... vindo de Balneário Camboriú, lembrei de um anúncio publicitário que, na minha opinião, é um dos mais criativos na linha de veículos. Confiram:
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Não à publicidade infantil.
Sempre defendi aqui e nas minhas aulas de Direito do Consumidor a tese de que a publicidade para o público infantil deveria ser proibida. Crianças não têm discernimento para entender como funcionam os mecanismos do marketing e da publicidade e são, indiscutivelmente, alvos fáceis para os produtos e serviços despejados na televisão, na rádio, nas revistas e, agora, na internet.
Quem quiser ler, já escrevi aqui, aqui, aqui (esse é um excelente vídeo sobre a influência da publicidade sobre as crianças), aqui e aqui sobre o assunto.
Há esperança, entretanto. Clique aqui e participe do manifesto pelo fim da publicidade e da comunicaçào mercadológica dirigida ao público infantil. E divulgue essa idéia. Por pais e filhos mais conscientes.
sábado, 24 de julho de 2010
Nike: publicidade simples e bem feita.
A nova campanha publicitária da Nike Sportswear vem ao som de uma regravação de Umbabarauma, de Jorge Benjor (o velho e bom Jorge Ben), cantando com Mano Brown (quem diria, hein??), entre outros bons artistas.
Para mais informações, imagens, sons e vídeos da campanha, clique aqui e caia direto no site da Nike.
Para mais informações, imagens, sons e vídeos da campanha, clique aqui e caia direto no site da Nike.
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Adulteração: crianças e sexualização precoce pela mídia.
Li no Crianças & Mídia:
"As crianças hoje estão frente a frente com um uso "generalizado de imagens sexualizadas para vender de tudo, de margarina a moda", critica Louise Newman, presidente do The Royal Australian and New Zealand College of Psychiatrists. Segundo ela, a auto-regulamentação da publicidade e da indústria da mídia falhou em proteger as crianças. Da TV aos outdoors, das revistas aos clipes musicais e até mesmo em cartazes dentro de lojas de departamento - as imagens são inevitáveis e transmitem para as crianças preocupações típicamente de adultos e adolescentes em relação ao corpo, apelo sexual e a "ser alguém interessante". Newman critica a apresentação explícita de temas sexuais para crianças - como uma varejista inglesa que vende um kit de pole dancing para crianças - e também a exposição indireta - que ocorre, por exemplo, quando a criança encontra suas revistinhas à venda ao lado de revistas masculinas. A preocupação, segundo Newman, é a criança estar exposta a temas sobre sexo que fazem parte do mundo adulto e não tem a ver com a curiosidade natural que elas apresentam sobre o assunto."
Penso que infelizmente há um descompasso entre a teoria e a prática. Políticos e publicitários - atenção, não quero generalizar - falam que estão preocupados com a exposição precoce das crianças ao sexo através dos programas de televisão, internet, mídia em geral e, em especial, anúncios publicitários. Todavia, a cada dia que passa, percebemos que essa situação se torna cada vez mais comum e rotineira. E estamos todos inertes, passivos, dominados pela acomodação, aceitando essa "adulteração" de nossas crianças.
"As crianças hoje estão frente a frente com um uso "generalizado de imagens sexualizadas para vender de tudo, de margarina a moda", critica Louise Newman, presidente do The Royal Australian and New Zealand College of Psychiatrists. Segundo ela, a auto-regulamentação da publicidade e da indústria da mídia falhou em proteger as crianças. Da TV aos outdoors, das revistas aos clipes musicais e até mesmo em cartazes dentro de lojas de departamento - as imagens são inevitáveis e transmitem para as crianças preocupações típicamente de adultos e adolescentes em relação ao corpo, apelo sexual e a "ser alguém interessante". Newman critica a apresentação explícita de temas sexuais para crianças - como uma varejista inglesa que vende um kit de pole dancing para crianças - e também a exposição indireta - que ocorre, por exemplo, quando a criança encontra suas revistinhas à venda ao lado de revistas masculinas. A preocupação, segundo Newman, é a criança estar exposta a temas sobre sexo que fazem parte do mundo adulto e não tem a ver com a curiosidade natural que elas apresentam sobre o assunto."
Penso que infelizmente há um descompasso entre a teoria e a prática. Políticos e publicitários - atenção, não quero generalizar - falam que estão preocupados com a exposição precoce das crianças ao sexo através dos programas de televisão, internet, mídia em geral e, em especial, anúncios publicitários. Todavia, a cada dia que passa, percebemos que essa situação se torna cada vez mais comum e rotineira. E estamos todos inertes, passivos, dominados pela acomodação, aceitando essa "adulteração" de nossas crianças.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Quem lembra dessa?
Poucos vão lembrar deste anúncio publicitário. Havia alguns, mas o que melhor me recordo agora é o de um cidadão andando em um deserto, comendo batatas fritas (destas de pacote, tipo ruffles) bem crocantes, e depois abrindo uma pasta com garrafas de refrigerante Teem bem geladas.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Publicidade para crianças deveria ser crime.
É o que penso. E, pelo jeito, não penso sozinho, embora sem tanta radicalização, como pode se ver no debate promovido no Senado:
"As crianças menores de seis anos não conseguem diferenciar conteúdo publicitário na televisão da programação de entretenimento a que assistem. Assim, essa parcela da população está mais propensa a consumir produtos anunciados, que, na muitas vezes, são alimentos não saudáveis.
As observações foram feitas pela pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentação Saudável do Departamento de Nutrição da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Renata Fagundes, que participou, nesta quinta-feira (19), de audiência pública promovida pelas comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Assuntos Sociais (CAS).
Renata Fagundes informou que, de acordo com estudo realizado pelo centro de pesquisa de 2006 a 2008, quase 70% das peças publicitárias veiculadas em canais de televisão abertos e pagos são direcionadas ao público infantil. A pesquisa também mostrou que 96,7% da propaganda de comida divulgam alimentos não saudáveis.
A pesquisadora disse que as estratégias de marketing utilizam apelos emocionais - como brindes lúdicos, círculo de amizades e lazer - para aumentar o consumo de alimentos com alto teor de gordura, açúcar ou sal. Em algumas estratégias, destacou, o consumo do produto é estimulado pela oferta de brindes colecionáveis.
- A criança não começa a consumir o produto pelo produto em si, mas pela estratégia de marketing em que ele é veiculado. E a grande maioria é de produtos não saudáveis - ressaltou.
Na avaliação da coordenadora do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Vieira Machado Henriques, a publicidade direcionada ao público menor de 12 anos é abusiva, uma vez que explora a vulnerabilidade infantil. Ela informou que, em alguns países, a veiculação de alimentos relacionados como causadores de doenças como obesidade e diabetes é controlada. Na Inglaterra, por exemplo, é proibida qualquer propaganda de alimentos com alto teor de gordura, açúcar ou sal, destinada ao público menor de 16 anos. Já na Noruega é proibida qualquer publicidade desses produtos.
Isabella Henriques informou que 30% das crianças brasileiras estão com sobrepeso e 15% são obesas. Em sua opinião, o número de obesos no país poderia diminuir de 15% a 30% caso a publicidade desses alimentos não saudáveis fosse banida da televisão. Ela destacou que o Brasil superou em grande parte o problema da desnutrição infantil e, atualmente, enfrenta a obesidade, que causa outras doenças graves."
Na mesma linha pensam os americanos, sendo que parece estar, lá, o processo de discussão mais avançado, como se vê nessa matéria do Criança e Mídia:
"Esfriou no Brasil a discussão sobre os limites da publicidade de alimentos para crianças, mas nos EUA o assunto está em pauta por conta de um projeto de lei apresentado há alguns dias na Câmara e da reação da Association of National Advertisers. O projeto de dois deputados democratas prevê poderes para que 3 órgaos do Governo - a FCC (Federal Communications Commission), a FTC (Federal Trade Commission) e o HHS (Health and Human Services) - determinem restrições à publicidade para crianças. A preocupação é com a obesidade infantil.
A FCC limitaria a quantidade de publicidade de alimentos e bebidas com determinado patamar de gordura trans, açúcar e sódio (ficaria restrita a 2 minutos por hora nos fins de semana e 3 minutos por hora nos dias úteis). A FCC também poderia proibir anúncios de alimentos "que nao contribuem para uma dieta saudável para crianças e adolescentes". Caberia à FTC decidir que alimentos e bebidas seriam afetados por essa restrição. Violar essas regras seria considerado prática injusta de comercio. A FTC decidiria também que faixas etárias podem ser expostas a que tipo de publicidade. O projeto de lei prevê ainda que o Departamento de Saúde (HHS) teria poderes para desenvolver diretrizes para publicidade de alimentos e bebidas levando em conta "a vulnerabilidade emocional... e as habilidades cognitivas (do publico infantil) para distinguir entre conteúdo comercial e não-comercial"."
Como se vê, há uma luz no fundo do túnel. Para não tornar a postagem muito longa, você pode clicar aqui e aqui para ler o que penso do assunto.
Para continuar lendo a matéria do Senado, clique aqui.
Para continuar lendo a matéria do Criança & Mídia, clique aqui.
"As crianças menores de seis anos não conseguem diferenciar conteúdo publicitário na televisão da programação de entretenimento a que assistem. Assim, essa parcela da população está mais propensa a consumir produtos anunciados, que, na muitas vezes, são alimentos não saudáveis.
As observações foram feitas pela pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentação Saudável do Departamento de Nutrição da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Renata Fagundes, que participou, nesta quinta-feira (19), de audiência pública promovida pelas comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Assuntos Sociais (CAS).
Renata Fagundes informou que, de acordo com estudo realizado pelo centro de pesquisa de 2006 a 2008, quase 70% das peças publicitárias veiculadas em canais de televisão abertos e pagos são direcionadas ao público infantil. A pesquisa também mostrou que 96,7% da propaganda de comida divulgam alimentos não saudáveis.
A pesquisadora disse que as estratégias de marketing utilizam apelos emocionais - como brindes lúdicos, círculo de amizades e lazer - para aumentar o consumo de alimentos com alto teor de gordura, açúcar ou sal. Em algumas estratégias, destacou, o consumo do produto é estimulado pela oferta de brindes colecionáveis.
- A criança não começa a consumir o produto pelo produto em si, mas pela estratégia de marketing em que ele é veiculado. E a grande maioria é de produtos não saudáveis - ressaltou.
Na avaliação da coordenadora do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Vieira Machado Henriques, a publicidade direcionada ao público menor de 12 anos é abusiva, uma vez que explora a vulnerabilidade infantil. Ela informou que, em alguns países, a veiculação de alimentos relacionados como causadores de doenças como obesidade e diabetes é controlada. Na Inglaterra, por exemplo, é proibida qualquer propaganda de alimentos com alto teor de gordura, açúcar ou sal, destinada ao público menor de 16 anos. Já na Noruega é proibida qualquer publicidade desses produtos.
Isabella Henriques informou que 30% das crianças brasileiras estão com sobrepeso e 15% são obesas. Em sua opinião, o número de obesos no país poderia diminuir de 15% a 30% caso a publicidade desses alimentos não saudáveis fosse banida da televisão. Ela destacou que o Brasil superou em grande parte o problema da desnutrição infantil e, atualmente, enfrenta a obesidade, que causa outras doenças graves."
Na mesma linha pensam os americanos, sendo que parece estar, lá, o processo de discussão mais avançado, como se vê nessa matéria do Criança e Mídia:
"Esfriou no Brasil a discussão sobre os limites da publicidade de alimentos para crianças, mas nos EUA o assunto está em pauta por conta de um projeto de lei apresentado há alguns dias na Câmara e da reação da Association of National Advertisers. O projeto de dois deputados democratas prevê poderes para que 3 órgaos do Governo - a FCC (Federal Communications Commission), a FTC (Federal Trade Commission) e o HHS (Health and Human Services) - determinem restrições à publicidade para crianças. A preocupação é com a obesidade infantil.
A FCC limitaria a quantidade de publicidade de alimentos e bebidas com determinado patamar de gordura trans, açúcar e sódio (ficaria restrita a 2 minutos por hora nos fins de semana e 3 minutos por hora nos dias úteis). A FCC também poderia proibir anúncios de alimentos "que nao contribuem para uma dieta saudável para crianças e adolescentes". Caberia à FTC decidir que alimentos e bebidas seriam afetados por essa restrição. Violar essas regras seria considerado prática injusta de comercio. A FTC decidiria também que faixas etárias podem ser expostas a que tipo de publicidade. O projeto de lei prevê ainda que o Departamento de Saúde (HHS) teria poderes para desenvolver diretrizes para publicidade de alimentos e bebidas levando em conta "a vulnerabilidade emocional... e as habilidades cognitivas (do publico infantil) para distinguir entre conteúdo comercial e não-comercial"."
Como se vê, há uma luz no fundo do túnel. Para não tornar a postagem muito longa, você pode clicar aqui e aqui para ler o que penso do assunto.
Para continuar lendo a matéria do Senado, clique aqui.
Para continuar lendo a matéria do Criança & Mídia, clique aqui.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Anúncios que valem a pena rever.
Uma homenagem atrasada ao dia das crianças, com esse anúncio publicitário de 1983 (da Faber Castell), com a fantástica música de Toquinho. Talvez a mais visual e criativa de todas as letras!!
Outras versões foram feitas, mas essa dos meus 10 anos foi a que mais marcou.
Outras versões foram feitas, mas essa dos meus 10 anos foi a que mais marcou.
domingo, 28 de junho de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Criança, a alma do negócio.
Visto originariamente no Criança & Mídia: http://criancasemidia.blogspot.com/2008/11/criana-alma-do-negcio-veja-o-trailer.html
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Ortopé, ortopé, tão bonitinho...
Quem tem mais de 30 lembra desse jingle e dos anúncios publicitários da Ortopé.
O tempo passou e a imagem foi trabalhada. O vídeo abaixo é baseado na nostalgia de ser criança. No fundo, nos traz boas lembranças, ou, pelo menos, as lembranças boas.
Vi pela primeira vez no Criança & Mídia, blog interessante que recomendo. Vale a pena e o tempo.
O tempo passou e a imagem foi trabalhada. O vídeo abaixo é baseado na nostalgia de ser criança. No fundo, nos traz boas lembranças, ou, pelo menos, as lembranças boas.
Vi pela primeira vez no Criança & Mídia, blog interessante que recomendo. Vale a pena e o tempo.
Consuma, consuma, consuma...
Estou escrevendo esse texto no intervalo do fantástico (pois é, ninguém é perfeito...). E mais uma vez aquilo que é óbvio me deixou um pouco preocupado. Sei que anúncio publicitário serve pra vender. E sei que vender é essencial para o mundo capitalista poder sobreviver (apesar dos liberais mundo afora estarem relendo O Capital, de Karl Marx, ultimamente).
Só que essa voracidade sobre o consumidor algumas vezes assusta. Antes eram os idosos ou aposentados, alvo da publicidade de empréstimos consignados. De tantos filhos e netos se aproveitarem dessa facilidade, solicitando aos pais ou avós esse favor, e não pagarem as parcelas dos empréstimos, e de tanto os próprios aposentados passarem a utilizar esses empréstimos por serem induzidos pelos anúncios publicitários, o Governo teve que tomar medidas. Como pode se perceber, não há mais publicidade dessa natureza na televisão e no rádio.
O próprio Código de Defesa do Consumidor prevê determinadas limitações para a publicidade. Em especial para as crianças, muito suscetíveis às fantasias publicitárias.
Pois bem. O alvo agora são os jovens. Não é novidade, mas parece que agora a coisa está ficando ainda mais séria. Não são só os produtos que são massacrados diariamente para o jovem na mídia. O crédito está sendo oferecido como a coisa mais normal, simples e maravilhosa do mundo.
Em um intervalo do programa acima falado, apareceram dois anúncios seguidos: do Mastercard e do Banco ABN Real. Ambos direcionados aos universitários. Confiando nos universitários.
É bem possível, porém, que antes mesmo de se firmarem nos mercados profissionais que escolheram ou mesmo antes de terminarem seus cursos, os jovens universitários estejam já endividados.
---------------
Em tempo: o projeto de lei n. 5921/01 simplesmente proíbe publicidade de produtos infantis, quaisquer que sejam, no horário compreendido entre as 7 e as 21 horas. Afinal de contas, como sempre defendi, a publicidade deve ser para os pais das crianças, que são as pessoas que devem decidir sobre o interesse, a necessidade e a disponibilidade financeira. Tem meu apoio.
Só que essa voracidade sobre o consumidor algumas vezes assusta. Antes eram os idosos ou aposentados, alvo da publicidade de empréstimos consignados. De tantos filhos e netos se aproveitarem dessa facilidade, solicitando aos pais ou avós esse favor, e não pagarem as parcelas dos empréstimos, e de tanto os próprios aposentados passarem a utilizar esses empréstimos por serem induzidos pelos anúncios publicitários, o Governo teve que tomar medidas. Como pode se perceber, não há mais publicidade dessa natureza na televisão e no rádio.
O próprio Código de Defesa do Consumidor prevê determinadas limitações para a publicidade. Em especial para as crianças, muito suscetíveis às fantasias publicitárias.
Pois bem. O alvo agora são os jovens. Não é novidade, mas parece que agora a coisa está ficando ainda mais séria. Não são só os produtos que são massacrados diariamente para o jovem na mídia. O crédito está sendo oferecido como a coisa mais normal, simples e maravilhosa do mundo.
Em um intervalo do programa acima falado, apareceram dois anúncios seguidos: do Mastercard e do Banco ABN Real. Ambos direcionados aos universitários. Confiando nos universitários.
É bem possível, porém, que antes mesmo de se firmarem nos mercados profissionais que escolheram ou mesmo antes de terminarem seus cursos, os jovens universitários estejam já endividados.
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Em tempo: o projeto de lei n. 5921/01 simplesmente proíbe publicidade de produtos infantis, quaisquer que sejam, no horário compreendido entre as 7 e as 21 horas. Afinal de contas, como sempre defendi, a publicidade deve ser para os pais das crianças, que são as pessoas que devem decidir sobre o interesse, a necessidade e a disponibilidade financeira. Tem meu apoio.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Em outros tempos...
Por falar em cigarros, eis um anúncio publicitário e um produto politicamente incorretos:

A dúvida é: será que esse tipo de produto leva as crianças a serem fumantes na adolescência, juventude ou vida adulta? Ou será apenas uma preocupação exagerada da sociedade? Tenho amigos que comeram o tal chocolate e viraram fumantes e outros que também comeram e não viraram, inclusive eu.
E se comer cigarros de chocolate aumenta a propensão ao hábito de fumar, comer moedinhas de chocolate na infância deixa o guloso rico quando crescer??

terça-feira, 28 de outubro de 2008
Quem tem Adoniran não precisa de Zeca
Anúncio publicitário da Cerveja Antarctica de 1974.
Com direito a Adoniran Barbosa como garoto propaganda, no tempo em que ainda não existia a tal "guerra das cervejas" e o que se contratava se cumpria (em outro post conversaremos sobre o caso Zeca Pagodinho, Nova Schin e Brahma - o cara que reinventou a "Lei de Gérson").
Com direito a Adoniran Barbosa como garoto propaganda, no tempo em que ainda não existia a tal "guerra das cervejas" e o que se contratava se cumpria (em outro post conversaremos sobre o caso Zeca Pagodinho, Nova Schin e Brahma - o cara que reinventou a "Lei de Gérson").
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