Entretanto, o espetáculo estava bonito, começando pela empolgação do público na hora do hino nacional. A Arena Jaraguá mais uma vez recebendo eventos esportivos mundiais e dando conta do recado. O resultado do jogo não foi favorável à seleção brasileira, jogando a Itália bem melhor. Mas o esporte é assim: uma hora se ganha outra se perde.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
domingo, 20 de janeiro de 2013
FEMUSC 2013: o espetáculo começa hoje.
O Concerto de Gala de abertura do Femusc deste ano terá a Orquestra Filarmônica da Scar – Sociedade Cultura Artística, com o acompanhamento de duo de harpas formado pela professora Rita Costanzi e pelo aluno Gustavo Beaklini.
No programa será visto "O barbeiro de Sevilha” (Giácomo Rossini), “A paixão dos anjos” (Marjan Mozetich) e “Adios nonino” e “Fuga e mistério” (ambas de Astor Piazzolla). A regência será do maestro argentino Norberto Garcia, tendo como solistas a canadense Rita Costanzie e Gustavo Beaklini.
Serão duas semanas de pura magia musical.
Mais informações e a programação completa, clique aqui.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Primeiro mundo aqui.
Neste último domingo ocorreu a 2ª Corrida Rústica da OAB de Jaraguá do Sul, no Parque da Malwee, organizada pela Acorjs. Com provas de 5 e 10 quilômetros, além de caminhada, corrida para crianças e categoria para cadeirantes, teve mais de 250 inscritos. Foi um sucesso principalmente graças ao empenho de toda a equipe da Associação de Corredores.
Interessante foi fazer a largada embaixo de chuva pesada, que logo sumiu, ao lado de amigos e conhecidos, e pessoas de todas as idades. A falta de treino e o recente sedentarismo fizeram-me chegar em último na categoria dos advogados, além de me renderem dores musculares o resto do dia e na segunda-feira. Mesmo assim foi tudo muito divertido. Que venha a próxima.
A corrida trouxe-me, também, outra visão do Parque da Malwee. Já estive lá muitas vezes, claro, nesses meus muitos anos de Jaraguá do Sul. Sempre que vem alguém de fora me visitar, costumo levar ao Parque para mostrar o espetáculo que é.
Só que dessa vez corri, literalmente, pelas ruas do Parque, e como meu ritmo estava relativamente lento, consegui observar coisas e cenas que não enxergava de dentro do carro ou só nos passeios em volta da lagoa ou de quando brincava com minha filha no labirinto vivo.
Na hora de ir embora também vi com outros olhos os diversos grupos espalhados pelo Parque. Famílias, amigos, casais. Alguns passeando, outros brincando, muitos conversando e preparando o almoço. Muitos churrascos aquele dia, com a fumaça típica desta culinária. Vários ritmos saindo do som dos carros e aparentemente ninguém incomodando ninguém. E isso porque não era um dia de sol típico quando, então, o movimento é bem maior.
Lembrei das cenas que vemos em reportagens ou filmes europeus ou norte-americanos onde os cidadãos urbanos invadem, no bom sentido, os parques locais, aproveitando as folgas e o sol. Passeando, lendo, praticando algum esporte, namorando, curtindo a família.
Às vezes tendemos a achar tão bonito quando é em outro lugar e não valorizamos o que temos por perto. E o Parque da Malwee ainda tem uma característica diferente da maioria dos grandes parques famosos, pelo mundo ou pelo Brasil. É particular. Mas isso em nada retira o seu encanto, ao contrário.
O mais impressionante é que esse espaço de um milhão e meio de metros quadrados foi inaugurado apenas em 1978, ou seja, historicamente há pouco tempo. Seu fundador, o senhor Wolfgang Weege foi, sem qualquer sombra de dúvida, um pioneiro no que se refere à preocupação com a natureza e a ecologia, algo muito comum hoje, mas não naquela época. Penso que não é nenhum exagero dizer que o empresário foi um visionário também neste campo. A manutenção do sonho e, mais do que isso, o aprimoramento do Parque, realizado pelo seu filho demonstra a consciência pela educação ecológica e, também, o interesse na disponibilização de uma bela e confortável área de lazer para a comunidade sul-jaraguaense e demais visitantes.
A 2ª Corrida Rústica da OAB não me serviu, assim, apenas para demonstrar o quanto estou enferrujado, mas, igualmente, para reforçar minha impressão positiva sobre a maior referência turística da região.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Marketing inteligente.
O vídeo abaixo é a apresentação de uma orquestra em uma praça da Espanha. É uma ação de marketing tão inteligente e tão discreta que em nenhum momento a marca aparece diretamente. E os transeuntes puderam se deleitar com a 9a Sinfonia de Beethoven.
Quem não se emocionar precisa rever alguns conceitos.
Inspirem-se. E comecem bem a semana.
Descobri o vídeo na coluna do Gilberto Dimenstein, da Folha.com.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Roger Waters + David Gilmour: Comfortably Numb, Live, O2 Arena 2011
Dica dos amigos Edemar e Dinael.
Para encerrar o mês com chave de ouro.
Para encerrar o mês com chave de ouro.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Igreja de São Francisco, Salvador, Bahia.
Coloque em tela cheia e faça um tour por essa fabulosa igreja.
http://www.onzeonze.com.br/blog360/toursaofrancisco/index.html
Vale a pena.
http://www.onzeonze.com.br/blog360/toursaofrancisco/index.html
Vale a pena.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Michael Schumacher - Largada do GP da Bélgica
Largada espetacular de Michael Schumacher no GP da Bélgica 2011.
Aumente o som, coloque em tela inteira e curta.
Aumente o som, coloque em tela inteira e curta.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Para começar muito bem o final de semana.
Beethoven, Karajan e a Filarmônica de Berlim.
Muito bom!!
Aumente o som. Mas aumente muito.
Muito bom!!
Aumente o som. Mas aumente muito.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Férias: última parada.
Como já dito na última postagem sobre as férias sem destino, a única coisa certa dessa temporada era o show da Amy Winehouse, o que, convenhamos, não é certeza alguma, dado o histórico de furos que a cantora já deu mundo afora.
Mas ela não só apareceu no horário, como cantou à base de (supostamente) garrafas de água mineral. Mas antes de falar dela, falemos das apresentações que abriram o Soul Festival em Florianópolis.
Mayer Hawthorne abriu o festival com suas músicas animadas. O inglês foi o que mais interagiu com o público entre os três cantores da noite. Não sei se não o avisaram, mas em Florianópolis no verão faz calor. E ele se apresentou, cantando, dançando e pulando, com seu traje de paletó e gravata borboleta. O resultado era visível: terminou encharcado. Talvez as músicas mais dançantes e divertidas da noite foram as dele. Abaixo o clipe mais, como dizer, florido do cantor.
A segunda apresentação foi de Janelle Monáe, da qual, por ser totalmente desconhecida pra mim, comprei o último CD dela para me adaptar com as músicas. São músicas, digamos, um pouco diferentes e que, pelo menos no meu caso, precisam ser ouvidas mais de uma vez para o cérebro se acostumar (no encarte as explicações das inspirações que ela apresenta para cada música oscilam entre o estranho e o engraçado). Mas estou gostando. No palco, foi o show mais performático da noite e o guitarrista dela é um figuraço! Foi um show bem montado e só. Interação zero. Ainda sim foi um muito bom show. Veio, cantou, pulou a apresentação inteira (acho que a mulher colocou o dedo na tomada antes de entrar) e foi embora. Detalhe: ela ia emendando uma música na outra como se não precisasse respirar...
Por fim, o show mais esperado da noite: a popstar maluca Amy Winehouse. Quando ela apareceu no palco, boa parte do público foi ao delírio. Bastou ela soltar a primeira nota da garganta pra perceber que a mulher tem um vozeirão de verdade mesmo. É impressionante como aquilo sai sem ela fazer força nenhuma. Tudo bem que uma ou outra vez ela desafinou ou esqueceu a letra da música. Tudo bem também que ela sumiu duas vezes do palco, e numa delas deixou a banda meio perdida, fazendo os backing vocals dela improvisarem e cantarem alguma música. Tudo bem também que ela aparentemente não sabe dançar (e nem precisa saber) e que não havia uma lista de músicas previamente ajustada (ou se havia, ela tinha esquecido e por isso paravam sempre entre uma e outra para se acertarem no palco), tudo bem, por fim, que eu acho que ela fez um tipo de mulher perturbada, mais do que realmente deve ser. De todo modo, é de arrepiar ver um coro de aproximadamente 12.000 pessoas cantando com ela e vibrando e dançando and go and go and go...
Mas ela não só apareceu no horário, como cantou à base de (supostamente) garrafas de água mineral. Mas antes de falar dela, falemos das apresentações que abriram o Soul Festival em Florianópolis.
Mayer Hawthorne abriu o festival com suas músicas animadas. O inglês foi o que mais interagiu com o público entre os três cantores da noite. Não sei se não o avisaram, mas em Florianópolis no verão faz calor. E ele se apresentou, cantando, dançando e pulando, com seu traje de paletó e gravata borboleta. O resultado era visível: terminou encharcado. Talvez as músicas mais dançantes e divertidas da noite foram as dele. Abaixo o clipe mais, como dizer, florido do cantor.
A segunda apresentação foi de Janelle Monáe, da qual, por ser totalmente desconhecida pra mim, comprei o último CD dela para me adaptar com as músicas. São músicas, digamos, um pouco diferentes e que, pelo menos no meu caso, precisam ser ouvidas mais de uma vez para o cérebro se acostumar (no encarte as explicações das inspirações que ela apresenta para cada música oscilam entre o estranho e o engraçado). Mas estou gostando. No palco, foi o show mais performático da noite e o guitarrista dela é um figuraço! Foi um show bem montado e só. Interação zero. Ainda sim foi um muito bom show. Veio, cantou, pulou a apresentação inteira (acho que a mulher colocou o dedo na tomada antes de entrar) e foi embora. Detalhe: ela ia emendando uma música na outra como se não precisasse respirar...
Por fim, o show mais esperado da noite: a popstar maluca Amy Winehouse. Quando ela apareceu no palco, boa parte do público foi ao delírio. Bastou ela soltar a primeira nota da garganta pra perceber que a mulher tem um vozeirão de verdade mesmo. É impressionante como aquilo sai sem ela fazer força nenhuma. Tudo bem que uma ou outra vez ela desafinou ou esqueceu a letra da música. Tudo bem também que ela sumiu duas vezes do palco, e numa delas deixou a banda meio perdida, fazendo os backing vocals dela improvisarem e cantarem alguma música. Tudo bem também que ela aparentemente não sabe dançar (e nem precisa saber) e que não havia uma lista de músicas previamente ajustada (ou se havia, ela tinha esquecido e por isso paravam sempre entre uma e outra para se acertarem no palco), tudo bem, por fim, que eu acho que ela fez um tipo de mulher perturbada, mais do que realmente deve ser. De todo modo, é de arrepiar ver um coro de aproximadamente 12.000 pessoas cantando com ela e vibrando e dançando and go and go and go...
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
FDS TPGECPC.
Esse que passou foi um FDS TPGECPC, isto é, um Final De Semana Tecno-Pop-Gastronômico-Esportivo-Cinematográfico-Político-Cultural.
Começou e terminou, coincidentemente, com jantares numa bela casa gastronômica de Jaraguá do Sul, o Madalena, com suas muito saborosas pizzas. E, ainda mais importante do que isso, em excelentes e divertidas companhias, tanto na sexta quanto no domingo.
Para completar o início do final de semana, um show, ainda na sexta-feira, do Dexterz, um projeto com base em músicas eletrônicas (misturando clássicos do rock) com o Júnior Lima da Sandy, um Lima da Família Lima (aquela dos violinos) e um DJ que me foge o nome agora. Um show que, para quem como eu não esperava nada de especial, tira o pessoal do chão. Muito bom, cheio de recursos moderníssmos, animado demais. E os caras até são simpáticos com a platéia. O ápice foi o Amon Lima tocando violino numa gaiola que passou por cima do povo num arranjo muito legal de "With or without you", do U2. Valeu a pena de verdade. Lá embaixo um vídeo deles.
Sábado uma ovelhada organizada pela OAB, muito bem preparada pelo Sílvio e pelo Roberto, com cortesia das ovelhas do Casal 20 da advocacia jaraguaense, Leonel e Aurilene Floriani. Muita gente boa, conversa boa e diversão nesta tarde.
Mas ainda deu tempo de sair correndo para o meu futebol de todo santo sábado. Vestindo o manto sagrado (camisa oficial do Flamengo, claro), jogamos embaixo de chuva e, pra variar, também foi muito divertido. Até porque, pelo menos dessa vez, joguei bem. Fazia muito tempo que não jogava na chuva e é uma brincadeira que lava a alma.
E, para encerrar - ou quase - o rentável final de semana, uma peça em um teatro dado pelos artistas do Brasil inteiro como um dos melhores do país, a SCAR, aqui em Jaraguá do Sul também. Dona Flor e seus dois maridos, com Carol Castro e Marcelo Faria (e o Jonas Torres. Lembram dele? O Bacana do seriado Armação Ilimitada - do Juba e Lula). Tirando um susto (dispensável) no meio da peça, foi muito divertido ver Jorge Amado no palco. Os atores trabalharam bem e o tempo também não foi visto passar.
Começou e terminou, coincidentemente, com jantares numa bela casa gastronômica de Jaraguá do Sul, o Madalena, com suas muito saborosas pizzas. E, ainda mais importante do que isso, em excelentes e divertidas companhias, tanto na sexta quanto no domingo.
Para completar o início do final de semana, um show, ainda na sexta-feira, do Dexterz, um projeto com base em músicas eletrônicas (misturando clássicos do rock) com o Júnior Lima da Sandy, um Lima da Família Lima (aquela dos violinos) e um DJ que me foge o nome agora. Um show que, para quem como eu não esperava nada de especial, tira o pessoal do chão. Muito bom, cheio de recursos moderníssmos, animado demais. E os caras até são simpáticos com a platéia. O ápice foi o Amon Lima tocando violino numa gaiola que passou por cima do povo num arranjo muito legal de "With or without you", do U2. Valeu a pena de verdade. Lá embaixo um vídeo deles.
Sábado uma ovelhada organizada pela OAB, muito bem preparada pelo Sílvio e pelo Roberto, com cortesia das ovelhas do Casal 20 da advocacia jaraguaense, Leonel e Aurilene Floriani. Muita gente boa, conversa boa e diversão nesta tarde.
Mas ainda deu tempo de sair correndo para o meu futebol de todo santo sábado. Vestindo o manto sagrado (camisa oficial do Flamengo, claro), jogamos embaixo de chuva e, pra variar, também foi muito divertido. Até porque, pelo menos dessa vez, joguei bem. Fazia muito tempo que não jogava na chuva e é uma brincadeira que lava a alma.Sábado à noite, cinema. Comer, rezar e amar (não sei se necessariamente nessa ordem). O filme com Julia Roberts e o falso brasileiro até que foi mais interessante do que eu pensava, ainda mais considerando os seus 140 minutos de projeção. A história de quem saiu da mera vontade para a prática de mudar de vida. E radicalmente. Em alguns momentos a carapuça serve. Para mim, pelo menos, serviu. Nada excepcional como filme, mas faz pensar. E como, claro, depois de tanto tempo comendo pipoca no cinema dá fome, a noite encerrou com boas fajitas mexicanas.
Domingo, após a primeira tentativa de cumprir o dever cívico de votar, almoço em família em Joinville, com filha, pai, mãe, tio, tia, os dois irmãos, a cunhada e a futura flamenguistazinha que está quase nascendo (e se confirmou que não vai nascer mesmo no dia mais bonito do ano). Voltando para Jaraguá do Sul, cumpri, agora sem filas, o meu tal dever cívico, apesar de nenhum dos meus candidatos ter obtido êxito.
E, para encerrar - ou quase - o rentável final de semana, uma peça em um teatro dado pelos artistas do Brasil inteiro como um dos melhores do país, a SCAR, aqui em Jaraguá do Sul também. Dona Flor e seus dois maridos, com Carol Castro e Marcelo Faria (e o Jonas Torres. Lembram dele? O Bacana do seriado Armação Ilimitada - do Juba e Lula). Tirando um susto (dispensável) no meio da peça, foi muito divertido ver Jorge Amado no palco. Os atores trabalharam bem e o tempo também não foi visto passar.E ainda deu tempo para dar uma relida em Ernesto Sabato, o argentino, na obra Resistência, que fala um pouco da vida no passado e no presente, e do homem, da modernidade, da pressa, dos desejos. Muito bom. Trarei alguns trechos para meus leitores em breve.
O mais engraçado do vídeo abaixo é o comentário da senhora, já no avião, bem no final.
O mais engraçado do vídeo abaixo é o comentário da senhora, já no avião, bem no final.
sábado, 18 de setembro de 2010
Alimentando o espírito.
Sempre achei que arte alimenta o espírito. E me culpo por não aproveitar todas as oportunidades que Jaraguá do Sul oferece, com um belíssimo teatro (SCAR) e com belas iniciativas do SESC em diversas áreas culturais. Mas, de vez em quando, consigo a felicidade de me presentear com espetáculos diferentes.
Nessa sexta-feira, bem acompanhado, assisti Soledad Barrio e Noche Flamenca, na SCAR, em noite de casa absolutamente cheia. Para quem não está acostumado com a dança flamenca - meu caso - é impressionante o ritmo, a sincronia e a resistência dos dançarinos, durante as quase duas horas de show. Este espetáculo é considerado um dos melhores do mundo na dança flamenca. O grupo é espanhol.
Realmente um daqueles momentos de regozijo da alma.
Abaixo um trecho do espetáculo (em algum outro lugar), que recomendo:
Nessa sexta-feira, bem acompanhado, assisti Soledad Barrio e Noche Flamenca, na SCAR, em noite de casa absolutamente cheia. Para quem não está acostumado com a dança flamenca - meu caso - é impressionante o ritmo, a sincronia e a resistência dos dançarinos, durante as quase duas horas de show. Este espetáculo é considerado um dos melhores do mundo na dança flamenca. O grupo é espanhol.
Realmente um daqueles momentos de regozijo da alma.
Abaixo um trecho do espetáculo (em algum outro lugar), que recomendo:
domingo, 1 de agosto de 2010
Olha a panca do moleque: Howard Wong.
Dica do aluno Dinael Chiodini: o precoce Howard Wong.
As caretas e a alegria do garoto são impagáveis...
As caretas e a alegria do garoto são impagáveis...
sábado, 5 de junho de 2010
Carlos Drummond de Andrade e Paulo Autran.
Dois mestres e uma só poesia. Campo de flores.
Vale a pena acompanhar lendo.
Vale a pena acompanhar lendo.
Deus me deu um amor no tempo de madureza,
quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme.
Deus- ou foi talvez o Diabo- deu-me este amor maduro,
e a um e outro agradeço, pois que tenho um amor.
Pois que tenho um amor, volto aos mitos pretéritos
e outros acrescento aos que amor já criou.
Eis que eu mesmo me torno o mito mais radioso
e talhado em penumbra sou e não sou, mas sou.
Mas sou cada vez mais, eu que não me sabia
e cansado de mim julgava que era o mundo
um vácuo atormentado, um sistema de erros.
Amanhecem de novo as antigas manhãs
que não vivi jamais, pois jamais me sorriram.
Mas me sorriam sempre atrás de tua sombra
imensa e contraída como letra no muro
e só hoje presente.
Deus me deu um amor porque o mereci.
De tantos que já tive ou tiveram em mim,
o sumo se espremeu para fazer um vinho
ou foi sangue, talvez, que se armou em coágulo.
E o tempo que levou uma rosa indecisa
a tirar sua cor dessas chamas extintas
era o tempo mais justo. Era tempo de terra.
Onde não há jardim, as flores nascem de um
secreto investimento em formas improváveis.
Hoje tenho um amor e me faço espaçoso
para arrecadar as alfaias de muitos
amantes desgovernados, no mundo, ou triunfantes,
e ao vê-los amorosos e transidos em torno,
o sagrado terror converto em jubilação.
Seu grão de angústia amor já me oferece
na mão esquerda. Enquanto a outra acaricia
os cabelos e a voz e o passo e a arquitetura
e o mistério que além faz os seres preciosos
à visão extasiada.
Mas, porque me tocou um amor crepuscular,
há que amar diferente. De uma grave paciência
ladrilhar minhas mãos. E talvez a ironia
tenha dilacerado a melhor doação.
Há que amar e calar.
Para fora do tempo arrasto meus despojos
e estou vivo na luz que baixa e me confunde.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Satisfações.
Ultimamente, com tantos desmandos políticos que acompanhamos em todos os noticiários, além da nossa própria inércia no combate às coisas erradas, algumas coisas simples acabam dando um certo prazer e satisfação.E não me venham falar de que o futebol também está atolado até o pescoço de irregularidades e bandalheiras. Pode até estar, mas o torcedor não lembra disso e, se lembram, nessas horas esquecem, nem que seja por efêmero momento.
domingo, 22 de novembro de 2009
Impressionante.
Fantástico. Vale a pena ser visto.
Parece que a história é essa: em um show apresentado pela famosa americana Oprah, o Black Eyed Peas ensinou uma coreografia para 80 fãs que, espalhados, ensinaram e repassaram para os demais 20 mil fãs. O resultado é impressionante. Nem a Oprah acreditava. Veja:
Parece que a história é essa: em um show apresentado pela famosa americana Oprah, o Black Eyed Peas ensinou uma coreografia para 80 fãs que, espalhados, ensinaram e repassaram para os demais 20 mil fãs. O resultado é impressionante. Nem a Oprah acreditava. Veja:
domingo, 18 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Deu Brasil!!
RIO 2016 é BRASIL.
Há diversas razões para críticas, há muita coisa a
ser melhorada, há muito ladrão travestido de político nesse país. Mas ainda acho que tudo isso não é suficiente para não ficarmos contentes e empolgados com a vinda das Olimpíadas para o Rio de Janeiro.
ser melhorada, há muito ladrão travestido de político nesse país. Mas ainda acho que tudo isso não é suficiente para não ficarmos contentes e empolgados com a vinda das Olimpíadas para o Rio de Janeiro.Corrupção e desvios há e haverá em qualquer lugar. Talvez nos outros países menos do que aqui, não sei. O importante é que tenhamos consciência de cobrar dos nossos políticos e administradores austeridade e respeito aos cofres públicos, ao erário e, por via de consequência, ao cidadão brasileiro.
O argumento de que os desvios e as sacanagens serão monstruosos - e até podem ser, embora esperamos todos que não - não se valida por si só, pois, se assim fosse, não poderíamos construir hospitais, escolas ou estradas porque alguém vai levar alguma coisa por fora.
Por outro lado, a possibilidade propiciar o espetáculo dos Jogos Olímpicos no quintal de casa para os brasileiros, milhões dos quais nunca sequer sonharam em viajar para fora, quanto mais ver ícones dos esportes tão de perto, é algo que deve ser considerado.
Talvez (tudo bem, sou um sonhador) nasça uma nova sensação cívica nos brasileiros. Não aquela que acontece de quatro em quatro anos nas Copas do Mundo de Futebol, mas aquela que pondera sobre a necessidade de um investimento completo na estrutura do Brasil, com aqueles hospitais, escolas e estradas que falei antes, e com incentivo à cultura e ao esporte. A mesma que cobra dos governantes a continuidade dos trabalhos pós-Copa e pós-Olimpíadas.
É a possibilidade de o Brasil ser mais uma vez projetado por coisas boas e não apenas por carnaval de mulher pelada, drogas, impunidade e chacinas nas favelas.
Que venham os visitantes e que façamos bonito (sem a esperança de ficarmos entre os primeiros na tabela de medalhas - não sou tão sonhador assim).
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Arte contagia
Aconteceu na Antuérpia, Bélgica, na estação central de trem. Sem qualquer ocmunicação prévia aos passageiros, numa manhã de segunda-feira, a voz de Julie Andrews soou nos alto falantes da estação e iniciou-se o espetáculo com 200 dançarinos. As pessoas ficam absortas e contagiadas. Arte faz bem, a qualquer horário e em qualquer lugar.
Dica do meu tio Ernani Rocha.
Dica do meu tio Ernani Rocha.
sábado, 18 de julho de 2009
The Beats.
Mas poderia ser, mesmo, The Beatles. Nessa sexta-feira fui com minha filha e minha namorada assistir na Sociedade Culturar e Artística de Jaraguá do Sul (SCAR), o espetáculo com a banda argentina The Beats.
No começo pensei que seria apenas uma apresentação simples, nada empolgante, um tanto morna. Ledo engano. Justificaram o título de melhor banda cover dos Beatles do mundo (cujo concurso é Londres, Inglaterra).
O show deles é recortado com vídeos dos Beatles e deles próprios. Um pouco de história ao longo da apresentação. Vestidos a caráter nas diversas épocas dos Beatles. Músicas que todos conheciam e outras nem tanto. Uma apresentação musical com performance quase teatral. Empolgaram o público de verdade.
Em resumo: os caras são bons mesmo. Clique aqui para ir à página deles.
Como não achei um vídeo deles de boa qualidade, aí vai um dos Beatles (All you need is love). Curiosamente a música que The Beats abriram o espetáculo e com as mesmas caracterizações: roupas, balões, flores, cartazes... Impressionante. Só não tinha a orquestra acompanhando e o Mick Jagger na platéia (no vídeo aparecendo ali por volta dos 2 minutos e 37 segundos):

No começo pensei que seria apenas uma apresentação simples, nada empolgante, um tanto morna. Ledo engano. Justificaram o título de melhor banda cover dos Beatles do mundo (cujo concurso é Londres, Inglaterra).
O show deles é recortado com vídeos dos Beatles e deles próprios. Um pouco de história ao longo da apresentação. Vestidos a caráter nas diversas épocas dos Beatles. Músicas que todos conheciam e outras nem tanto. Uma apresentação musical com performance quase teatral. Empolgaram o público de verdade.
Em resumo: os caras são bons mesmo. Clique aqui para ir à página deles.
Como não achei um vídeo deles de boa qualidade, aí vai um dos Beatles (All you need is love). Curiosamente a música que The Beats abriram o espetáculo e com as mesmas caracterizações: roupas, balões, flores, cartazes... Impressionante. Só não tinha a orquestra acompanhando e o Mick Jagger na platéia (no vídeo aparecendo ali por volta dos 2 minutos e 37 segundos):
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