Bacafá

Bacafá

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ramones

Esse clip vai pra Bianca Ch. e também pra velha turma produtora do amador TV Canal.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

domingo, 11 de janeiro de 2009

Sorria.

Voltando de excelentes férias, rindo muito com meus amigos, conhecendo gente nova, o ar e o espírito vêm renovados.

Totalmente alienado das informações e notícias de modo geral, infelizmente nem todas aquelas que leio agora nos sites jornalísticos são das mais agradáveis. Na realidade, a maioria delas. O homem não aprende. A pior delas, talvez, em escala mundial, é a do assassinato em massa que Israel está impondo aos palestinos. Mas não só essa. O simples silêncio sobre as demais tragédias ao redor do mundo já demonstram que nada têm sido feito.

Realmente, o homem não aprende. Passa ano, entra ano e a natureza humana se revela irreversível. Um doente terminal em escala mundial. Por mais que aparentemente exista uma preocupação crescente com o social, com o ambiente, com o bem-estar das pessoas, com a dignidade da vida humana, basta um imbecil para estragar o trabalho de muitos e de tempo.

De todo modo, sou um sonhador inveterado e incorrigível. Sonho com um mundo melhor. Com crianças sorrindo, com idosos valorizados. Sonho com a tecnologia convivendo pacificamente com a natureza. Sonho com uma imprensa imparcial, que não fica apenas especulando e nem procurando audiência com base nas desgraças particulares. Sonho, ainda, sim, com a igualdade social. Sonho com uma sociedade onde ser seja mais importante do que ter. Sonho com a compreensão global e a serenidade pessoal.

Por isso sorria, reflita antes de agir e de falar, e, de vez em quando, para as coisas do bem, aja por impulso.

Por isso sorria, porque sorrir faz bem para quem sorri e para quem recebe o sorriso.

Por isso sorria, porque sorrir não custa nada e vale muito.

Por isso sorria, porque podemos começar a mudança por nós mesmos.

E sorria mesmo que não esteja sendo filmado.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Work, love and dance.


Essa peguei do blog da Daniella, Pelos cantos e recantos deste mundo.
É só procurar ali na coluna do lado direito.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

domingo, 4 de janeiro de 2009

Santos

A cidade com o maior jardim de orla do mundo.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Reforma ortográfica - valendo desde 01.01.09

As novas regras ortográficas, promulgadas no Decreto 6.583/08, passaram a valer desde o dia 1º de janeiro de 2009. Não deve ser usado mais o trema, diversas palavras deixam de ser acentuadas e entram em vigor novas regras para o uso do hífen. Além disso, o alfabeto ganhará três letras: K, W e Y.

De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012, valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. Em 2009, começa o chamado "período de transição". Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, terá até 2014 para se adaptar às novas regras.

Algumas regras ainda deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada na terça-feira (30/12), a mudança afetará 0,5% dos vocábulos no Brasil e 1,3% das palavras em Portugal. Também devem se adaptar às mudanças os seguintes países: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Conheça as principais mudanças:

Trema — não se usa mais trema para indicar que a letra u deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.

Como era - Freqüente, lingüiça, agüentar
Como fica - Frequente, linguiça, aguentar

Palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros continuam inalteradas. Ex.: Müller

Acentuação 1 — não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba)

Como era - Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
Como fica - Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia

Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)

Acentuação 2 — nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo

Como era - Baiúca, bocaiúva, feiúra
Como fica - Baiuca, bocaiuva, feiura

Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua. Ex.: Piauí

Acentuação 3 — não se usa mais o acento nas palavras terminadas em êem e ôo

Como era - Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos
Como fica - Creem, deem, leem, veem, preveem, voo,

Acentuação 4 — não se usa mais acento que diferenciava pares pára/para, pêlos/pelos, entre outros.

Como era - Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa
Como fica - Para, pela, pelo, polo, pera, côa

Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular. Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como dos seus derivados (manter, deter, reter, conter).

Acentuação 5 — não se usa mais acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem.

Como era - Averigúe, apazigúe, ele argúi
Como fica - Averigue, apazigue, ele argui

Hífen — principais regras

Prefixos

Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra...
Usa hífen - Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel
Não usa hífen - Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom

Hiper, inter, super
Usa hífen - Quando a palavra seguinte começa com h ou com r:
super-homem, inter-regional
Não usa hífen - Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico

Sub
Usa hífen - Quando a palaItálicovra seguinte começa com b, h ou r:
sub-base, sub-reino, sub-humano
Não usa hífen - Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor

Vice
Sempre usa: vice-rei, vice-presidente

Pan, circum
Usa hífen - Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais:
pan-americano, circum-hospitalar
Não usa hífen - Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão


Fonte: Michaelis — Guia prático da nova ortografia, in CONJUR (http://www.conjur.com.br/static/text/73123,1)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008/2009

Mais um ano foi.
Mais um ano vem.

O ano que passou foi extremamente interessante para mim, alcancei várias metas, fiz coisas que nem imaginava quando estava lá em janeiro. Talvez o ponto mais importante foi a publicação do meu primeiro livro. O ápice. Para que esse sonho se tornasse realidade muitas pessoas foram importantes. E a todas essas pessoas dedico uma parte da minha felicidade.

O ano que vai começar, começará bem. Uma viagem com os amigos. Faz muito tempo que não viajo e espero que seja um passeio proveitoso. Espero, também, que esse ano eu consiga colocar os projetos em prática: os pessoais, os profissionais, os da OAB. Vai ser um ano de muito trabalho. E, sem dúvida, como sempre, de novas amizades e várias surpresas.

Que a minha turma do segundo grau (que ficou firme no período da faculdade e depois dela) continue se reunindo pelo menos uma vez por ano (apesar de já não ter quase ninguém pra gente ir a festa de casamento). Que o Flamengo melhore seu desempenho (pelo menos esse ano vai poder, ao lado do Internacional, ser o único campeão de tudo que existe de campeonato nacional e internacional, já que foi pra Sulamericana). Que chova nos momentos certos e faça bastante sol. Que as pessoas sorriam mais e deixem tanto de jogar a responsabilidade para os outros (sejam esses outros físicos ou metafísicos) e que não fiquem julgando as pessoas. Que a ganância não continue matando pessoas de fome. Que a ambição alimente as esperanças de um mundo melhor.

E que todos vocês que acompanharam esse blog (e todos que nem sonham que esse blog existe) tenham um 2009 de muita saúde, muito sucesso e muita serenidade. Além disso, a gente corre e alcança. Só não dá para ficar parado.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Teste de atenção.

Esse é um teste de atenção divulgado pelo Governo de Londres.
Em tempos de viagens e estradas movimentadas, é bom fazê-lo e verificar como está sua atenção.

No caso do vídeo abaixo, tente contar quantas vezes a equipe branca troca passes entre si. Vamos ver se você está com a percepção e a atenção boas.



Surpreendente?
Então, atenção e boooa viagem!!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Diversão sem fim - Umberto Eco e Luiz Carlos Azenha

O texto abaixo reflete um pouco do meu pensamento sobre os últimos e nem tão últimos acontecimentos. A banalização da tragédia e o aproveitamento da dor alheia para autopromoção (já nem sei mais como se escreve isso com as novas regras de gramática) ou para a disputa de quem é mais bonzinho na mídia nacional, além de serem irritantes, afastam-nos do cerne da questão, que deveria ser a busca de soluções não imediatistas, mas efetivas para que se viva mais tranqüilamente (ah, o trema caiu...) e melhor.

O desvirtuamento das questões importantes para aspectos laterais menores, sem qualquer peso social, político, econômico ou filosófico, é, no meu ver, uma grande irresponsabilidade. E essa irresponsabilidade pode ter um grau maior ou menor de maldade. É irresponsável tanto se for um desvirtuamento decorrente da busca de audiência a qualquer preço, com base no que o "povo" quer ver ou venha a se envolver, quanto se for conseqüência de um trabalho de desinformação deliberada, para que o "povo" efetivamente não tenha acesso às questões importantes da vida cotidiana (por mais que o "povo" efetivamente não tenha acesso à grande mídia jornalística, ou PIG, como prefere PHA - ou, ainda, quando tem tal acesso, não entende patavina do que vê ou lê).

Dessa forma, Luiz Carlos Azenha foi muito feliz nas suas considerações e trazendo o texto de Umberto Eco. Vejam:

"Outro dia, mal humorado, escrevi sobre a impressão de que a ajuda aos flagelados pela enchente de Santa Catarina tivesse se tornado uma espécie de "gincana de caridade", onde o mais importante não eram os flagelados, mas a "bondade" dos doadores.

Depois escrevi sobre a ansiedade das crianças de hoje em dia, que precisam ser "divertidas" 24 horas por dia pelos pais.

E um leitor do Viomundo notou que o Jornal da Globo deu mais destaque à Carla Bruni do que ao encontro entre os presidentes da França e do Brasil.

Esses assuntos tão diversos acabaram se encaixando num texto que acabo de ler, do Umberto Eco, sobre a vida contemporânea.

Diz ele, grosseiramente (o texto, em inglês, traduzo livremente):

"Agora, uma das características da cultura em que vivemos é a total carnavalização da vida. Isso não significa que trabalhamos menos, deixando o trabalho para as máquinas, já que dar incentivos e organizar o tempo livre sem dúvida foram objetivos de regimes ditatoriais ou liberais. O fato é que mesmo o trabalho foi carnavalizado.

É fácil e óbvio falar sobre a carnavalização das horas que em média o cidadão gasta em frente do aparelho de TV. Tirando o pequeno espaço reservado para as notícias, a TV oferece em primeiro lugar entretenimento, e nos dias de hoje o entretenimento preferido é o tipo que retrata a vida como uma festa sem fim nos quais palhaços e mulheres lindas atiram não confete, mas milhões em qualquer um capaz de jogar um jogo (e nós reclamamos que os albaneses, seduzidos pelas imagens da Itália, fazem qualquer coisa para entrar neste nosso parque de diversões).

É fácil falar do Carnaval em termos de tempo e dinheiro gasto com turismo de massa e suas ofertas de ilhas do sonho a preços módicos, com seus convites para visitar Veneza -- onde, depois de dar uma de turista, você deixa as latas, o papel e o que sobrou do cachorro-quente com mostarda, como no fim do Carnaval propriamente dito.

Mas consideremos a carnavalização do local de trabalho, onde pequenos robôs amigáveis, fazendo o que antes você fez, transformaram as horas de trabalho em tempo de lazer.

É Carnaval permanente para o trabalhador em escritório que, sem que o chefe saiba, usa o computador para jogar videogame ou visitar a página da Playboy. É também Carnaval para aqueles que dirigem automóveis que conversam com eles, dizem a eles que rua pegar e os expõem ao risco de ter que apertar botões para receber informação sobre a temperatura, o combustível que resta no tanque, a velocidade média e o tempo necessário para fazer a viagem.

O telefone celular [...] é uma ferramenta para aquelas profissões que requerem uma resposta rápida, como médicos e encanadores. Deveria servir aos restantes em circunstâncias excepcionais nas quais, longe de casa, devemos comunicar uma emergência, atraso num compromisso por causa de um acidente de trem, de carro ou enchente. No caso o telefone seria usado talvez uma -- para os sem sorte, duas vezes por dia. Ou seja, 99% do tempo gasto pelas pessoas que vemos com o celular grudado na orelha é diversão. O imbecil que se senta atrás da gente no trem fechando negócios falando alto na verdade é como um faisão com uma coroa de penas e um anel multicolorido em volta do pênis. (...)"".


Vale a pena ler o texto até o final. Um pouco de reflexão numa fase de transição (mesmo que seja só aquela imposta pelo calendário) faz bem para que se veja, de vez em quando ao menos, a vida e os nossos próprios atos de uma outra forma. Ou com outros olhos: aqueles escondidos dentro de nós mesmos.

Para ler tudo acesse o Vi o mundo: http://www.viomundo.com.br/opiniao/a-vida-como-carnaval-24-horas-por-dia/

sábado, 27 de dezembro de 2008

O grande título

Dias de festas, dias de plantão, meia equipe de folga, sabe como é. E os títulos mostram direitinho o que está acontecendo nos meios de comunicação:

** "Correa diz não cair em canto das sereiais para pagar dívida"

Correa é Rafael Correa, presidente do Equador. Sereiais deve ser "sereias" digitado às pressas, sem revisão. Ou é algum prato que leva cereais, igualmente com problemas de digitação. Não faz muita diferença: cereais não cantam, sereias não existem, Rafael Correa não diz coisa com coisa.

** "Rede de fast food lança desodorante de carne assada"

Deve haver quem entenda. Mas, se o título exprimir o que diz a matéria, que coisa sensacional! Este colunista acha que desodorante de carne assada vai afastar todos os amigos. Em compensação, atrairá todos os cachorros da rua.

E agora, o melhor título:

** "Veja os bebês de famosos que nasceram em 2008"

Eta, gente precoce!


Texto de Carlos Brickmann, do Observatório da Imprensa.
Leia mais em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=517CIR001

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Bob Marley - Three little birds

Já que estamos em tempos de mudanças, com um novo ano vindo, muitas idéias e projetos na cabeça, esta é minha mensagem para vocês, na voz do Mensageiro da Paz, Bob Marley, jamaicano filho de pai inglês, discriminado na infância por ser mulato, e o grande divulgador do reggae pelo mundo.



A letra:

Don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right

Saying , don't worry about a thing
'Cause every little thing
Gonna be all right

Rise up this morning
Smile with the rising sun
Three little birds
It's by my doorstep
Singing sweet songs
Of melodies pure and true
Sayin',"This is my message to you"

Saying don't worry about a thing
'Cause every little thing
Gonna be all right

Saying don't worry about a thing
'Cause every little thing
Gonna be all right

Rise up this morning
Smile with the rising sun
Three little birds
It's by my doorstep
Singing sweet songs
Of melodies pure and true
Sayin', "This is my message to you"

Singing don't worry about a thing,
Worry about a thing,
Every little thing gonna be all right
Don't worry!
Singing don't worry about a thing"
I won't worry!
'Cause every little thing
Gonna be all right

Singing don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right
I won't worry!
Singing don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right
Singing don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

O velho Gilmar Mendes de sempre...

"Ao vê-lo, de passagem, num Roda Viva semana passada lembrei da cena. Lá estava a mesma insensibilidade vista na Câmara. Ao responder a uma pergunta da jornalista Eliane Cantânhede revelou-se por inteiro. Ela queria ouvir uma opinião sobre os seguintes fatos: um rapaz rouba a correntinha de um senhor (no caso o próprio ministro) e uma jovem picha uma sala vazia da Bienal de São Paulo. Ambos são presos e ficam na cadeia, enquanto um banqueiro com larga folha corrida se livra das grades, por duas vezes, graças a ação direta do entrevistado. A resposta foi no mesmo tom usado com o funcionário da Câmara dois anos antes, de absoluto desdém.

O presidente do Supremo limitou-se a fugir - com escassas e confusas palavras - da questão ética presente na pergunta. Infelizmente a jornalista afrouxou, engoliu a resposta atravessada, não usou a possibilidade da tréplica e a roda girou."

Artigo completo no Carta Maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4058

Natal com Calvin, o pragmático religioso.