Bacafá

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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Tradição e inovação.

Foi um tiro certeiro. Nada mais propício para a maior Festa dos Atiradores do Brasil!! A mudança da data do evento, assim como a profissionalização do cardápio, fizeram desta Schützenfest se não na melhor, mas uma das melhores de sua história (a melhor que eu participei, sem dúvida).

Confesso que no início das discussões não me convenci que tirar a festa alemã do consagrado calendário de outubro das demais festas do Estado seria algo bom, Convenceram-me e o sucesso do evento mostrou claramente que minha opinião inicial (não isolada, diga-se) estava equivocada. A maioria venceu e acertou!!

Aliada à mudança da data da festa mais tradicional de Jaraguá do Sul, houve a profissionalização dos serviços prestados em um patamar nunca visto antes na Schützenfest. Foi necessária a mudança de mentalidade de todos os envolvidos para que surtisse o efeito esperado. Surtiu. Novos produtos, novos visuais, novos sabores, novos aromas. Evolução em boa dose. E o público voltou a lotar os pavilhões da festa diariamente.

Um dos idealizadores, e que mais vi defender as mudanças, foi Wilson Bruch. Está de parabéns pela insistência, assim como estão igualmente de parabéns aqueles que abraçaram a ideia de fazer desta a melhor Schützenfest da história, em especial o maior apoiador, o prefeito Dieter Janssen, e seus secretários que fizeram tudo sair dentro dos conformes, como Sidnei Lopes, Marcelo Prochnow e Manu Wolff.

Ficou claro que tradição e inovação podem andar juntas e se transformar em sucesso.

Foi uma festa gigante, como é Gigante Jaraguá do Sul!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Finados e mortos.

No dia 02 de novembro comemora-se o dia de finados pela Igreja Católica (como curiosidade: os portugueses comemoram o dia dos fiéis defuntos). Dizem alguns historiadores que os cristãos já rezavam por seus entes queridos falecidos desde o século I ou II (dependendo a fonte), visitando seus túmulos. No século V, então, a Igreja Católica decidiu dedicar um dia do ano aos mortos, para que se rezasse pelos que ninguém rezava ou lembrava.

Embora muitas vezes carregado de tristeza decorrente da saudade, em alguns casos realmente é o único dia que a família lembra do túmulo do parente morto. Já freqüentei muito cemitério, e muitas vezes, principalmente quando pequeno, me perguntava porque alguns túmulos estavam tão reluzentes e outros tão abandonados, sem qualquer sinal de cuidado. E isso independia do tamanho ou do luxo da residência final do falecido.

Claro, diversos poderiam ser os motivos. Desde o simples abandono mesmo, até a morte dos demais parentes que cuidavam daquele túmulo, passando por viagens definitivas para outras cidades ou países.

De todo modo, sempre me impressionei com o final de semana pré dia de finados. Muita gente com vassouras, baldes, detergentes, panos, velas novas. Flores, muitas flores. Naturais. Artificiais. Coloridas, quase sempre muito coloridas.

Eu nunca sabia se todas aquelas pessoas estavam ali por causa de seus filhos, pais, irmãos, tios ou avós mortos ou se estavam ali por conta dos vivos. Preocupados com o que os outros vivos poderiam pensar do seu relaxamento se não limpassem o túmulo pelo menos naquela semana. Preocupados seja com os vizinhos de suas casas, seja com os vizinhos de cemitério.

Coincidentemente no mesmo dia comemora-se, no México, o dia dos mortos. As grandes diferenças são que esta é uma verdadeira festa e sua origem não é européia ou católica, mas indígena. É uma comemoração anterior à vinda dos espanhóis para a região e outros países da América Central também a festejam.

É uma festa extremamente animada onde, dizem, os mortos vêm visitar seus parentes, sendo recebidos com muitos doces, bolos e guloseimas. Tudo muito colorido, divertido e com muita música. De tão entusiasmada, a festa é referência turística já há algum tempo, recebendo visitantes do mundo inteiro.

Entretanto, o que significa tudo isso?

Serve, no mínimo, para lembrarmos da nossa condição de “temporários” na vida. Tristes pela saudade ou felizes pelas boas lembranças, ou mesmo pela animada festa do dia dos mortos mexicano, serve – ou deveria servir – para relembrarmos que o importante é vivermos intensamente.

É inevitável que tenhamos que trabalhar – salvo algum herdeiro bilionário por aí -, que tenhamos que nos preocupar, que tenhamos compromissos nem sempre muito agradáveis. Entretanto é perfeitamente evitável que tudo isso seja o mais importante em nossas vidas.

E se não conseguimos parar para refletir e repensar nossos atos no dia-a-dia pelas atribulações normais, que pelo menos no dia dos que não estão mais aqui, nós, ainda vivos, consigamos determinar nosso futuro.

Se a vida de quem nos lembramos nesse dia foi boa e bem aproveitada, que a tenhamos como exemplo. Se não foi, que aprendamos com os seus erros. Se foi curta demais, que nos sirva de alerta que no próximo dia 02 de novembro em vez de estarmos lembrando poderemos ser os lembrados.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Microssaias e nepotismo.

Sem falsos moralismos, dois assuntos da mais alta importância, que falam do presente e do futuro.

Atenção senhores pais. Aqui fica uma preocupação e um alerta. Prestem atenção em seus filhos. Em suas filhas principalmente. Nesse final de semana fui a uma festa com a namorada e mais alguns amigos, casais em sua maioria. Festa, esta, embalada a um DJ famoso. Ou que pelo menos diziam que é famoso. Entre amigos sempre tudo é mais divertido, por pior que seja a música. E a que tocou, se não era excepcional, pelo menos não desagradou muito. A melhor de todas foi uma mixagem de Psicho killer, do Talking Heads (e nem foi do tal famoso).

Mas o que me assombrou de verdade foi o tamanho das saias e vestidos das meninas. Não dá nem para dizer “das mulheres”. Das meninas, mesmo. Nada contra as minissaias; pelo contrário. Ocorre que lá circulavam garotas com saias menores que minissaias. As tais microssaias. E as que vestiam esta minúscula peça de roupa eram as mais jovens.

Posso estar “desantenado”, “out”, “careta”, ou qualquer outro adjetivo de quem não entende nada da moda. Entretanto a questão não é a microssaia em si, mas o conjunto “pouquíssima idade + pouquíssima roupa”. E para tornar o coquetel ainda mais perigoso, muita bebida. Garotas com pouca idade, pouca roupa e muito álcool. Uma combinação, no mínimo, inadequada.

Por isso, senhores pais, é muito importante que prestem atenção quando suas filhas saem de casa, e mais importante ainda que conversem muito com elas (não só em dias de festa, óbvio). É imprescindível que as meninas se dêem o respeito desde cedo; e que tenham consciência de seus atos. Se se derem o respeito e tiverem consciência, com certeza não será o tamanho da roupa que fará a diferença.

O outro assunto é político e não menos sério. Como todos os que me lêem já sabem, sou contra o nepotismo, contra a distribuição de cargos públicos para parentes sem concurso, mesmo que sejam competentes. A dúvida, afinal, sempre pairará.

Em Jaraguá do Sul os vereadores tentaram colocar ordem na casa. Promulgaram a Lei Orgânica do Município (LOM) que proíbe o nepotismo. Diz, claramente, no seu artigo 90-C que “É vedada a investidura em cargo de provimento em comissão, função de confiança ou gratificada, bem como a nomeação para cargos políticos, de cônjuges, companheiros, parentes consanguíneos ou não, em linha reta, colateral ou por afinidade até terceiro grau do Prefeito” entra diversas outras autoridades lá elencadas.

Ora, o que temos no nosso paço municipal? O marido e a filha da prefeita investidos em cargos políticos. A prefeita até está tentando anular alguns artigos da LOM, dentre os quais o acima parcialmente transcrito (90-C). Contudo o Tribunal de Justiça de Santa Catarina já por duas vezes disse expressamente que “Em relação aos arts. 90-C e 90-D, tem-se que, na esteira da manifestação ministerial, não há, numa análise geral, óbice para que o Município legisle de maneira mais restrita, com o intuito de atender as peculiaridades locais, razão pela qual é inadequado suspender a eficácia desses dispositivos”.

Ou seja, estes dispositivos continuam valendo e, consequentemente, o marido e a filha da prefeita estão ocupando cargos públicos ilegalmente, afrontando toda a sociedade suljaraguaense.

Saia curta na balada e saia justa na prefeitura.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

1a Bacafazada.

Foi realizada, nesse último sábado, a 1a Bacafazada oficial, com muito bacafá para apreciar. Aí embaixo a prova da reunião.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Rescaldos de sexta.

Vale muito a pena se divertir com velhos amigos e as velhas músicas, como foi na festa Symbols da última sexta-feira em Joinville.

Hoje, para rir muito, o clipe do Right Said Fred.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Aos festeiros novamente: expulsão de festa não gera dano moral.

A 4ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça reformou sentença da comarca de São Bento do Sul, para julgar improcedente o pedido formulado por Donald Neumann contra Sociedade Ginástica e Desportiva São Bento. Em 1º grau, a sociedade desportiva fora condenada ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 3,8 mil a Donald. Segundo os autos, no dia 11 de setembro de 2004, Donald foi à “Schlachtfest”, na sede da sociedade, acompanhado de amigos de Curitiba. Por volta das 2 horas da manhã, percebeu a hostilidade de outro grupo e solicitou duas vezes ajuda aos organizadores e seguranças, a fim de evitar uma briga, mas não teve suporte.

Um de seus amigos enfrentou o outro grupo e, nesse momento, Donald intercedeu a fim de evitar o confronto, ocasião em que foi imobilizado, agredido e colocado para fora do evento pelos seguranças. Inconformada com a decisão em primeira instância, a Sociedade Ginástica e Desportiva São Bento apelou para o TJ. Sustentou que sua festa oferece segurança e tranquilidade ao público, por meio de profissionais habilitados que, no caso, tiveram de retirar os envolvidos do salão, já que a briga tomara maiores proporções.

“Analisadas tais circunstâncias, é de se frisar que a conduta tomada pelo amigo de Donald fomentou a rivalidade entre os grupos, já que a equipe de segurança atendeu ao pedido de ajuda e tentou conter o grupo rival, demonstrando estar atenta. […] Não havia outra solução mais sensata, senão a de se retirar da festa e evitar um mal maior ao seu grupo. Não era possível exigir outro comportamento da equipe de segurança, senão o de afastar os rapazes e manter a paz do local. Aliás, isto acabou por garantir a integridade física de todos, já que, em razão do ocorrido, os amigos de Donald resolveram deixar a festa”, afirmou o relator da matéria, desembargador Victor Ferreira. A decisão da câmara foi unânime. (Apelação Cível n. 2007.053032-2).

Fonte: Portal do TJSC.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aos festeiros: ser barrado em porta de boate não gera dano moral.

O juiz Carlos Roberto Loiola, do Juizado Especial de Divinópolis, a 115 km de Belo Horizonte (MG), negou indenização a uma estudante que foi barrada na entrada de uma boate por vestir uma blusa decotada, considerada inadequada.

Na sentença, o juiz disse que não cabe ao julgador dizer se um traje é ou não adequado, mas que a questão é "saber se a casa noturna comunica a seus clientes que existe essa discricionariedade em analisar as vestimentas de seus frequentadores, de acordo com os critérios preestabelecidos, e isso a boate cumpre rigorosamente".

A própria estudante provou que existia uma placa, na parte externa da boate, com informação sobre as regras de conduta que são admitidas no seu interior. Com base na responsabilidade subjetiva o juiz declarou: não vislumbro ter ocorrido qualquer intenção de provocar o dano à autora".

Na sentença, Loiola falou sobre a banalização dos pedidos de indenização nos Juizados e questionou: "Até que ponto esses fatos tão normais de nossa vida podem causar transtornos psíquicos relevantes ao ponto de uma pessoa se sentir lesada em sua personalidade?".

Nesse sentido, entendeu que "simples aborrecimento não é suficiente para gerar direito à indenização por danos morais". Isso porque "a vida é bela porque tem altos e baixos, caminhos e descaminhos, sabores e dissabores. Mas querem transformar a beleza dessa biodiversidade numa floresta de eucaliptos, numa aquarela-pastel".

"Não me parece que a questão aqui tratada seja jurídica, mas de sensibilidade poética no trato das coisas da vida. No baile dos poetas essas coisas não acontecem, com certeza; lá todo mundo se diverte, com decote ou sem decote", concluiu.

O caso:

No dia 4 de setembro de 2010, a estudante foi barrada ao tentar entrar na casa noturna Babilônia Dancing House, por vestir uma blusa decotada. Segundo depoimentos, era possível ver os seus seios.

A estudante pedia danos morais. Considerando que a autora era aluna da faculdade de Direito, o juiz chegou a propor que a boate lhe pagasse uma coleção de livros jurídicos, sem reconhecimento de culpa, mas ela não aceitou.

A estudante recorreu da decisão à Turma Especial. Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Processo 0216686-13.2010.8.13.0223

Fonte: Portal Conjur.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Há exatos 40 anos...


PAI E MÃE
FELIZ ANIVERSÁRIO DE
40 ANOS DE CASAMENTO
(diz a lenda que são bodas de rubi)
FAMÍLIA TUDO JUNTO UNIDA REUNIDA


 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A mãe.

Todo mundo já falou sobre a mãe. Mãe já foi tema de músicas, de poesias, de filmes. Dizem, até, que mãe é tudo igual, só muda de endereço... Deve ser porque mães se preocupam. Sempre. Querem saber como os filhos estão, onde vão, com quem andam, o que fazem, o que precisam, o que querem. Estão sempre preocupadas, até quando não precisam. Mas são mães. Normalmente a gente só aprende a entender isso depois que cresce. Ou depois que viramos pais e mães.

E com todo respeito a todos os que lêem esse blog, a minha mãe é especial. Não porque é a minha mãe (por isso também, claro), mas simplesmente porque é especial. Dois exemplos divertidos: quem preparava um café praticamente colonial quando eu e meus amigos, um bando de marmanjos esfomeados, chegávamos da praia? E quem tinha paciência de deixar a sala de casa - ou a casa toda - virar quartel-general nas gincanas da cidade, com aquele povo todo entrando e saindo, e tirando os móveis do lugar pra encher de sacos de comida no meio da sala? E também tem todos os momentos difíceis e os felizes pelos quais passei, que minha mãe e meu pai estão sempre por perto.


Então, mãe, nesse seu dia, parabéns!!! Do seu filho mais velho mais querido!!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Festa Pomerana.

De 14 a 23 desse mês está ocorrendo, em Pomerode, Santa Catarina,, a vigésima oitava edição da Festa Pomerana, com diversas atividades esportivas e culturais, além de uma feira e apresentações de grupos folclóricos.

Não sou nada fã das bandinhas alemãs que ficam tocando - muito alto, diga-se de passagem - o tempo todo, mas reconheço que a gastronomia é o ponto alto da festa para quem gosta de comida alemã. Embora haja filas, tudo é muito organizado e elas andam tão rápido que nem se percebe.

Eu recomendo.

Mais informações, clique aqui.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Então é natal...

... e a maioria das pessoas se preocupa com os presentes, com as festas, com os espumantes, com o papai noel e com a iluminação, seja em casa, seja nas ruas. E só. Outros se preocupam com suas viagens e seus destinos. E só.

O tal "real espírito de natal" só tem aparecido nas palavras, ultimamente. Quando alguém é questionado por repórter nas ruas. Ou então naqueles instantes da missa do galo.

E o melhor exemplo do que se transformou o natal é a China. Há três anos, sequer se falava em natal por aquelas bandas. Principalmente pelas questões filosófico-religiosas permeadas pela política daquela ditadura. Entretanto, hoje há árvores de natal gigantescas e iluminação natalina. Apesar de quase ninguém conhecer o bom velhinho de vermelho por lá. Mas isso é uma questão de tempo.

No Japão, cujas religiões prevalecentes são o budismo e o taoísmo (se as consideramos como religião), também está havendo um trabalho de incentivo às festas de natal. Só que lá, por enquanto, virou uma espécie de dia dos namorados. Tanto que, pelo que dizem, os motéis são os lugares mais procurados para comemorar o nascimento do menino jesus.

sábado, 4 de setembro de 2010

Da arquibancada - o melhor show da terra.

Final de semana retrasado, quando fomos (Gabriela e eu) para São Paulo visitar a Bienal Internacional do Livro, aproveitamos e conhecemos, também, o Museu do Futebol, por sugestão do nosso anfitrião e cicerone Elton, e ainda na companhia do amigo Patrick. Muitas fotos interessantes, muitas informações curiosíssimas, muitas peças raras, muitas coisas bonitas e outras engraçadas, muitos vídeos, muitas narrações históricas.

Mas é fato: não tem nada mais bonito no futebol (e não estou comparando à razão do futebol que é, bem ou mal, de sorte ou de categoria, chorado ou direto, o GOL) do que a torcida na arquibancada.

A parte que mais gostei, que mais me chamou atenção, que mais me emocionou foi a da projeção das torcidas nas arquibancadas, em vídeos sobrepostos, com aquele barulho que mistura música, gritos de guerra, gritos de euforia, lamentações, vibrações, xingamentos, rezas, tudo ao mesmo tempo, alto suficiente para nos imaginarmos lá dentro.

Quem já foi a um jogo de futebol com estádio cheio sabe do que falo. Pode ser aqui no João Marcatto, de Jaraguá do Sul, para torcer pelo Juventus, pode ser na final do Campeonato Carioca, no Maracanã, para ver o Flamengo ser campeão mais uma vez, a sensação é muito boa. A vibração, a alegria, a energia.

De todos – e não foram muitos – os momentos vendo o jogo como torcedor nas arquibancadas, três me trazem boas lembranças justamente por conta dos sentimentos que descrevi acima.

Joinville x Corinthians, em algum momento da minha infância, que fui com meu pai para o Ernestão, nos áureos tempos do JEC, octacampeão estadual e que enfrentava de igual para igual qualquer time no Campeonato Brasileiro. Na época jogava Casagrande, com seu cabelão, e que era xingado pela torcida joinvillense de nomes que eu nem conhecia naquela época ainda. Não lembro do resultado, mas lembro da vibração da torcida, das arquibancadas lotadas, da minha alegria de participar daquilo com meu pai.

Juventus (de Jaraguá do Sul) x Figueirense, no João Marcatto, líderes do Campeonato Catarinense, acredito que uns quatro ou cinco anos atrás, quando o time da casa buscou o resultado negativo de 2x0 e empatou o jogo no segundo tempo. O estádio estava cheio e naquele dia minha filha virou Juventina de coração, pulando, vibrando, cantando, gritando e balançando o boné junto com a torcida inteira no campo.

Flamengo x Botafogo, no Maracanã, em 2009, quando o fomos penta-tri-campeões, com a vitória nos pênaltis, depois do Flamengo deixar empatar um jogo que havia ido para intervalo com 2x0. A Gabriela saiu de lá com uma camisa nova do Flamengo e nós dois roucos. A beleza daquela torcida, as bandeiras e os bandeirões, as músicas, a loucura, é tudo inexplicável.

Para quem nunca foi a um estádio em dia de casa cheia, em dia de final ou jogo valendo classificação, mesmo que não goste de futebol, mesmo que falem tanto da violência, eu recomendo. É uma das experiências da vida que vale a pena ser experimentada.

As fotos são do Maracanã, em 2009.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Dia de comemorar!!

Para quem sai na noite, sabe do que estou falando. Foi publicado na página da Administração Municipal de Jaraguá do Sul:

"A prefeita Cecília Konell sancionou na última sexta-feira (30/07) – para que entre em vigor dentro de 90 dias – a Lei Municipal 5.675/2010, de autoria da Câmara de Vereadores, que proíbe o consumo de cigarros e produtos similares em recintos de uso coletivo no âmbito de Jaraguá do Sul. De acordo com o Art. 2º desta lei, “é proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente”.

O parágrafo segundo deste artigo inclui entre os recintos de uso coletivo: ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento; áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.

O início da aplicação das penalidades decorrentes de infrações a esta lei será precedido da divulgação de ampla campanha educativa a ser veiculada nos meios de comunicação para esclarecimento sobre deveres, proibições e sanções impostas, além dos males causados pelo fumo à saúde."

Voltar para casa sem estar fedendo a fumaça de cigarro é um grande avanço. Se os fumantes não tem o mínimo de respeito com quem não fuma, resta a aplicação de leis como essa. Tomara que a lei "pegue" imediatamente e que a população jaraguaense conscientize-se o mais rápido possível.

Bom será quando o fumante, ao acender um cigarro ou afim, ficar preso em uma redoma hermética até o momento que o último resquício de fumaça sumir...