Bacafá

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Advogado é suspenso nos EUA por propaganda enganosa e com termo chulo.

Fonte: Portal Conjur.

As empresas dos Estados Unidos, como as de outras partes do mundo, gostam muito de slogans como “servindo a comunidade desde 1992”. Em seus anúncios nas páginas amarelas e em seu website, o advogado Brent Welke deu uma nova dimensão a esse recurso publicitário, para mostrar que faz o que devedores irados supostamente gostariam de fazer contra os bancos, com o slogan: “Screwing banks since 1992” (que pode ser traduzido como "fodendo bancos desde 1992").

Além da linguagem tecnicamente inapropriada, os tais anúncios do advogado especializado em falência prometiam coisas que ele não poderia cumprir, pelo menos inteiramente, tais como: “Mantenha sua propriedade”; “Impeça penhoras de salários”; “Impeça execução de hipoteca”; e “Impeça reintegração de posso de veículos”.

Pelo menos isso foi o que entendeu o tribunal superior de Indiana, onde o advogado atua. Para os ministros da corte, tais promessas equivaliam a algo como propaganda enganosa. Em decisão unânime, eles explicaram que anúncios omitiram o fato de que tais promessas a devedores em processo de falência representam apenas uma possibilidade, não uma garantia.


Continue lendo clicando aqui.

Agora, mais "comedido", esse advogado colocou um buldogue no seu site, e uma expressão não muito, digamos, técnica, para atrair seus clientes. Veja clicando aqui.

No Brasil as regras são rígidas para publicidade. Cães, por exemplo, não são permitidos...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Machista ou não?

O CONAR abriu processo por conta de três reclamações contra o anúncio publicitário de O Boticário, considerando-o machista. O comercial mostra a história de três casais reais que estão em processo de divórcio, sendo que no dia da assinatura do instrumento as mulheres aparecem maquiadas (e muito autoconfiantes, segundo a ideia do anúncio). O nome da campanha é "Acredite na beleza".

Será que isso é machismo? Veja o anúncio e tire suas conclusões.



Será que estamos caindo na armadilha da chatice do "politicamente correto"? Ou será que estamos sendo tolerantes com situações "engraçadinhas" e não vendo o lado obscuro, nefasto e disfarçado dos preconceitos arraigados em nossas mentes?

Página do CONAR: http://www.conar.org.br/

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

McDonald's e o funk de putaria do seu comercial.

Relembrando as gafes de marketing do ano passado, dentre tantas, a que mais me chamou a atenção foi a utilização pelo McDonald's de um funk proibidão para lançamento de três produtos (Cheddar). E ainda com aquelas melodias que grudam, numa mistura de reggaeton com funk carioca...


Veja o anúncio (#NovinhosCheddar):




Mas, porém, contudo, todavia, entretanto... a música é uma versão de um hit dos cariocas MC Romântico e DJ Bambam, "As Novinhas Tão Sensacional". Não se pode deixar de registrar como é bela a gramática funkeira!

Confira As novinhas (se tiver criança por perto ou não quiser ouvir o baixo nível, pule para a letra a seguir):



A grosseria é essa: "Descendo com a xota prendendo no pau/Subindo com a xota prendendo no pau/Rebola com a xota prendendo no pau/Isso aqui tá gostoso, tá sensacional". Na versão do McDonald's a letra é: "Dobro de cheddar pegando geral/É cheddar mais bacon ficou genial/Batata com cheddar não tem nada igual/Derretendo gostoso, fenomenal".

No clipe oficial, que visava lançar as músicas para fora dos bailes funks (televisão, rádio), a letra muda para "Descendo, gostosa, prendendo legal/Subindo, gostosa, prendendo legal/Rebola, gostosa, prendendo legal/Isso aqui tá gostoso, tá sensacional". Eis o vídeo, com umas novinhas sem cara de novinhas (aguente se quiser):



Pelo que andei lendo na época, o McDonald's limitou-se a dizer que foi uma coincidência. Houve, inclusive, outros vídeos publicitários no Youtube com consumidores mandando mensagens de quanto gostaram das novidades, em cima do vídeo original. Os DJs, por sua vez, parece que aumentaram o valor do seu cachê.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Mais de Rider.

Continuando a postagem de ontem, com os anúncios da Rider dos anos 90 com músicas interpretadas por grandes nomes da nossa música, mais um bloco hoje:

Brasil pandeiro, com Novos Baianos.






É hoje, com Fernanda Abreu,




País tropical, com Paralamas do Sucesso.



Até o comercial do CD eu achei, hehehe. Apresentado pelo Kid Abelha, que cantou Pingos de amor:



Faltaram as músicas com Barão Vermelho, Sandra de Sá e Jorge Benjor. Se alguém tiver aí, é só marcar.







segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Campanha Rider - em tempos de quase férias...

Pessoal mais antigo vai lembrar. Em meados dos anos 90 a Grendene veio com uma campanha forte para os chinelos Rider. Utilizava sucessos da música brasileira, com roupagem nova, e muito boa produção. A empresa responsável, se não me engano, era a badalada W/Brasil.

Havia um dos Rider, inclusive, que vinha acompanhando por um CD. Eu comprei o chinelo, que deve
ter ido embora faz muito tempo (alguma coisa parecida com esse da foto aí do lado). Mas o CD continua o mesmo, e o achei neste final de semana. Foi parte da trilha sonora para Florianópolis no sábado.

Assim, torcendo para que o sol reapareça, busquei alguns desses anúncios que mostram que a publicidade pode fugir do trivial e da mesmice, e pode marcar por décadas:




Descobridor dos sete mares, com Lulu Santos:




Vamos fugir, com Skank:




Felicidade, com Rita Lee:




Como uma onda, com Tim Maia:






segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mulher-picanha

Do portal Valor Econômico, coluna Blue Chip, de Angela Klinke:

Com a proximidade do verão, consumidoras já manifestam nas redes sociais o desejo de boicotar as marcas de cerveja que apresentarem a mulher-picanha em suas ações de marketing. Carla Alzamora, diretora de planejamento e líder do projeto de empoderamento feminino da Heads, acredita que o discurso da hipersexualização e objetificação ainda deve prevalecer. Este ano a agência organizou no primeiro semestre um estudo para  “mapear de que forma gênero e raças são representados na publicidade, a fim de identificar possíveis padrões e estereótipos.” Vários clientes, segundo ela, passaram a pedir orientação sobre o tema desde então. “Há uma sensibilização com tema e as discussões acaloradas nas redes ajudam a colocar os argumentos de formas visíveis.

Foto: Portal Valor Econômico

Continue lendo a matéria clicando aqui.

Não é de hoje que se discute o assunto. A vulgarização da mulher, em especial na publicidade, decorre de vários fatores. O principal deles, a meu ver, é a sociedade machista (assim como racista e elitista). Publicidade é o meio utilizado para vender. Transmitir a sensação de poder faz vender. Uma coisa liga a outra. Não faltam exemplos no mundo inteiro de campanhas publicitárias ou meros anúncios com conotações sexistas ou machistas.

Isso até me fez lembrar de um magistrado que declarou a Lei Maria da Penha um monstrengo porque deus fez a mulher inferior ao homem. Alguns trechos:

Esta “Lei Maria da Penha” — como posta ou editada — é portanto de uma heresia manifesta. Herética porque é anti-ética; herética porque fere a lógica de Deus; herética porque é inconstitucional e por tudo isso flagrantemente injusta.

Ora! A desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher — todos nós sabemos — mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem.
Deus então, irado, vaticinou, para ambos. E para a mulher, disse:
“(…) o teu desejo será para o teu marido e ele te dominará (…)”

Por isso — e na esteira destes raciocínios — dou-me o direito de ir mais longe, e em definitivo! O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi Homem! Á própria Maria — inobstante a sua santidade, o respeito ao seu sofrimento (que inclusive a credenciou como “advogada” nossa diante do Tribunal Divino) — Jesus ainda assim a advertiu, para que também as coisas fossem postas cada uma em seu devido lugar: “que tenho contigo, mulher!?”.

Para ler mais sobre essa sentença, clique aqui ou aqui.

Ao que consta, o CNJ afastou o magistrado, em 2010, por dois anos. Talvez o ser já esteja prolatando novas sentenças lá pelas plagas de Minas Gerais...

terça-feira, 27 de maio de 2014

A evolução do corpo (mas também poderia ser coelhos e gatos).

Aquilo que todos já sabem, mas sempre é impressionante.
Vale, ao menos, para mais uma reflexão.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ministério da Justiça multa Ford por publicidade enganosa.

Dica da aluna de Direito da CatólicaSC Biana Cristina Stoinski:


A empresa Ford Motor Company Brasil Ltda. foi multada nesta sexta-feira (19/4) em R$ 165.360,00 por publicidade enganosa do veículo Ford F-250 Super Duty. A publicidade induzia o consumidor ao erro por omitir informação sobre a necessidade do condutor possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria "C" - categoria especial para condução de caminhões. A multa foi aplicada pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ), por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC).

De acordo com o Departamento, a veiculação da publicidade, sem informações claras e ostensivas sobre a necessidade de carteira diferenciada para a condução dos veículos, violou os direitos básicos previstos no Código de Defesa do Consumidor, dentre eles o direito à informação e à publicidade lícita. "A informação correta e precisa é fator fundamental para se garantir a transparência nas relações de consumo e o direito de informação dos consumidores", explica Amaury Oliva, diretor do DPDC.

A aplicação da multa levou em consideração os critérios do Código de Defesa do Consumidor. O valor deve ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e será aplicado em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.

Acesso em: http://www.editoramagister.com/noticia_24341828_MINISTERIO_DA_JUSTICA_MULTA_FORD_POR_PUBLICIDADE_ENGANOSA.aspx.


terça-feira, 23 de abril de 2013

McDonald's multado em R$ 3 mi por publicidade infantil.


O Procon manteve a multa de R$ 3,19 mi ao McDonald's pela venda de lanches com brinquedos e publicidade infantil. A decisão do órgão de defesa do consumidor foi dada na esfera administrativa e a multa pode ser contestada judicialmente.
O Instituto Alana, organização de defesa dos direitos da criança e do adolescente no âmbito das relações de consumo, enviou uma representação ao Procon em 2010, alegando que a venda do McLanche Feliz "seduz" o público infantil com os brinquedos colecionáveis, que representam personagens famosos do ideário infantil, integrantes de desenhos animados ou filmes.
"A quantidade de calorias contida nos alimentos que fazem parte da promoção tradicional não corresponde a um valor razoável de ser digerido em uma refeição por crianças – ainda mais se for observado que a informação nutricional de alimentos por McDonald’s corresponde a valores padronizados de acordo com referências de uma dieta adulta", afirmou a instituição.
A entidade também defendeu que os comerciais da rede de fast food abusam da veiculação de imagens de parceria, amizade e diversão entre crianças em relação aos alimentos ofertados. "Os comerciais dedicam-se à veiculação de imagens que em nada se referem aos alimentos supostamente ofertados, e sim a valores, situações e estados de espírito que sutilmente são atribuídos como de fácil aquisição a partir do que é consumido na rede de alimentos", expôs.
Clique aqui para ver um interessante vídeo e meus comentários sobre o impacto da publicidade sobre as crianças.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Tarifário de um bordel de Roma do século passado.


Pelo email que me chegou, este anúncio foi publicado em um jornal de Roma em 1923. Por este mesmo email, a tradução literal da palavra "sveltina" é "rapidinha". Também se percebe que as tarifas eram reduzidas para estudantes e militares com o aviso ao final do anúncio publicitário.

Dica do empresário Dinael Chiodini.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Conar vai investigar posts pagos da Sephora em blogs.


O Conar vai investigar se a loja de cosméticos francesa Sephora, recém-chegada ao país, e três blogs de moda desrespeitaram as regras da entidade. A suspeita é de que sugestões de compra feitas pelas blogueiras Lala Rudge (Lala Rudge e Maria Rudge), Thássia Naves (Blog da Thássia) e Mariah Bernardes (Blog da Mariah) sejam propaganda paga, embora não identificadas desta maneira.

As três postaram em seus respectivos blogs, no mês passado, elogios a produtos da marca YSL - representada no Brasil pela Sephora -, como delineador e máscara.

O Conar afirma que o material coletado vai além dos textos publicados nos canais das blogueiras, levando em conta também a publicação de fotos na rede social Instagram.

Os processos relativos a esses blogs, que estão registrados com a numeração 221/12, 222/12 e 223/12, foram abertos em 21/8, e têm o mesmo relator. Segundo o Conar, as partes já foram comunicadas.

Em caso de condenação, o conselho pode solicitar o fim ou a alteração da campanha. A decisão pode servir de embasamento para algum processo jurídico posterior. As decisões da entidade costumam ser seguidas pelo mercado publicitário.

A Sephora abriu uma loja da marca no Brasil no mês passado, no shopping JK Iguatemi, de SP.

Fonte: Portal jurídico Migalhas. Na notícia original também há fotos.

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Só para constar: o Código de Defesa do Consumidor prevê expressamente que toda publicidade, ainda que em caráter de merchandising, deve ser anunciada como tal, com o consumidor não podendo ser enganado por disfarces.

A internet criou e cria novas situações que devem ser bem observadas pelos órgãos de fiscalização e pelo Poder Judiciário.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Lei de Gerson x Lei de Zeca Pagodinho


Nessa última segunda-feira foi manchete a história de dois moradores de rua, catadores de lixo, que encontraram um saco com aproximadamente 20 mil reais, jogado de um viaduto.

Chegamos, como cidadãos brasileiros, ao espanto de dar gigantesca ênfase a comportamentos desta natureza. Isto é, não apenas ressaltamos o gesto correto, colocamos-o como algo tão extraordinário e fora dos padrões a ponto de ficarmos surpresos com tanta honestidade. Isso sem contar todo um mar de gente que deve ter pensado: “que trouxas”. O casal, além de um almoço de reis, recebeu do restaurante dono do dinheiro uma proposta de treinamento e trabalho. Que tudo dê certo para todos os envolvidos.

Iniciei com a história que repercutiu na mídia essa semana porque me fez lembrar de uma tese que defendo: a Lei de Gerson foi revogada pela Lei de Zeca Pagodinho.

Meus leitores um pouco mais velhos (ou meus alunos) lembram de um anúncio publicitário do cigarro Vila Rica. A estrela da peça foi Gerson, o jogador de futebol da Copa de 70, conhecido como “Canhotinha de ouro”. Ao final do reclame Gerson proferiu as famosas e malfadadas frases: “Gosto de levar vantagem em tudo. Leve vantagem você também. Leve Vila Rica”.

Ele se referiu ao cigarro ter um filtro melhor pelo mesmo preço dos da concorrência. Entretanto, a coisa descambou para o lado errado. A frase foi associada ao “jeitinho brasileiro”. E o fato de o brasileiro querer “levar vantagem em tudo” foi eternamente associado ao que ficou conhecido como a “Lei de Gerson”. Faço uma ressalva. Há alguns anos vi uma entrevista do jogador dizendo que essa campanha é um dos poucos arrependimentos da sua vida, nunca imaginando que poderia ter uma conotação tão negativa.

Pois bem. Aviso aos leitores de plantão: a Lei de Gerson foi revogada. A Lei de Zeca Pagodinho, por ser mais abragente, levou a outra ao ostracismo. A Lei de Zeca Pagodinho diz: “não basta apenas levar vantagem em tudo, tem que rasgar o contrato também”.

Muitos dos leitores (e nem precisam ser os mais velhos ou meus alunos) devem recordar da campanha publicitária da cerveja Nova Schin com o slogan “Experimente!”. Foi uma campanha maciça que contou com a participação de inúmeros artistas famosos, dando-se destaque ao Sr. Jessé Gomes da Silva Filho, mais conhecido como Zeca Pagodinho, por ser confesso apreciador da cerveja Brahma.

Ocorre que a referida campanha mexeu nos números das vendas de cerveja no país de uma forma imediata. E o que a Brahma (Ambev) fez? Aliciou o Sr. Jessé para fazer publicidade pela marca do coração. E ele, apesar de ter assinado um contrato, o qual estava em plena vigência, simplesmente o rasgou, passando a estrelar a campanha da Brahma. Não sendo suficiente, ainda cantou uma música chamada “Amor de verão”, referindo-se ao “romance” com a Nova Schin.

A Justiça, contudo, não compactuou com tal absurdo e condenou o Sr. Jessé a pagar em favor da empresa Primo Schincariol (dona da marca Nova Schin) valores bastante consideráveis pela quebra de contrato e por danos morais. A empresa de publicidade envolvida que assediou o cantor também foi condenada.

Por isso a lição da mãe de um dos catadores lá do início do texto, conforme ele disse em uma das entrevistas, é importante: “não pegue o que não é seu”. Ou, em outras palavras, simplesmente respeite os outros.

terça-feira, 10 de julho de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Por que andar de ônibus?

Já me manifestei algumas vezes aqui sobre os benefícios do transporte público, apesar de, em Jaraguá do Sul, o transporte público ter se tornado um feudo com conivência do palácio. Isso, infelizmente, gera a falta de atração do público, seja pelo preço, pela qualidade, pelos horários e pelos roteiros.

Mas, sonhando um pouco, quem sabe?

Abaixo alguns vídeos, indicados pelo empresário Dinael Chiodini, com muito bom humor, chamando a atenção para o uso do transporte coletivo.

Sorria.

Take the bus... se conseguir.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Sempre caminhando.

Muito bom. Vale a pena ver até o fim.



Para ver com legendas em português, clique aqui.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Vendo a vida com outros olhos.

Pra que ser pessimista?
Começando a semana vendo o lado bom das coisas.



Dica de Dinael Chiodini.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O bebê e o banco.

Não gosto de anúncios publicitários de bancos. São, em sua maioria, uma grande ode à desfaçatez, à hipocrisia. O que o banco quer é, e ninguém duvida disso, o seu dinheiro. Se você quebrar devendo para eles, não tem problema algum. Para eles. Então aquelas mensagens de "nós nos preocupamos com você", "vamos crescer juntos" ou "pode contar conosco" não passam de piadas de mau gosto. Tudo bem, eu sei que sem bancos fortes nenhuma economia do mundo resiste. Mas que eles vibram com seus lucros biliardários e não estão nem aí para o resto do mundo, eu não duvido.

Entretanto...

Embora os bancos continuem querendo o nosso suado dinheirinho, o anúncio abaixo foi um dos mais divertidos que vi nos últimos tempos: