domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Parece nosso time de daqui a pouco.
sábado, 19 de setembro de 2009
Sábado é dia de futebol.
Nunca entendi porque tem gente que acha bonito enganar no futebol, levar vantagem indevidamente. Está aí um bom exemplo.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Será que ainda dá para acreditar?
O esporte de maior torcida no Brasil, o futebol, teve seu ápice de desconfiança alguns Brasileirões atrás, com o escândalo da arbitragem. Juízes (e sabe-se lá mais quem) fabricando resultados para "investidores". No futebol a história é antiga. Há livros sobre o assunto. Diz-se, a boca pequena, que todos os campeonatos já tem suas cartas marcadas. Lembram do que aconteceu no Campeonato Italiano? Pois é. Parece que a diferença para os outros campeonatos é que mais ninguém tem coragem de tocar na ferida. Inclusive aquela final da Copa do Mundo Brasil x França ficou sob suspeita com o sinistro ataque sei-lá-do-que que o Ronalducho (na época Ronaldo Fenômeno) teve. O Edmundo ficou de falar para o mundo o que aconteceu. O mundo espera.
Nos esportes de atletismo os resultados são fabricados não por juízes, mas por fórmulas químicas. Atletas, técnicos e dirigente inescrupulosos detonam bombas nos corpos dos primeiros (os atletas) e lá vem os recordes. E isso prejudica até quem é sério, pois quando bate o recorde ficam todos com um pé atrás, desconfiados. O Brasil perdeu para os EUA a medalha de ouro, se não me engano, em uma Olimpíada (ou Olim piada?) - não lembro qual - na corrida de revezamento masculina. E está por isso mesmo até hoje, com o reconhecimento absolutamente tardio de nossos sofridos atletas.
Na natação o mesmo problema de dopping.
No basquete (brasileiro) os dirigentes brigando por interesses nada esportivos enquanto nossa seleção se afundava em campanhas cada vez mais medíocres. Parece que agora a coisa está sendo retomada de forma mais séria. Parece.
E por aí vai.
Por fim, a última palhaçada da Fórmula 1. O mais impressionante é o roto falando do maltrapilho. Ou seja, os Piquet falando do Briatore e vice-versa. E a Renault na linha de tiro (ou tentando sair dela demitindo todo mundo).
Existe, afinal, algum esporte profissional ainda confiável? Tenho minhas dúvidas. Acreditava mais quando um jogador vestia a camisa do seu time com orgulho e não somente pelo dinheiro. Não que não possam almejar times melhores ou grandes contratos. Mas não deveria ser o principal. Esporte virou escada social, e tudo que vira escada social perde seu valor.
Infelizmente ainda torço nos campeonatos, mesmo sabendo que provavelmente já está tudo armado.
Resta a tranquilidade de saber que pelo menos nas nossas peladas de sábado à tarde a única coisa que pesa é a gozação em cima do time que perde. Lá o exclusivo interesse envolvido é esquecer todos os problemas do lado de fora do campo.
domingo, 13 de setembro de 2009
Roubaram o juiz...
Preste atenção no vídeo. Os autofalantes alertando sobre um roubo de veículo.
O dono do automóvel demora um pouco pra perceber que é o seu...
sábado, 5 de setembro de 2009
Bem no fundo...

Essa vi no Blog do Anselmo Gois.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Campo para pé torto.
"No campo da Sociedade Guarani, uma marcação, digamos, esquisita, da lateral. A equipe do Pirabeiraba, que manda ali seus jogos na Primeirona de Joinville, venceu o Juventus por 1 a 0."Coluna AN Portal, de Jefferson Saavedra.
Foto de Emerson Souza.
Visto no A Notícia.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Câmara aprova regras contra a violência em estádios
O Plenário aprovou o Projeto de Lei 451/95, do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que estabelece regras para prevenir e punir atos de violência nos estádios de futebol e em outros locais onde haja práticas desportivas com a presença de grande público. A matéria ainda será analisada pelo Senado.
O texto aprovado é o de uma emenda do deputado José Rocha (PR-BA), que incorpora grande parte do Projeto de Lei 4869/09, do Executivo.
Uma das novidades é a obrigatoriedade de os organizadores de jogos contratarem seguro de vida e de acidentes pessoais para a equipe de arbitragem. Essa medida foi uma sugestão do deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
A emenda aprovada muda o Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei 10.671/03), ao incorporar diversas penalidades para crimes relacionados aos esportes. As penas variam de um a seis anos de reclusão, o que foi criticado por deputados como Miro Teixeira (PDT-RJ) e Fernando Coruja (PPS-SC). Eles argumentaram que as penas são excessivas se comparadas a outras previstas no Código Penal para crimes análogos.
No caso do crime de promover tumulto ou praticar ou incitar a violência, o juiz poderá transformar a pena de reclusão em proibição de comparecimento aos estádios por três meses a três anos, de acordo com a gravidade da conduta.
Essa pena alternativa poderá ser aplicada se o réu for primário, tiver bons antecedentes e não houver sido punido anteriormente por esse crime. O juiz poderá, ainda, exigir que o sentenciado fique em um local específico duas horas antes e duas horas depois de determinadas partidas.
Já os crimes de fraude de resultados de partidas serão punidos com reclusão de dois a seis anos. A pena será aplicável aos envolvidos diretamente na competição, como árbitros, e aos que encomendarem a fraude. O cambista poderá ser punido com pena de um a dois anos de reclusão.
As torcidas organizadas deverão manter cadastro atualizado dos seus integrantes, com informações como nome, fotografia, endereço completo, escolaridade e filiação. Elas poderão ser impedidas de comparecer a eventos esportivos por até três anos se ficar comprovado que promoveram tumulto, praticaram ou incitaram a violência. A punição será estendida aos seus associados.
A torcida responderá, civilmente, pelos danos causados por qualquer dos seus associados no local da partida, em suas imediações ou no trajeto de ida e volta para o estádio.
O texto lista proibições a serem cumpridas pelo torcedor para ter acesso ao estádio ou nele permanecer. Entre elas, estão: não entoar cânticos discriminatórios, racistas ou xenófobos; não arremessar objetos; e não portar ou usar fogos de artifício ou similares.
A emenda de José Rocha enquadra os estádios com capacidade acima de 10 mil e até 20 mil pessoas entre aqueles que deverão emitir ingressos e controlar eletronicamente o acesso de torcedores. O objetivo é aumentar a fiscalização da quantidade de público e do movimento financeiro. A exigência atual abrange apenas os estádios com capacidade para mais de 20 mil espectadores. Os estádios capazes de receber mais de 10 mil pessoas também deverão manter monitoramento do público por sistema de vídeo.
Fonte: Portal da Câmara de Deputados.
Penso que muitas destas são medidas bem vindas. Fazia um bom tempo que eu não frequentava estádios e a passagem que tive, com minha filha, no Maracanã, na final do Campeonato Carioca (com a vitória do Flamengo, ressalte-se) me trouxe boas impressões. Sem qualquer medo e constatando muita organização (especialmente, considerando-se o público envolvido: cerca de 80 mil pessoas pelo que me disseram depois). Além do grande aparato policial nos arredores, a proibição de venda de bebida alcoolica no estádio e em um perímetro do seu entorno tendem a diminuir o ímpeto dos mais afoitos.
A lei aprovada vai consolidar, espero, mais urbanidade nos estádios e a possibilidade de se levar a família apenas preocupado com as piadas do outro dia.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Penta tri-campeão.
Apesar do sufoco com o empate (São Bruno salvou o Flamengo de novo, embora, nesse domingo, vários jogadores mereceram destaque), valeu a pena passar a tarde no Mário Filho.
Só que vou falar do espetáculo: tudo tranquilo, sem medo, sem tiros, sem violência, sem nada daquilo que a mídia nos mostra diariamente. Muito policiamento, é verdade. Nenhuma confusão que eu tenha visto. Por sinal, não há venda de bebidas alcoolicas no estádio e nem num considerável perímetro em volta do Maracanã. Acredito que seja medida interessante e que está surtindo efeito. Óbvio, os xingamentos naturais do nervosismo de um jogo de final de campeonato existiram; mas não passou disso. A alteração foi apenas emocional, e não etílica.
De todo modo, o rubro-negro dominou o estádio. Acredito que mais de 80% dos torcedores era flamenguistas. A torcida do Botafogo, apesar de bonita, como disse, não conseguia impor suas músicas. E foi emocionante escutar um estádio praticamente inteiro cantando o hino do Flamengo, as marchas, as gozações pra torcida adversária, os gritos de gol. Pode parecer piegas, mas arrepia, não tem jeito.
O drama não poderia ser maior: a decisão indo para os penaltis. Boca grande da Gabriela que previu o final dramático uma semana antes!
No final, depois dos penaltis, a consagração de um goleiro e a redenção de uma torcida. Por mais que o lado racional me diga que nós, pobres seres mortais e torcedores, não ganhamos nada com isso, há algo inexplicável que nos faz pular como crianças e cantar ao lado de pessoas que nunca vimos antes e se emocionar sem uma razão muito clara.
As fotos ao longo do texto, maioria da Gabriela, dão uma pequena noção do que foi a festa (tem mais no orkut).
Recomendo!! Vale pelo espetáculo!
domingo, 26 de abril de 2009
Sou brasileiro e não desisto nunca.
Raul Seixas - Tente Outra Vez
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Gol de falta
Assim que sair na internet o golaço de trivela que Ibson fez nesse jogo, ou melhor, nesse chocolate que o Flamengo deu no Palmeiras, atualizo a postagem.

