Bacafá

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domingo, 21 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Terça light.

(só aqui no Bacafá. Na vida real a teoria é outra).

Clipei a música lá do Jean Mafra.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Começando a semana com humor e música.

Só assim para aguentar a patrolada que vem por aí...

Dica do empresário Dinael Chiodini.



sábado, 15 de setembro de 2012

Quem lembra?

Para começar bem o final de semana.

Talking Heads - The lady don't mind.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Começando bem a semana.



Essa música tem um quê de alguma coisa dos anos 80...

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Top 10 das músicas de rock.

Ou nem tão rock assim.

Complementando a postagem anterior, segue a minha lista. Foi pauleira chegar nela, tendo que deixar mais umas dez músicas, pelo menos, de fora. Tanto que tem 11 nessa lista de dez. Nas próximas semanas, talvez eu traga outras listas. Das não tão rock, rock nacional, mpb, eletrônicas. Vamos ver... Depende de eu lembrar...

1o -  Psycho Killer - Talking Heads.



2o - Midnight Oil - Blue Sky Mine.



3o - The B52's - Private Idaho.



4o - Ramones - Blitzkrieg Bop



5o - Joe Cocker - Unchain My Heart



6o - U2 - Party Girl



7o - Pink Floyd - Another Brick In The Wall



8o - The Eagles - Hotel California



9o - Creedence Clearwater Revival - Have You Ever Seen The Rain



10o - Prince - Kiss



10o - Sugar Cubes - Deus



Hors concours - Sinead O'Connor - Nothing Compairs 2U



Som para começar bem o final de semana.

Bem agitado, é verdade.

Vendo o top 10 de Carlos Piske e Silvio Boppré no Cabana Cult separei uma música de cada lista, que me trouxeram boas lembranças:

Smoke on the water, de Deep Purple. Embora a música seja bem mais velha, eu tinha uma fita k-7 com essa música gravada, que eu ouvia muito no final dos anos 80. Sem dúvida, trouxe boas recordações dos tempos sem lá muitas preocupações.



Misirlou, de Dick Dale. Uma das músicas do incrível repertório do filme Pulp Fiction. Até então eu não conhecia a música. Hoje sou fã do filme, do diretor desse filme e das músicas desse filme.



Fiquei pensando se estariam na minha lista top 10 de música estas aí. E resolvi fazer a minha. Nestas ali, o critério parece ter sido rock'n'roll puro. E internacional. Minhas influências foram um pouco diferentes. Se der, ainda hoje coloco aqui.







domingo, 26 de agosto de 2012

Quem lembra?

Direto dos anos 80, com uma versão acústica.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Eva.

Vi nos Quadrinhos Rasos, que descobri via Poracaso. Os caras desenham com base em letras de músicas.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Dizem que sou louco.


“Dizem que sou louco por pensar assim / Se eu sou muito louco por eu ser feliz / Mas louco é quem me diz / E não é feliz, não é feliz / Se eles são bonitos, sou Alain Delon / Se eles são famosos, sou Napoleão / (...) / Eu juro que é melhor / Não ser o normal / Se eu posso pensar que Deus sou eu / Se eles têm três carros, eu posso voar / Se eles rezam muito, eu já estou no céu”.

Por que lembrei, deve estar se perguntando o caro leitor, da “Balada do louco”, velho sucesso da vanguardista e irreverente banda Os Mutantes, que estourou no final dos anos 60, com o trio Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias?

E a resposta é a manchete que li na internet nesta segunda-feira: “Cachoeira passa por avaliação psiquiátrica na véspera de audiência na Justiça”. Sim, aquele Cachoeira dos escândalos de Brasília. A justificativa, segundo as reportagens que li, era de que estão preocupados com o estado de saúde do referido. Tudo começou porque o dito teve um “pequeno surto” após discutir sobre um canal de televisão com outro preso.

O episódio desmascara uma cruel face do Brasil. Somos, ainda, uma país de gigantescas, profundas e, às vezes, irremediáveis diferenças. Gostaria de saber qual seria a resposta do Poder Judiciário ou mesmo do Sistema Prisional se um ladrão pé-de-chinelo tivesse um “pequeno surto” parecido com este.

Não estou, aqui, julgando as pessoas do Poder Judiciário ou do Sistema Prisional. Estou falando do sistema como um todo, mesmo. Embora composto por pessoas.

Estas dicotomias, contudo, não se restrigem ao sistema judiciário ou prisional, ou seus aparelhos. Há certo descompasso entre o que nossos administradores dizem e o que fazem.

Antes, porém, de comentar outros dois exemplos pelos quais eu possivelmente serei crucificado (mais uma vez), quero lembrar um célebre pensamento decorrente da “Oração aos moços”, famoso discurso do jurista Rui Barbosa, que diz que os iguais devem ser tratados igualmente o os desiguais devem ser tratados desigualmente na medida de sua desigualdade.

Infelizmente no Brasil deturparam as palavras de Rui Barbosa (que, em verdade, buscou seus fundamentos em Aristóteles). Bem aos moldes Lei de Gérson ou Lei de Zeca Pagodinho, das quais falei há duas semanas, transformaram tão belo princípio em “uns são mais iguais do que outros”.

E sem menosprezar as desgraças ou alegrias alheias, dois episódios me incomodaram nos últimos meses.

O primeiro foi a vinda do ex-Beatle Paul Mccarteney para Florianópolis. O lorde inglês ficou hospedado num belíssimo hotel em Governador Celso Ramos. Nada demais até aí se não fosse o enorme contigente da Polícia Militar para cuidar da sua segurança. O Governo do Estado vive dizendo que não tem policiais para nada, e, de repente, desloca um número absurdo para cuidar da segurança de um cantor estrangeiro que fez um show particular (sim, porque os valores dos ingressos não eram nada módicos). Reforçar a segurança no entorno do show vá lá, eis que a ladroagem se atiçou toda com essa apresentação. Mas dar uma de segurança tempo integral para a comitiva do artista foi um pouco demais.

O outro caso foi em São Paulo. Quando o filho do cantor Leonardo sofreu o acidente e teve que ser tranferido para a capital paulista houve o acompanhamento de batedores da Polícia Militar durante todo o trajeto para que a ambulância fosse resguardada. Preciso continuar meu raciocínio?


sexta-feira, 20 de julho de 2012

É dos feios que elas gostam mais.

Opa, sorte a minha!!

Recebi a reportagem abaixo por email.

O que Carla Bruni, Isabeli Fontana e a namorada do Flávio Briatore tem em comum? Além do fato de nascerem belas, as três estão juntas com parceiros que, vamos ser sinceros, não foram bem favorecidos pela natureza.


Você pode alegar até que o dinheiro foi fundamental para unir esses casais, mas, se prestar atenção nas ruas vai perceber  que é muito comum ver uma mulher bonita ao lado de um homem feio. Pois a ciência já descobriu respostas para esse grande questionamento do universo masculino.


No quesito azaração, a pesquisa realizada no Departamento de Psicologia do Williams College, em Massachussetts, chegou à conclusão de que os homens considerados feios têm mais chances de conquistar uma mulher bonita.


Os experimentos foram realizados com 200 universitários, que foram submetidos a encontros rápidos. Antes deles, os participantes avaliaram a si mesmos e aos seus pretendentes em uma escala de beleza, e revelaram seu grau de interesse em um encontro sexual imediato. Depois do encontro, eles avaliaram seus parceiros em diversos outros critérios, incluindo aparência e possibilidade de topar um encontro sexual. 


Os resultados concluíram que os homens que acreditavam ser mais bonitos do que são também perceberam um maior interesse das mulheres por eles – o que não era necessariamente verdade. Isso aumentava a sua autoconfiança e levava-os à ação. Já os homens de fato considerados bonitos pelas mulheres não pareceram ter essa visão distorcida e não partiam para a conquista da mesma forma.


Esse é o caso emblemático do músico francês Sérge Gainsbourg, que apesar de ser baixinho, magro, feio e narigudo, pegou uma renca de beldades, entre elas Brigitte Bardot e a Jane Birkin. Isso sem contar na sua composição Je t´aime moi non plus, que virou o maior hino sensual de todos os tempos.


Para quem não sabe, na época em que ele compôs essa música com Brigite, estava no quarto com sua amada, esta ainda casada. A música foi tão polêmica que o marido dela proibiu de tocar nas rádios.


Continue lendo na página original (MHM) clicando aqui.

E, abaixo, a música dita o hino sensual de todos os tempos, para começar bem o final de semana:


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Marketing inteligente.

O vídeo abaixo é a apresentação de uma orquestra em uma praça da Espanha. É uma ação de marketing tão inteligente e tão discreta que em nenhum momento a marca aparece diretamente. E os transeuntes puderam se deleitar com a 9a Sinfonia de Beethoven. Quem não se emocionar precisa rever alguns conceitos. Inspirem-se. E comecem bem a semana. Descobri o vídeo na coluna do Gilberto Dimenstein, da Folha.com.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dia do rock!!

Hoje é o dia mundial do Rock!! Fora aquela porcariada que nos enfiam pela goela. Um pouco de rock para comemorar.




 E, mais tarde, SACRA!!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Yael Naim

Para começar o final de semana mais leve... sem papo de política hoje...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Como você é nervosinha, hein?

“Como você é nervosinha, hein?”. Foi isso que minha namorada teve que escutar de um “ser” (não sei que outra qualificação dar sem correr o risco de também ser infeliz) ao manifestar indignação contra um comportamento, digamos, impróprio.

“Nervosinha”... Agora quem contraria as pessoas que fazem as coisas erradas são taxadas de “nervosinhas”. Os “seres” não respeitam as regras mais comezinhas de convivência coletiva e ainda têm a petulância de achar que quem está certo está errado. Pachorra pura. Preguiça de fazer a coisa certa. E como já ouvi há muito tempo, não há jeito certo de fazer a coisa errada.

 Os leitores já devem estar curiosos sobre o fato que gerou minha indignação. Minha namorada foi, dia destes, a uma loja de materiais de limpeza. Havia dois lugares para estacionar, entre a calçada (para pedestres) e o estabelecimento. Ela utilizou uma das vagas, sendo que a outra já estava ocupada. Entre a calçada e a rua havia a ciclofaixa.

Pois bem. Terminando suas compras, que foram rápidas, um “ser” (vocês até já estão imaginando quais substantivos-adjetivos poderíamos utilizar para substituir “ser”, não?) falou para minha namorada: “Você é a dona daquele carro ali? Pode esperar mais uns cinco minutinhos que já vou tirar o meu, que está atrás do seu?” Se bem conheço minha namorada, a loirinha deve ter fuzilado com seus lindos olhos azuis o “ser”.

O “ser” só não estacionou o veículo dele atrás do automóvel dela (como se isso fosse a coisa mais comum do mundo), como o fez em cima de uma ciclofaixa (como se ciclista não tivesse prioridade na via preparada exclusivamente para ele).

Cara-de-pau do cidadão. Ops, cidadão não, nunca, jamais. Cidadão vem de cidadania, e é aquela pessoa que tem consciência de seus direitos e deveres.

Como já era de se esperar, o “ser” demorou mais do que os prometidos cinco minutos. E ainda veio com a pérola: “Viu? Nem demorei tanto”, no que minha namorada respondeu “Eu pude esperar, só não sei se os ciclistas que precisavam passar poderiam”. O “ser” fez cara feia, entou no seu instrumento de desrespeito social e foi embora. O dono do estabelecimento, que veio até a porta, demonstrando-se um “ser” maior ainda, encerrou com chave de ouro: “Como você é nervosinha, hein?”. E pior, havia também um caminhão na ciclofaixa descarregando mercadorias para o estabelecimento deste “ser”. 

Poucas coisas me tiram do sério. Essa é uma delas. “Seres” que acham normal desrespeitar regras simples e, por via de consequência, pessoas que nada tem a ver com a história. Nesse caso, a dona do veículo que queria ir embora, mas teve seu automóvel trancado, assim como os ciclistas que não puderam passar pela ciclovia! Mas existem outras espécies de “seres”.

Um bastante comum na região é dono de caminhonete e costuma parar em fila dupla na frente das escolas para, com a maior tranquilidade do mundo, tirar os filhos e levá-los até a calçada. Esta espécie, do alto de sua sumidade, não pode estacionar no local certo e não atravancar todo o trânsito, que já é complicado por si só. Há, também, o “ser” que joga bituca de cigarro pela janela do carro ou do apartamento; o “ser” que tranca cruzamento porque não respeita sinal ou distância; e os “seres” mal-educados por natureza.

Acredito que todo mundo conhece várias espécies de “seres”.

Abaixo mais uma música do meu tempo, que foi impossível não lembrar com escrevendo esse texto.
Kid Vinil e Magazine, com Tic tic nervoso.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aos meus amigos (ex-)punks.

Aumenta o som!!



Minha garota foi pra Manágua... LUTAR PELA REVOLUÇÃO!!!
Replicantes na composição original.



E que tal uma versão com orquestra sinfônica?



Pra finalizar rindo um pouco dos velhos tempos: Kátia Flávia, a Godiva do Irajá. Do impagável Fausto Fawcett. Não é punk mas é engraçado.