossas responsabilidades, se estávamos enganando ou prejudicando alguém, se era contra a lei. Nada mais importava, afinal, a questão era levar vantagem em tudo.
Muito tempo depois assisti a uma entrevista do craque e ele falou que se arrepende de poucas coisas na vida. Uma delas a de estrelar este comercial. Falou que foi ingênuo e que jamais pensou que pudesse repercutir tão forte e negativamente.
Pois bem. De lá pra cá muita coisa mudou. Óbvio, não por culpa do Gérson, mas por culpa da natureza humana, da impunidade e, em minha opinião, da frouxidão na educação das crianças. Não só os diversos problemas na educação escolar, dos quais já estamos cansados de ouvir falar e de ver que nossas autoridades nada fazem. Mas, principalmente, pela falta de educação do dia a dia, de palavras como bom dia, obrigado, por favor; de respeito aos mais velhos; de respeito às regras mais simples.
E nessa sucessão de mudanças não muito agradáveis, foi promulgada uma nova lei: a Lei de Zeca Pagodinho. Mais grave e contundente que a Lei de Gérson.
Por essa lei, não importa o que se falou ou o que se contratou: se alguém aparecer com algo melhor, engole-se o que foi dito ou rasga-se o contrato e pula-se para o outro barco.
Pelo menos foi isso que transpareceu com o episódio dos anúncios publicitários da Nova Schin e da Brahma tendo como garoto propaganda o Sr. Jesse Gomes da Silva Filho, conhecido artisticamente como Zeca Pagodinho.
Assim, o que se vê é um upgrade da Lei de Gérson. A Lei de Zeca Pagodinho é para quem não tem vergonha na cara e quebra qualquer contrato, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E depois ainda tripudia do outro contratante ao fazer propaganda ridicularizando-o. Cousas de quem não tem educação. Não aquela dos bancos escolares; a outra.
Entretanto, para redimir um pouquinho a população séria, absoluta maioria, em uma ação indenizatória que Primo Schincariol Indústria de Cerveja e Refrigerantes entrou contra Jesse Gomes da Silva Filho e sua produtora, pela quebra de contrato, o juiz determinou uma condenação em favor daquela em 930 mil reais por danos materiais e mais 930 mil reais por danos morais em decisão de primeira instância.
Nesse anúncio, como vocês podem conferir abaixo, o ex-jogador, fumando um Vila Rica, ensinava que o importante era levar vantagem em tudo. “Gosto de levar vantagem em tudo. Leve você também”. Claro, a conotação não era bem essa que acabou assumindo no dito popular...
Daí, entretanto, para o brasileiro aproveitar o jargão e querer, literalmente, levar vantagem em tudo, foi um passo. E isso ficou conhecido como a Lei de Gérson: o importante é levar vantagem. Não interessava se estamos nos furtando de nossas responsabilidades, se estávamos enganando ou prejudicando alguém, se era contra a lei. Nada mais importava, afinal, a questão era levar vantagem em tudo.
Muito tempo depois assisti a uma entrevista do craque e ele falou que se arrepende de poucas coisas na vida. Uma delas a de estrelar este comercial. Falou que foi ingênuo e que jamais pensou que pudesse repercutir tão forte e negativamente.
Pois bem. De lá pra cá muita coisa mudou. Óbvio, não por culpa do Gérson, mas por culpa da natureza humana, da impunidade e, em minha opinião, da frouxidão na educação das crianças. Não só os diversos problemas na educação escolar, dos quais já estamos cansados de ouvir falar e de ver que nossas autoridades nada fazem. Mas, principalmente, pela falta de educação do dia a dia, de palavras como bom dia, obrigado, por favor; de respeito aos mais velhos; de respeito às regras mais simples.
E nessa sucessão de mudanças não muito agradáveis, foi promulgada uma nova lei: a Lei de Zeca Pagodinho. Mais grave e contundente que a Lei de Gérson.
Por essa lei, não importa o que se falou ou o que se contratou: se alguém aparecer com algo melhor, engole-se o que foi dito ou rasga-se o contrato e pula-se para o outro barco.
Pelo menos foi isso que transpareceu com o episódio dos anúncios publicitários da Nova Schin e da Brahma tendo como garoto propaganda o Sr. Jesse Gomes da Silva Filho, conhecido artisticamente como Zeca Pagodinho.
Assim, o que se vê é um upgrade da Lei de Gérson. A Lei de Zeca Pagodinho é para quem não tem vergonha na cara e quebra qualquer contrato, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E depois ainda tripudia do outro contratante ao fazer propaganda ridicularizando-o. Cousas de quem não tem educação. Não aquela dos bancos escolares; a outra.
Entretanto, para redimir um pouquinho a população séria, absoluta maioria, em uma ação indenizatória que Primo Schincariol Indústria de Cerveja e Refrigerantes entrou contra Jesse Gomes da Silva Filho e sua produtora, pela quebra de contrato, o juiz determinou uma condenação em favor daquela em 930 mil reais por danos materiais e mais 930 mil reais por danos morais em decisão de primeira instância.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Piauí e suas caras.
Quando estava na escola aprendi que Piauí é um Estado nordestino pouco lembrado, terceiro em tamanho entre os Estados daquela região, com uma bandeira a la Estados Unidos da América e cuja capital muitas vezes se esquece (arrá... esqueceu, né? Aí vai: Teresina).
Depois de adulto (eu), chegou-me às mãos uma publicação nova, uma revista com diversos tipos de histórias, de um jornalismo diferente, onde a notícia não é o mais importante. Era piauí (assim mesmo, tudo em minúsculas). Uma revista pra ler em qualquer lugar. Passa na banca e compra uma ou dá uma navegada por aqui. Essa foto aí do lado é capa da primeira revista, que li e guardo.
Essas são as caras boas do/da Piauí.
Não tenho visto muita televisão ultimamente, e soube, na quarta-feira e por alto, nos noticiários da noite (aqueles últimos das tvs abertas), que houve atos de vandalismo na comunidade de Paraisópolis em São Paulo. Geograficamente a situação, por si só é praticamente um quadro de Salvador Dalí, eis que a favela está cercada por um dos bairros mais nobres da cidade, o Morumbi. Ocorre que por causas que ainda não compreendi, segunda-feira foi o dia de cão daquela região. Um bando de marginais (que em hipótese alguma podemos confundir com todos os moradores de lá) simplesmente depredou de tudo um pouco. As cenas na televisão foram dantescas.
E tudo, ao que parece ou a polícia divulga, comandado por um certo marginal conhecido pela alcunha de Piauí.
Um Piauí qualquer que se aproveitou da inoperância e ausência do Estado, em sentido lato, nas comunidades pobres, ou mais especificamente, na sua comunidade pobre, para comandar uma "rebelião popular" que, na realidade, pode ser chamada, com muito mais propriedade, de "barbárie de bandidos".
Esse é o Piauí que não nos faz falta e cuja posição geográfica ou literária deveria ser dentro de uma cela.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Lily Allen
Essa descobri no por acaso.
Lily Allen vai lançar, em fevereiro, um novo álbum, It's not me, it's you, e, como o anterior, tem boas músicas. Compromisso com a diversão. Para ter uma idéia do que vem por aí, acesse o MySpace da cantora.
Never gonna happen tem uma entrada diferente, meio jazz, meio tango. Vale a pena. As outras também e algumas têm umas letras até engraçadas.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
FEMUSC
Nessa última segunda-feira fui a uma das apresentações do FEMUSC - Festival de Música de Santa Catarina, que está ocorrendo aqui em Jaraguá do Sul, no teatro, no shopping, nas praças, na igreja, e que traz professores e alunos de pelo menos 18 países para uma troca de idéias e experiências.
O que vale dizer, contudo, é algo mais simples. Não sou nenhum grande conhecedor de música, quanto mais erudita, mas se fazer presente em eventos culturais desta (ou de qualquer outra) natureza representa duas coisas: a primeira, individualmente é sempre um extensor de mente, onde, na maioria das vezes, saímos diferente do que entramos. E se acumularmos cultura e novidades passamos a ver a vida um pouco diferente, talvez sem a pressa que nos assola e nos agonia. A segunda, coletivamente, é o desenvolvimento da sociedade como um todo, é a congregação artística e intelectual que sempre gera frutos. Bons frutos.
Outro ponto interessante é que muitas vezes reclamamos que aqui ou ali não existem movimentos culturais, ou mesmo eventos neste sentido. E quando acontecem ficamos acomodados com a bunda no sofá na frente da televisão assistindo novela, jornal (sempre com as mesmas notícias) ou bbb. Enquanto isso o mundo acontece lá fora e os eventos que dizemos que gostaríamos de prestigiar terminam. Às vezes sequer voltam a acontecer por falta de público.
Assim, àqueles que puderem participar, vão! Se puderem participar em outros, vão também! O futuro agradece.
O que vale dizer, contudo, é algo mais simples. Não sou nenhum grande conhecedor de música, quanto mais erudita, mas se fazer presente em eventos culturais desta (ou de qualquer outra) natureza representa duas coisas: a primeira, individualmente é sempre um extensor de mente, onde, na maioria das vezes, saímos diferente do que entramos. E se acumularmos cultura e novidades passamos a ver a vida um pouco diferente, talvez sem a pressa que nos assola e nos agonia. A segunda, coletivamente, é o desenvolvimento da sociedade como um todo, é a congregação artística e intelectual que sempre gera frutos. Bons frutos.
Outro ponto interessante é que muitas vezes reclamamos que aqui ou ali não existem movimentos culturais, ou mesmo eventos neste sentido. E quando acontecem ficamos acomodados com a bunda no sofá na frente da televisão assistindo novela, jornal (sempre com as mesmas notícias) ou bbb. Enquanto isso o mundo acontece lá fora e os eventos que dizemos que gostaríamos de prestigiar terminam. Às vezes sequer voltam a acontecer por falta de público.
Assim, àqueles que puderem participar, vão! Se puderem participar em outros, vão também! O futuro agradece.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
CHIPS...
Das antigas... Quem lembra desse seriado com os policiais Baker e Poncerello e suas inseparáveis motocicletas?
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Novo blog cultural para acompanhar.
Já está no ar o Blog do Tio Gel, que vai tratar de literatura, música e arte de toda forma.
Mais um que vale a pena e o tempo:
http://www.tiogel.blogspot.com/
Mais um que vale a pena e o tempo:
http://www.tiogel.blogspot.com/
sábado, 31 de janeiro de 2009
Grupo RBS na mira do MPF
A Folha publicou na sua edição de terça-feira uma notícia que merece ser reproduzida. O texto, assinado por Pablo Solano, da Agência Folha, informa que o Ministério Público Federal de Santa Catarina quer anular a venda do jornal A Notícia, de Joinville, para o grupo RBS.
Eis o texto na íntegra:
"O Ministério Público Federal em Santa Catarina ingressou com ação civil pública para anular a venda do jornal "A Notícia", de Joinville, para o grupo RBS. Segundo a Procuradoria, a RBS se tornou dona de quatro diários catarinenses. A ação quer ainda obrigar a RBS a vender 4 de suas 6 emissoras de TV em SC. O Cade (Conselho de Defesa Econômica), que autorizou a venda, também vai responder ao processo, assim como o ex-controlador do jornal, Moacir Thomazi. A RBS é acusada de obrigar distribuidores e vendedores de jornais a não comercializarem publicações de outras empresas. A RBS diz que "todas as operações e veículos do grupo em Santa Catarina atendem minuciosamente às especificações legais". Thomazi afirma que todas as questões jurídicas do negócio são de responsabilidade do comprador".
Essa informação não é novidade cá em Santa Catarina. O fato é que, desde que A Notícia, tradicional jornal de Joinville, foi vendido há cerca de dois anos, ficou evidente que o grupo RBS se tornou o dono quase que absoluto da mídia (jornais, rádios e emissoras de televisão) cá no sul.
Em Florianópolis, há o jornal Notícias do Dia, que ainda resiste bravamente nessa disputa por leitores, mas tem pouquíssima influência. Os quatro diários catarinenses são do Grupo RBS. Há ainda as emissoras de rádio - Itapema, CBN, Atlântida FM, a TVCOM, a RBS/TV, mais as filiais no interior do Estado.
Com esse monopólio quem perde são os leitores e nós, jornalistas. Os leitores porque ficam sem opção, sem escolha. As notíciais - muitas - são publicadas sem a cuidadosa apuração dos fatos, deixando visível o comprometimento com os fortes grupos empresariais, com os poderes estaduais, municipais, com o legislativo...
E os profissionais da mídia porque fazem matérias para os jornais que são aproveitadas nas rádios, nas emissoras de televisão e, temendo o desemprego, se submetem a serem tristemente explorados. É claro que há as exceções de sempre. E, se há um domínio quase total do Grupo RBS, os cursos de jornalismo proliferam (até bem pouco tempo havia dez faculdades de jornalismo em todo o Estado). Ou seja, há muitos profissionais recem formados dispostos a pegarem o primeiro emprego e, com escassas opções, se submetem aos pesados esquemas do Grupo RBS.
Fonte: Balaio de siri - http://balaiodesiri.blogspot.com/2009/01/rbs-na-mira-do-ministrio-pblico.html ou http://balaiodesiri.blogspot.com/
Eis o texto na íntegra:
"O Ministério Público Federal em Santa Catarina ingressou com ação civil pública para anular a venda do jornal "A Notícia", de Joinville, para o grupo RBS. Segundo a Procuradoria, a RBS se tornou dona de quatro diários catarinenses. A ação quer ainda obrigar a RBS a vender 4 de suas 6 emissoras de TV em SC. O Cade (Conselho de Defesa Econômica), que autorizou a venda, também vai responder ao processo, assim como o ex-controlador do jornal, Moacir Thomazi. A RBS é acusada de obrigar distribuidores e vendedores de jornais a não comercializarem publicações de outras empresas. A RBS diz que "todas as operações e veículos do grupo em Santa Catarina atendem minuciosamente às especificações legais". Thomazi afirma que todas as questões jurídicas do negócio são de responsabilidade do comprador".
Essa informação não é novidade cá em Santa Catarina. O fato é que, desde que A Notícia, tradicional jornal de Joinville, foi vendido há cerca de dois anos, ficou evidente que o grupo RBS se tornou o dono quase que absoluto da mídia (jornais, rádios e emissoras de televisão) cá no sul.
Em Florianópolis, há o jornal Notícias do Dia, que ainda resiste bravamente nessa disputa por leitores, mas tem pouquíssima influência. Os quatro diários catarinenses são do Grupo RBS. Há ainda as emissoras de rádio - Itapema, CBN, Atlântida FM, a TVCOM, a RBS/TV, mais as filiais no interior do Estado.
Com esse monopólio quem perde são os leitores e nós, jornalistas. Os leitores porque ficam sem opção, sem escolha. As notíciais - muitas - são publicadas sem a cuidadosa apuração dos fatos, deixando visível o comprometimento com os fortes grupos empresariais, com os poderes estaduais, municipais, com o legislativo...
E os profissionais da mídia porque fazem matérias para os jornais que são aproveitadas nas rádios, nas emissoras de televisão e, temendo o desemprego, se submetem a serem tristemente explorados. É claro que há as exceções de sempre. E, se há um domínio quase total do Grupo RBS, os cursos de jornalismo proliferam (até bem pouco tempo havia dez faculdades de jornalismo em todo o Estado). Ou seja, há muitos profissionais recem formados dispostos a pegarem o primeiro emprego e, com escassas opções, se submetem aos pesados esquemas do Grupo RBS.
Fonte: Balaio de siri - http://balaiodesiri.blogspot.com/2009/01/rbs-na-mira-do-ministrio-pblico.html ou http://balaiodesiri.blogspot.com/
Jennifer Aniston recusa US$ 4 milhões
A atriz Jennifer Aniston, 39, recusou US$ 4 milhões (cerca de R$ 9,2 milhões) para posar nua na revista "Playboy". O convite foi feito diretamente pelo criador e dono da revista, Hugh Hefner despois que ele a viu na capa da revista "GQ", em que aparece usando somente uma gravata.Considerando, ainda, a participação nas vendas da revista, o pagamento poderia chegar a US$ 10 milhões (cerca de R$ 23 milhões).
Infelizmente para seus fãs e muitos outros marmanjos ela recusou a proposta do milionário.
Será que tem alguma beldade no Brasil que vale US$ 10 milhões para posar nua numa revista masculina? Bom, considerando que tem muita ex-isso e ex-aquilo partindo para nova carreira nos "filmes adultos", não se pode duvidar de nada...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Os ladrões idiotas...
O crime não compensa... pelo menos na Nova Zelândia.
(Nem a apresentadora se agüenta).
(Nem a apresentadora se agüenta).
Por que não te calas, Pelé??
Parafraseando o Rei da Espanha, peço ao Rei do Futebol que pense um pouco mais antes de sair falando besteiras. Coisa, aliás, que o melhor jogador de futebol de todos os tempos é prodígio em fazer.
Falar publicamente, para diversas redes de televisão e rádio, que o Robinho causa vergonha e dificuldades ao futebol e povo brasileiros, e que deveria, assim como outros jogadores desregrados, ter como parâmetro sua vida é, no mínimo, burlesco. Afinal, o Rei não tem muito do que se honrar quando nega a paternidade de sua própria filha que, inclusive, já foi declarada pela Justiça - e que é a cara dele. Parece-me hipocrisia ou oportunismo. E Pelé não precisa disso.
Falar publicamente, para diversas redes de televisão e rádio, que o Robinho causa vergonha e dificuldades ao futebol e povo brasileiros, e que deveria, assim como outros jogadores desregrados, ter como parâmetro sua vida é, no mínimo, burlesco. Afinal, o Rei não tem muito do que se honrar quando nega a paternidade de sua própria filha que, inclusive, já foi declarada pela Justiça - e que é a cara dele. Parece-me hipocrisia ou oportunismo. E Pelé não precisa disso.Pior, condenar o jovem jogador com base em notícias ou informações noticiosas é, pelo menos, temerário. A acusação de estupro contra Robinho sequer tinha sido confirmada pelo Manchester City, time do boleiro, quando Pelé abriu sua bocarra inconseqüente.
Nunca aprendeu - logo ele, figura pública escolada - que todos são inocentes até que se prove o contrário? 

Não sei se Robinho fez o que dizem. Se fez, deve ser punido. Se não fez, é mais uma especulação em cima de jogador milionário, coisa comum ultimamente. Cabe à Justiça inglesa apurar. Até lá nenhuma pessoa tem o direito de dar lição de moral e ofender com base em frágeis suposições.
Cala-te Pelé. Vai jogar bola. Vai fazer propaganda para Copa 2014. Só não fique falando bobagens ou pré-julgando as pessoas.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Fargo da vida real.
Se não viu o filme Fargo, dos irmãos Coen, veja que vale a pena. Faz muito tempo que o vi e é a Lei de Murphy levada ao extremo: se pode dar errado, vai dar errado. Meio Schopenhauer: nada está tão ruim que não possa ficar pior. Basicamente a Comédia dos erros, de Shakespeare, só que com traços violentos e trágicos.
Infelizmente me deparo, vendo as notícias na televisão, a tragédia, no Rio de Janeiro, que acometeu um aposentado que sofria de depressão. Luiz Gonzaga da Silva, de 54 anos, sentiu-se mal e a família chamou o SAMU que não veio. Desesperados, os familiares resolveram levá-lo ao posto de saúde e - surpresa!! - lá não havia médico!!! Seguiram, então, e mais desesperados, para o hospital. No meio do caminho o veículo caiu num buraco de mais de dois metros de largura. E por que o motorista não viu tão gigantesca cratera na via pública (que, segundo moradores do local, já estava lá há mais de dois anos)? Porque a água encobria, já que não houve vazão suficiente da última chuva. Ligaram mais uma vez para o socorro. Entretanto os para-médicos não chegaram a tempo. O Sr. Luiz faleceu de parada cardíaca nos braços de seus parentes, entre um posto de saúde e um hospital, com o carro quebrado por conta de um buraco, num lago no meio do asfalto.
O vídeo da reportagem no UOL: http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/samu-nao-atende-a-chamado-e-aposentado-morre-no-rj-04023768E4896326?types=A&
Como disse a filha da vítima, com outras palavras: é pobre, ninguém liga. O descaso é total. Vê-se uma sucessão de falhas inadmissíveis do poder público. Resultado: morte.
Lembrando da outra postagem, não nos afeta, não é conosco. Triste fim da nossa hipocrisia disfarçada (ou nem tanto).
Infelizmente me deparo, vendo as notícias na televisão, a tragédia, no Rio de Janeiro, que acometeu um aposentado que sofria de depressão. Luiz Gonzaga da Silva, de 54 anos, sentiu-se mal e a família chamou o SAMU que não veio. Desesperados, os familiares resolveram levá-lo ao posto de saúde e - surpresa!! - lá não havia médico!!! Seguiram, então, e mais desesperados, para o hospital. No meio do caminho o veículo caiu num buraco de mais de dois metros de largura. E por que o motorista não viu tão gigantesca cratera na via pública (que, segundo moradores do local, já estava lá há mais de dois anos)? Porque a água encobria, já que não houve vazão suficiente da última chuva. Ligaram mais uma vez para o socorro. Entretanto os para-médicos não chegaram a tempo. O Sr. Luiz faleceu de parada cardíaca nos braços de seus parentes, entre um posto de saúde e um hospital, com o carro quebrado por conta de um buraco, num lago no meio do asfalto.
O vídeo da reportagem no UOL: http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/samu-nao-atende-a-chamado-e-aposentado-morre-no-rj-04023768E4896326?types=A&
Como disse a filha da vítima, com outras palavras: é pobre, ninguém liga. O descaso é total. Vê-se uma sucessão de falhas inadmissíveis do poder público. Resultado: morte.
Lembrando da outra postagem, não nos afeta, não é conosco. Triste fim da nossa hipocrisia disfarçada (ou nem tanto).
Da hipocrisia humana.

Domingo passei na casa dos meus pais, na praia. Um livro do Jack Kerouac nas mãos que acabei lendo só o primeiro parágrafo. Dia de sol. Pais para colocar os assuntos em dia, mais filha, namorada, amiga da filha. O On the road poderia esperar um pouco mais para ser lido de verdade. Na realidade, estou com tantos livros pendentes de leitura que nem sei se é a vez do Kerouac; há outras prioridades, se é que existem prioridades na literatura.
Mais tarde chegou uma prima querida com o marido e os dois filhos, um garoto quase da idade da minha filha e uma pequena dançarina de tudo, inclusive de forró, que tentou me ensinar. Só lamentou minha falta de coordenação.
Conversando com essa prima, também de muitos assuntos atrasados, acabamos, não sei por quê, chegando aos temas sonegação, pirataria e derivados. Enfim, corrupção e ética. O diálogo foi bom, interessante, construtivo. Cada um com suas opiniões. Entretanto fiquei pensando no assunto nesses últimos dias.
E pensei na natureza humana, categoria de animais na qual obviamente me incluo. É muito fácil enxergarmos apenas o que nos interessa quando o assunto é polêmico e duvidoso. Vou tentar não cair nessa armadilha.
Por exemplo: hoje em dia é muito raro algum cidadão – brasileiro, ao menos – que goste de pagar tributos, ou menos dramaticamente, que, se tiver a chance, não se importe em sonegar alguma coisinha que seja. E sem peso na consciência.
Nessa linha, muita gente compra cds e dvds piratas por entender que nada há demais nisso ou, outro argumento que ouço muito, porque os originais estão muito caros. E assim a humanidade caminha: uma fila furada aqui, um troco a mais não devolvido ali, uma estacionada em lugar proibido acolá, uma infração de trânsito lá, e etc., etc., etc., etc... Por outro lado, vivemos falando mal e reclamando – com razão – dos políticos corruptos. Ou daquelas pessoas que fazem algo que “jamais faríamos” para conseguir alguma coisa.
Assolou-me uma dúvida cruel: é mais corrupto ou aético aquele que desvia o dinheiro do povo podendo matar pessoas na fila dos hospitais sucateados ou deixando crianças sem estudar ou aquele que compra um cd pirata no camelô e não paga tributos e nem os direitos autorais do artista, que, em tese, vive da sua arte?
Penso que ambos são e não sei dizer se há grau para medir corrupto ou falta de ética. Assim como são todos os que deliberadamente infringem alguma norma, escrita ou não. Eu, particularmente, abomino a compra e produtos piratas. Além de serem de qualidade inferior (o que os meus amigos defensores deste tipo de compra negam veementemente), há o problema de desprestigiar o artista, além de, na minha visão, este tipo de bandidagem andar de braços dados com o tráfico de drogas, de pessoas e de armas. Não o pobre coitado que vende o cd por “cinco real” na banca, mas o seu fornecedor e o fornecedor do seu fornecedor. Ou alguém em sã consciência acredita que esse volume de produtos falsificados é fabricado no fundo de um quintal? Não quero me sentir culpado pela morte de um conhecido parado no sinaleiro provocada por algum drogado. Aqueles meus mesmos amigos dizem que é exagero meu. Talvez, não sei. Quando virem um cano fumegante no vidro do carro talvez mudem de opinião, ou achem que foi apenas uma fatalidade, culpa do governo.
O fato é que enquanto essas coisas acontecem só com os outros, ficamos hipocritamente fazendo de conta que não nos afeta e que não nos interessa. E quando nos interessa, tendemos a achar que nem é tão grave assim. É grave, sim, porque as coisas grandes normalmente são decorrentes de coisas que começaram pequenas.
O homem é hipócrita, sempre foi e não vejo perspectiva de mudança nesse assunto. Não quero generalizar; há pessoas que seguem uma vida absolutamente ética e incorruptível. Mas falo de maneira geral.
E nos acostumamos a isso não de agora. Alguém lembra da Lei de Gérson? Aquela que foi revogada pela Lei de Zeca Pagodinho. Sobre essas “leis” falarei num post em breve.
Mais tarde chegou uma prima querida com o marido e os dois filhos, um garoto quase da idade da minha filha e uma pequena dançarina de tudo, inclusive de forró, que tentou me ensinar. Só lamentou minha falta de coordenação.
Conversando com essa prima, também de muitos assuntos atrasados, acabamos, não sei por quê, chegando aos temas sonegação, pirataria e derivados. Enfim, corrupção e ética. O diálogo foi bom, interessante, construtivo. Cada um com suas opiniões. Entretanto fiquei pensando no assunto nesses últimos dias.
E pensei na natureza humana, categoria de animais na qual obviamente me incluo. É muito fácil enxergarmos apenas o que nos interessa quando o assunto é polêmico e duvidoso. Vou tentar não cair nessa armadilha.
Por exemplo: hoje em dia é muito raro algum cidadão – brasileiro, ao menos – que goste de pagar tributos, ou menos dramaticamente, que, se tiver a chance, não se importe em sonegar alguma coisinha que seja. E sem peso na consciência.
Nessa linha, muita gente compra cds e dvds piratas por entender que nada há demais nisso ou, outro argumento que ouço muito, porque os originais estão muito caros. E assim a humanidade caminha: uma fila furada aqui, um troco a mais não devolvido ali, uma estacionada em lugar proibido acolá, uma infração de trânsito lá, e etc., etc., etc., etc... Por outro lado, vivemos falando mal e reclamando – com razão – dos políticos corruptos. Ou daquelas pessoas que fazem algo que “jamais faríamos” para conseguir alguma coisa.
Assolou-me uma dúvida cruel: é mais corrupto ou aético aquele que desvia o dinheiro do povo podendo matar pessoas na fila dos hospitais sucateados ou deixando crianças sem estudar ou aquele que compra um cd pirata no camelô e não paga tributos e nem os direitos autorais do artista, que, em tese, vive da sua arte?
Penso que ambos são e não sei dizer se há grau para medir corrupto ou falta de ética. Assim como são todos os que deliberadamente infringem alguma norma, escrita ou não. Eu, particularmente, abomino a compra e produtos piratas. Além de serem de qualidade inferior (o que os meus amigos defensores deste tipo de compra negam veementemente), há o problema de desprestigiar o artista, além de, na minha visão, este tipo de bandidagem andar de braços dados com o tráfico de drogas, de pessoas e de armas. Não o pobre coitado que vende o cd por “cinco real” na banca, mas o seu fornecedor e o fornecedor do seu fornecedor. Ou alguém em sã consciência acredita que esse volume de produtos falsificados é fabricado no fundo de um quintal? Não quero me sentir culpado pela morte de um conhecido parado no sinaleiro provocada por algum drogado. Aqueles meus mesmos amigos dizem que é exagero meu. Talvez, não sei. Quando virem um cano fumegante no vidro do carro talvez mudem de opinião, ou achem que foi apenas uma fatalidade, culpa do governo.
O fato é que enquanto essas coisas acontecem só com os outros, ficamos hipocritamente fazendo de conta que não nos afeta e que não nos interessa. E quando nos interessa, tendemos a achar que nem é tão grave assim. É grave, sim, porque as coisas grandes normalmente são decorrentes de coisas que começaram pequenas.
O homem é hipócrita, sempre foi e não vejo perspectiva de mudança nesse assunto. Não quero generalizar; há pessoas que seguem uma vida absolutamente ética e incorruptível. Mas falo de maneira geral.
E nos acostumamos a isso não de agora. Alguém lembra da Lei de Gérson? Aquela que foi revogada pela Lei de Zeca Pagodinho. Sobre essas “leis” falarei num post em breve.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Prêmio Cruz e Souza de literatura
Para acessar o regulamento, clique aqui O prazo de encerramento das inscrições para o Prêmio Cruz e Sousa de Literatura, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), foi prorrogado para 06 de abril de 2009. O edital, que é nacional, está aberto desde 21 de outubro de 2008, e seria encerrado em 05 de março de 2009. Devido às chuvas que afetaram gravemente diferentes regiões de Santa Catarina nos últimos meses, a comissão de organização do concurso optou pela prorrogação do prazo. Esta é a sétima edição da premiação, que vai contemplar romances inéditos, escritos em língua portuguesa por brasileiros, em duas categorias: nacional e catarinense. Ao todo, serão distribuídos R$ 160 mil em prêmios, e os trabalhos selecionados também serão publicados e distribuídos nacionalmente. O regulamento com a ficha de inscrição está no link "Downloads".
Os candidatos nascidos em Santa Catarina, bem como os residentes no Estado há no mínimo três anos, concorrerão automaticamente nas duas áreas, nacional e catarinense, desde que escrevam em cada uma das cópias, ao lado do título e do pseudônimo, a palavra "catarinense". Também é possível inscrever mais de uma obra, bastando entregá-las separadamente, com inscrições exclusivas. Todos os romances devem ser rigorosamente inéditos.
O concurso vai premiar seis concorrentes nas duas categorias. Na nacional, serão destinados R$ 50 mil ao primeiro lugar, R$ 20 mil para o segundo e R$ 10 mil ao terceiro. Na categoria catarinense, os mesmos valores: RS 50 mil para o primeiro lugar, R$ 20 mil ao segundo e R$ 10 mil para o terceiro. Além do montante em dinheiro, cada autor premiado terá sua obra publicada pela FCC, à qual cederá os direitos autorais da primeira edição.
Os resultados do concurso serão divulgados em cerimônia pública, com a presença da Comissão Julgadora e dos meios de comunicação. A entrega dos prêmios será realizada em Florianópolis. Mais informações podem ser obtidas pelo email cruzesousa@fcc.sc.gov.br ou pelo telefone (48) 3953-2396, entre 13h e 19h, de segunda a sexta-feira.
Fonte: www.fcc.sc.gov.br
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Prêmio Dardos: parabéns Sociologia e Antropologia para Principiantes
Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web".
Dito isto e sabendo, igualmente, que um blog se constrói e se constitui através de um “namoro” constante e permanente entre o que é publicado e os leitores (também bloggers), por norma pessoas prudentes, inteligentes e de espírito aberto, ou seja, pessoas com quem gostamos de estar e partilhar, optámos por atribuir o Prémio Dardos, a todos os leitores, oriundos de 37 países, que até hoje nos visitaram.Em sua representação, entregamos o Prémio Dardos a todos os 17 seguidores deste blog.
Mais uma vez, parabéns Paulo Gonçalves e Helena Coelho, "editorialistas" do blog: http://sociologiaparaprincipiantes.blogspot.com/
Para quem não consegue ficar um minuto sem ler.
Uma microempresa de Franca, interior de São Paulo, resolveu criar uma alternativa criativa para o momento de privacidade dentro do banheiro. Acreditando que muitos gostam de ler sentados no vaso sanitário eles resolveram imprimir textos, fotos e outras coisas nos rolos de papel higiênico. A ideia curiosa está sendo patenteada e já recebe encomenda até da Europa.
A novidade virou fonte de renda dos amigos Luiz Donizete Silva e Nelson Palermo Neto, ambos de Franca. Silva conta que há pouco mais de um ano conversando com um colega tiveram a ideia de deixar de lado os rótulos do xampu e do condicionador que eram lidos no banheiro por algo mais interessante quando não tinham por perto um jornal ou uma revista.
Leia mais no Terra: http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI3468780-EI1141,00-Papel+higienico+vem+com+texto+para+ler+no+banheiro.html
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