Bacafá

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Isso não é uma competição, Sr. Willian Waack.

Assistindo ao Jornal da Globo, na Rede Globo, na última segunda-feira, entre tantos mandos e desmandos na política brasileira tratados como notícias, infelizmente algumas vezes policiais, veio à tona o assunto que dominou o início da semana (com o final de semana junto), que, a essa altura, já foi atropelado pelas Catilinárias da Lava Jato (uma coisa não se pode negar: a Polícia Federal é criativa na escolha dos nomes das suas operações!! E sempre tem uma justificativa erudita e sarcástica ao mesmo tempo).

Pois bem. O jornalista Willian Waack, âncora do Jornal da Globo, soltou um comentário mais ou menos assim: o Brasil melhorou no IDH, mas não adiantou nada, pois caiu uma posição (de 74o para 75o) e foi ultrapassado pelo Sri Lanka.

Como não adiantou, cara-pálida? Se o índice melhorou, adiantou, sim. Não estamos numa competição com os outros países. Quer dizer que se o índice tivesse piorado, mas tivéssemos subido uma ou duas posições (porque outros países teriam piorado mais) seria melhor ou adiantaria? É um jogo isso e ninguém foi avisado? Quero crer que tenha sido apenas um escorregão de raciocínio num programa ao vivo, apesar do jornalista ser extremamente experiente.

Apenas para ilustrar: o IDH é medido com quatro indicadores: expectativa de vida ao nascer; expectativa de anos de estudo; média de anos de estudo (da população até o momento); e renda nacional bruta per capita. Como os três primeiros indicadores melhoraram, o IDH brasileiro passou de 0,752 em 2013 para 0,755 no ano passado. O avanço não foi maior por conta da queda na renda. Ficamos entre a primeira colocada, Noruega (0,944), e o lanterna, Níger (0,348), num ranking de 188 países.

Isso não significa, também, que não estamos andando a passos de tartaruga e que muita, mas muita coisa mesmo deve ser melhorada. Gostaria de ver o Brasil chegar lá nas cabeças. Mas os outros países também, inclusive o Níger. O mundo seria, sem dúvida, melhor.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Uma reflexão politicamente incorreta sobre os atentados de Paris

Por Roberto Savio em 20/11/2015 na edição 877
Texto original em espanhol publicado no site Other News, sob o titulo "Una reflexión políticamente incorrecta sobre la masacre de París"
Lido no Portal Observatório da Imprensa. Vale a pena ler na íntegra. Como o Ocidente contribuiu para o surgimento e crescimento do EI ou ISIS e do radicalismo islâmico.

En estos días, todos los medios condenan unánimemente la masacre de París, exhortan a la unidad de Occidente y a intensificar la acción militar contra el ISIS ( Estado Islámico).  Pero, ¿no habría que resolver el problema del terrorismo?  ¿No será también tiempo de reflexionar sobre las responsabilidades de Occidente en el aumento del terrorismo?
Por supuesto, la masacre de París sólo puede causar horror y luto. Pero ¿por qué alguna gente tan joven puede actuar de manera tan atroz?  El municipio de Courcouronnes, el gueto de donde proviene el identificado kamikaze Ismail Mostafa, es también el lugar de origen de Asata Diakitè, una de las víctimas.
Vamos entonces a hacer tres reflexiones...
Continue lendo clicando aqui.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Momento Teoria da Conspiração.

O mais recente fato que tem gerado diversas teorias de conspiração é a queda do avião da Malasya Airlines, voo MH370. Antes disso tantos outros foram férteis neste campo de especulação. Talvez os recordistas são o assassinato de JFK e a queda das Torres Gêmeas. Mas nem o tsunami na Indonésia escapou, pois li em algum lugar que o sismo que o provocou foi decorrente de uma explosão-teste nuclear submarina que não deu muito certo ou algo do gênero.

Quanto ao voo MH 370 sou obrigado a concordar que é bem estranho ninguém ter conseguido nada de concreto (publicamente, pelo menos) até agora. Mas não dá pra descartar a hipótese de um Voo Fantasma, também (para saber mais sobre este problema e conhecer outros casos, clique aqui).

Na linha das teorias da conspiração (aos moldes, em outras proporções, claro, do meu pedido de saída do paço), encontrei esta relação de dúvidas sobre o tal episódio sinistro:

- A mídia corporativa sionista tentou colar a mentira dos passaportes iranianos, como fizeram nos ataques do 11 de setembro ao WTC.
- Não encontraram os destroços do avião, muito menos sinal da caixa preta, que é projetada para enviar sinal de localização.
- Os parentes das vítimas fizeram diversas ligações aos celulares dos passageiros, a ligação chamava mas “alguém do outro lado desligava”.
- Não houve nenhuma reinvidicação de algum grupo terrorista. Mesmo se houvesse já saberíamos os verdadeiros autores.
- Os satélites dos EUA não registraram nenhuma explosão na região. (A NSA consegue espionar o mundo todo, mas não consegue localizar um boeing 777?).
- O destroyer estadunidense USS Kidd foi deslocado do Golfo da Tailândia para o estreito de Malacca para ajudar nas buscas.

Tirei daqui e confesso que não tive muita paciência para pesquisar se o site é confiável ou não. Mas está aí, para quem quiser acreditar ou duvidar, ou simplesmente divagar.
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

O Tio Sam manipulador...

Um pouco da forma de tratamento do Governo norte-americano no Caso Bradley Manning (aquele da divulgação das imagens de um helicóptero também norte-americano metralhando civis e jornalistas em Bagdá) em artigo de Sérgio Augusto (do Estado de São Paulo), via sítio do Observatório da Imprensa:

"Em julho de 2007, um helicóptero Apache trucidou uma dúzia de civis e dois jornalistas da Reuters em Bagdá. Ao ver em vídeo a razia e a chocante euforia dos agressores, o soldado Bradley Manning, analista do serviço de inteligência do Exército americano lotado na capital do Iraque, decidiu pôr a boca no trombone. (...)

Com acesso livre a documentos diplomáticos e militares, Manning copiou digitalmente milhares de telegramas que deixavam muito mal a política externa americana e tentou entregá-los, em janeiro de 2010, ao Washington Post, que não o levou a sério, e ao New York Times, que tampouco lhe deu atenção. Em 3 de fevereiro, sem melhor alternativa, repassou o papelório, anonimamente, para o site WikiLeaks e seu whistleblower mor, Julian Assange, que negociou sua divulgação pelos jornais mais importantes da América e Europa.

Deu no que deu. Em 29 de maio daquele ano Manning foi preso por espionagem, hackerismo e traição à pátria.
(...)

Enquanto mofava atrás das grades, Manning foi acusado de buscar notoriedade, ser instável, suicida, indeciso e... homossexual. Gay ele é, desdouro nenhum, e de uma coragem impressionante. Sabia o que o esperava e levou até o fim seu intento de expor as mazelas da política externa americana, não a Bin Laden ou qualquer outro inimigo dos Estados Unidos, mas ao povo americano. “Eu só queria provocar um debate doméstico sobre o papel dos militares e de nossa diplomacia em geral”, declarou Manning aos seus inquisidores. Não traiu a pátria, só os seus superiores hierárquicos, de resto, sustentados pelos impostos pagos pelo principal beneficiário das denúncias."

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

De fato, não há mocinhos... e quando aparecem podem ser os vilões...

terça-feira, 23 de abril de 2013

Nike recolhe camisa com dizeres 'Boston Massacre'.

Li originalmente na Folha de São Paulo on line.


A Nike resolveu tirar do mercado a camisa com os dizeres 'Massacre de Boston' depois do atentado que ocorreu na semana passada na cidade.

Na segunda-feira (15), duas bombas explodiram perto da linha de chegada da Maratona de Boston. Três pessoas, sendo uma criança, morreram. Dois homens são acusados pela polícia americana pelo crime (um deles foi morto pela polícia e o outro está internado em estado grave).

A camisa feita pela empresa, porém, foi feita para lembrar da vitória do New York Yankess sobre o Boston Red Sox, em 1978. As equipes, duas das principais do beisebol profissional dos EUA, são velhas rivais.

"Estamos tomando as medidas o mais rápido possível e estamos confiantes que este produto seja retirado de distribuição", afirmou a porta-voz da empresa, Mary Remuzzi, em um comunicado.

Esta não é a primeira vez que um fato nada a ver com o esporte que faz com que a Nike retire um produto do mercado. Recentemente, acabou com o patrocínio ao corredor sul-africano Oscar Pistorius e o comercial com o para-atleta onde se lia: "I am the bullet in the chamber" (Eu sou a bala na agulha, em livre tradução). Pistorius é acusado de matar a namorada.

Foto também copiada do site da Folha (Eric Stangel/Associated Press).

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Lições do absurdo.


Em outro texto (Vaias sim – clique aqui para ler completo) mencionei o filósofo Voltaire e sua famosa frase: “Posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o último instante teu direito de dizê-las”.

Defendi, naquele texto, o direito às vaias em contraposição a alguns políticos que simplesmente reputaram – em episódios daquela época – que isso é pura falta de educação. Escrevi lá: “Ora, se podemos aplaudir o que gostamos, por que não podemos vaiar o que não gostamos? As vaias nada mais são do que as manifestações de repúdio a determinados comportamentos ou idéias. São desconfortáveis? Sim, são, sem dúvida. Mas quem vive no mundo público, em especial o político, deve saber assimilar e aprender com as vaias. Podem, as vaias, ter conotação puramente político-partidária, sem conteúdo construtivo ou de mérito? Podem, sim, infelizmente. Entretanto, nestes casos, a pessoa vaiada deve ter discernimento e postura suficientes para não cair no jogo.”

Lembrei do assunto com a polêmica envolvendo a blogueira cubana Yoani Sánchez, que se autodefine como “um pouco jornalista, um pouco filóloga, muito ativista, não dedicada integralmente à política, uma soma de muitas tendências, compromissada com a liberdade, preocupada com os mais pobres; uma pessoa transversal” (programa Roda Viva, da TV Cultura, desta última segunda-feira, 25.02.2013).

Foi surpreendente o comportamento de alguns brasileiros com a sua vinda para cá. Algumas pessoas simplesmente não permitiram que a bloqueira ministrasse suas palestras, chegando a conseguir impedir que a mesma acompanhasse uma sessão de um documentário e de, em outro momento, lançar seu livro. Surpreende sobremaneira porque não faz, historicamente, tanto tempo assim que lutávamos por liberdade de expressão, jornais livres e debate aberto e amplo.

Os “contra” a blogueira argumentam que ela não passa de uma fraude, desmascarada no final do ano passado pelo Wikileaks e por um jornalista francês, alegando que a enorme quantidade de seguidores no Twitter é irreal, com muitos perfis falsos, que tem estreitíssima relação com o governo norte-americano e que não conseguiu provar nada sobre um suposto sequestro seguido de espancamento que sofreu em Cuba.

Não quero discutir, aqui, se Yoani Sánchez é uma farsa ou não. Não quero, também, dizer se as vaias são devidas ou indevidas. Apenas gostaria que após as vaias se desse voz para que ela se defendesse ou se manifestasse. Ou que a deixassem dizer o que tem a dizer para, se discordassem, então a vaiarem.

A liberdade é uma via de mão dupla: pode-se discordar, mas se deve saber ouvir. O argumento é a principal arma. As vaias e os aplausos apenas uma parcela do jogo democrático. Quem não sabe – ou não quer – ouvir hoje, não poderá reclamar amanhã.

sábado, 26 de janeiro de 2013

O music pop Obama.

Cada coisa que aparece...

Essa com Mitt Romney.



E aqui Barack Obama sozinho com uma ainda melhor:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Campos de concentração.


Quando se fala em campos de concentração invariavelmente a maioria das pessoas – se não a totalidade – lembra daqueles organizados pelo Terceiro Reich, capitaneado por Adolf Hitler e seguido por seus lacaios nazistas na Segunda Grande Guerra, onde morreram milhões de pessoas. À exceção do não muito são presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ninguém mais parece negar a existência daquele genocídio. E temos consciência, também, que guerra nada nos traz de bom, gerando apenas consequências abomináveis e libertando os monstros de homens até então considerados civilizados.

Essas abominações e monstruosidades consequentes das guerras (alguns historiadores chamam a próxima guerra mundial de “A última guerra”), porém, não parecem ter nos ensinado muito.

Embora o pseudo-líder da Coreia do Norte, o pop Kim Jong Un, negue, fotografias de satélites demonstram que em pleno século XXI ainda há campos de concentração pelo mundo. Estimativas apontam entre 70.000 e 100.000 pessoas confinadas nestas excrescências da humanidade naquele país. Suspeita-se de outros em várias partes do mundo. Isso sem contar outro absurdo comum, os campos de refugiados, frutos de guerras entre países ou civis. Para que não nos achemos o país onde nada de ruim acontece (?), fica a informação de que aqui também já tivemos campos de concentração, sendo o mais famoso no Ceará, no início do século passado, em épocas de seca, ficando conhecidos como “currais do governo”, com condições absolutamente desumanas. Em Joinville, durante a Segunda Guerra, também já teve algo parecido com isso, com duzentas pessoas confinadas por suspeita de nazismo em um hospício desativado.

Fico pensando com meus botões como podemos admitir essas situações ainda hoje; como as autoridades poderosas do mundo admitem que milhões de pessoas (nos campos de concentração e nos campos de refugiados) possam passar sua existência confinados, muitos nascendo, crescendo e morrendo sem saber o que é um passo fora dos arames farpados e cercas elétricas. E o quanto nós, reles mortais brasileiros, ou de qualquer outra parte do mundo, somos responsáveis por estes tristes e lamentáveis eventos.

Ainda acredito que vivemos num mundo melhor que nossos antepassados. Proporcionalmente, temos menos guerras do que em outros tempos, quando tudo se resolvia nas espadas e nas lanças. Vivemos mais tempo, em média, também, o que demonstra que os sistemas de saúde e saneamento melhoraram. Temos mais conforto e mais tecnologia.

Falamos instantaneamente com qualquer pessoa do outro lado do mundo e pessoas morrem em campos de concentração ou de sede...

sábado, 1 de dezembro de 2012

Agora sim: comprovada a existência de unicórnios!

Pelo menos na Coréia do Norte.

Deu na Folha.com.


"Há um lugar no mundo onde a existência dos unicórnios não está restrita à mitologia: a Coreia do Norte.

Ao menos é que querem fazer crer os jornalistas da agência oficial de notícias do país, controlada pela ditadura comunista de Kim Jong-un.

Ontem, a agência publicou que arqueologistas do país "reconfirmaram" o achado da toca onde teria vivido um unicórnio que pertencia ao rei Tongmyong, o fundador do antigo reino coreano de Koguryo.
A toca fica, segundo o texto, no subsolo de um templo da capital, Pyongyang.

"Uma rocha retangular onde estão gravadas as palavras 'Toca do Unicórnio' está diante da toca. Acredita-se que as palavras tenham sido gravadas durante o reino Koguryo (918-1392)," diz o texto."

Continue lendo clicando aqui.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Talibestas.


Já escrevi aqui sobre o que as religiões podem fazer com o ser humano. Ou o que os seres ditos humanos podem fazer em nome da religião com outros seres humanos, normalmente inocentes e que nada têm a ver com o exagero alheio. Milhões de mortes podem ser contabilizadas na conta desta intransigência teológica. Por isso sempre alimentei – e continuo alimentando – minhas desconfianças com tudo o que é radical, principalmente quando se trata de religião.

Agora vemos mais um capítulo desta tristíssima história de irracionalidade religiosa. Todos os jornais, escritos e televisivos, trataram do episódio envolvendo Malala Yousafzai, a menina que foi baleada em um ônibus pelos talebans por defender a educação em sua terra, em especial para as meninas e mulheres.

Dois parênteses muito particulares. Em primeiro lugar, esta menina já é uma de minhas heroínas. Um breve histórico da vida dela, a seguir, pode justificar aos leitores minha opinião. O segundo ponto, passarei a tratar os talebans (talibãs, talebãs ou talibans, como queiram) de talebestas daqui em diante.

O taleban é um movimento fundamentalista islâmico nacionalista difundido no Paquistão e no Afeganistão, sendo que neste país tomou o poder entre 1996 e 2001 (lamentável período onde arte e educação foram dizimadas pelos radicais, inclusive com a destruição dos gigantescos Budas de Bamiyan, patrimônio da humanidade que tinham sobrevivido a mais de 1500 anos).

A bem da verdade os radicais talebestas foram armados e preparados pelos Estados Unidos na década de 1980 para que combatessem os soviéticos que queriam dominar o Afeganistão. Como se viu com as Torres Gêmeas, no malfadado 11 de setembro, o feitiço virou contra o feiticeiro.

Malala Yousafzai é o outro lado da moeda. O lado bom da moeda. O lado da luta, da vontade, da consciência, da liberdade, da esperança, da gana (no bom sentido), do futuro, do multitudo.

Malala é uma estudante paquistanesa, nascida em 1997, que passou a ser mundialmente conhecida pelo seu ativismo em favor dos direitos das mulheres, especialmente no que se refere aos estudos, eis que na região que morava, no Vale do Swat (Paquistão), as meninas eram proibidas de frequentar a escola. Em 2009, ou seja, com poucos 11 anos de idade, Malala ganhou visibilidade por conta do blog que escrevia para a rede BBC falando de sua vida e dando seu ponto de vista sobre os problemas da região. Já ganhou diversos prêmios pela paz, destacando-se o Prêmio Paz Internacional da Criança Desmond Tutu e o Prêmio Nacional da Paz do Paquistão.

Infelizmente, porém, um talebesta atirou na menina atingindo sua cabeça e pescoço quando ela voltava para casa, vindo da escola que tanto defendeu. Seu estado é crítico, mas já conseguiu ser transferida para a Inglaterra. Os talebestas continuam a ameaçá-la dizendo que se sobreviver a esse covarde ataque não descansarão enquanto não a matarem.

Lamentável.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Utilidade pública - o apagão da internet.

Está previsto um apagão na internet por conta de uma quadrilha que o FBI desbaratou no final do ano passado. Por conta do grande número de computadores no mundo infectados por um malware, que desviam os dados para endereços dos crackers, o FBI vai desativar os servidores afetados. A mensagem que aparecerá é "Servidor não encontrado".

Para saber se seu computador está infectado, acesse a Associação da Indústria da Intenet Alemã, clicando aqui.

Mais informações clique aqui.

terça-feira, 13 de março de 2012

Mais infeliz impossível.

A propaganda da União Européia abaixo é infeliz em qualquer circunstância: política, econômica ou racialmente. Então quer dizer que eles entendem que podem subjulgar quem quiserem ou tudo isso é medo do BRIC (ou BRICS agora)? Há algum tipo de mensagem por trás desta campanha? Tirem suas próprias conclusões.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Padres, deputados, jornalistas ... e advogados.

Se depender da Ordem dos Advogados de Portugal, padres, deputados e jornalistas serão banidos da advocacia. No congresso da classe que terminou no último dia 13, foi aprovada a necessidade de ampliar as incompatibilidades da profissão para abranger também os religiosos, parlamentares e a imprensa. Na ocasião, os advogados reafirmaram a sua posição contrária à criação de uma Defensoria Pública no país e ressaltaram a importância dos advogados para a sociedade.

Notícia veiculada na coluna Direito na Europa, de Aline Pinheiro, no CONJUR. Clique aqui para ler mais.

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Medida extremamente interessante, principalmente no que concerne aos políticos. Deveríamos pensar esta alternativa pelas plagas de cá também...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Isso eu não vi na TV.

O exército israelense pôs abaixo, em março, pelo terceiro mês consecutivo, uma cifra recorde de casas palestinas na Cisjordânia, denunciou neste domingo o porta-voz da UNWRA, a agência das Nações Unidas para os refugiados palestinos.

No total, "76 casas ou estruturas palestinas foram destruídas em março, frente a 70 em fevereiro e 29 em janeiro", apontou Chris Gunness em um comunicado. Em consequência "no mês de março, 158 pessoas ficaram sem lares, entre elas 64 crianças", acrescenta.

O exército israelense somente destrói casas palestinas construídas sem permissão na Cisjordânia.

Para Chris Gunness, essas demolições representam "uma discriminação contra um grupo étnico". Combinadas à construção contínua das colônias judaicas, enfraquecem a perspectiva de estabelecer na Cisjordânia um Estado palestino, cuja viabilidade "desgasta um pouco mais a cada demolição".

Fonte: Folha.com.

Por que os EUA não invadem Israel, mesmo?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Primeiro round: crucifixo 1 x 0 juiz.

O italiano Luigi Tosti foi expulso da Magistratura do país por se recusar a fazer audiências enquanto todos os crucifixos não fossem retirados das paredes dos tribunais. Nessa segunda-feira (14/3), a Corte de Cassação confirmou a exoneração de Tosti. Ele já estava fora do cargo desde o começo do ano passado, por conta de decisão do Conselho Superior da Magistratura.

Peso da cruz 1
Durante a sua carreira como magistrado, Tosti apontava que a expressão religiosa nos tribunais, órgãos públicos, violava a laicidade do Estado italiano. Se as cruzes não fossem retiradas da parede, pedia então que fossem expostos junto outros símbolos religiosos. A Corte de Cassação negou. Os crucifixos podem, afirmou. Outros símbolos, não. Tosti promete levar a briga para os tribunais europeus.

Peso da cruz 2
O juiz exonerado não é o único a reclamar das cruzes em órgãos públicos. Já no final desta semana, os europeus vão saber se as escolas públicas podem afixar crucifixos nas paredes. A Corte Europeia de Direitos Humanos anuncia na sexta-feira (18/3) a sua decisão final sobre a laicidade dos Estados e a expressão religiosa em órgãos públicos. Quem levantou a discussão na corte foi um casal italiano que reclama que a expressão religiosa das escolas na Itália conflita com a educação que querem dar para os filhos.

Fonte e mais informações no Portal Conjur.
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Lugar de praticar religião é na igreja ou em casa. Em Estados laicos deveria prevalecer o bom senso e não ser permitida a apresentação ou exposição nos ambientes públicos de símbolos religiosos. Ou, então, ao contrário, todos deveriam ser permitidos e expostos, por uma simples questão de isonomia.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Novos correspondentes.

Dentro em breve notícias e comentários dos nossos novos correspondentes direto da Inglaterra: Karina e Gilson.

Sejam bem vindos!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A água.

Ao lado e abaixo fotos de sudaneses bebendo água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim, para filtrar as larvas flutuantes responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné. O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir esta enfermidade.

Mais informações clique aqui.

Enquanto isso, nós cuidamos para não desperdiçarmos a água no nosso dia a dia?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Que tal ser deputado federal na Suécia?



Que tal mandarmos os nossos para lá para ver se aprendem a respeitar o erário??

Dica do amigo Anderson Merkle.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Contos de quinta: Frango a la carte.

Hoje o conto de quinta será um pouco diferente. Sem palavras, apenas imagens. Deve ser visto até o final.



Visto originalmente no Culture Unplugged.