O que você faria? Voltaria no tempo para tentar fazer ou desfazer alguma coisa que ficou mal explicada ou incompleta? Voltaria para tentar fazer um futuro diferente remediando alguma coisa dos tempos idos? Tentaria voltar com o conhecimento adquirido com anos de vida para se dar bem numa espécie de nova vida a ser vivida novamente?
A tentação é grande, reconheço. E quanto maior a tentação, maior deve ser a reflexão.
Nesse final de semana assistimos, minha namorada e eu, ao filme "O homem do futuro", com Wagner Moura e Alline Moraes nos papéis principais. Um filme muito bom em vários aspectos. A atuação dos cinco principais personagens foi boa (contando ainda com Maria Luísa Mendonça, Gabriel Braga Nunes e Fernando Ceylão), a história bem interessante e bem construída, os efeitos especiais nada deixando a desejar aos enlatados americanos. Conta a trajetória de um cientista frustrado com seus últimos 20 anos de vida justamente porque perdeu a mulher de sua vida no dia em que a encontrou. O ponto alto do filme é a trilha sonora, com destaque para Legião Urbana na voz dos protagonistas e R.E.M.
Mas o que fazer com a possibilidade de voltar no tempo e mudar aquilo que queríamos diferente? O que em teoria é possível, talvez o seja na prática algum dia. E quem vai decidir o que mudar? Como disseram no filme: "o mundo nunca mais vai ser o mesmo". Vamos matar ou prender Pôncio Pilatos, Hitler, Osama, George W. Bush, os ditadores militares brasileiros, os padres pedófilos, os artilheiros que perderam gols importantes, os beberrões que saem dirigindo?
A vida é o que é. Ou melhor, a vida é o que foi e o que está sendo e o que será. O que passou, passou. O que virá, aí sim, alguma coisa dá pra tentar melhorar.
Recomendo.
Mais informações do filme no http://www.ohomemdofuturo.com.br/.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Trailler - sem nenhum risco.
Estava lendo a coluna "É tudo verdade", de Amir Labaki, no caderno Eu & Fim de semana, do Valor, justamente desse final de semana, e ele comentou sobre a diferença dos traillers que vemos hoje nos cinemas para os de antigamente. Que hoje o filme já vem todo mastigado no trailler, para que o espectador não tenha qualquer dúvida do que vai acontecer quando for vê-lo na íntegra. E que nos antigos preservavasse o mistério, criava-se uma real expectativa.
Conclui: "Nenhuma surpresa, nenhum mistério. E nenhum risco. Venha e veja aquilo que você já conhece. Não surpreende que as mínimas regras de civilidade estejam banidas das sessões de cinema, com espectadores falando alto como se estivessem nas salas de suas casas e utilizando compulsivamente seus celulares. Se me tratam como idiota na tela, por que não agirei como um, mergulhado em minha poltrona?"
Fica de exemplo um dos melhores traillers de todos os tempos, do filme considerado por muito tempo o melhor de terror de todos os tempos: O iluminado, com Jack Nicholson.
Conclui: "Nenhuma surpresa, nenhum mistério. E nenhum risco. Venha e veja aquilo que você já conhece. Não surpreende que as mínimas regras de civilidade estejam banidas das sessões de cinema, com espectadores falando alto como se estivessem nas salas de suas casas e utilizando compulsivamente seus celulares. Se me tratam como idiota na tela, por que não agirei como um, mergulhado em minha poltrona?"
Fica de exemplo um dos melhores traillers de todos os tempos, do filme considerado por muito tempo o melhor de terror de todos os tempos: O iluminado, com Jack Nicholson.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Filmes das últimas semanas.
O turista.
Filme (The tourist, 2010, EUA) com Angelina Jolie e Johnny Depp, onde uma espiã trabalha durante anos para descobrir o paradeiro de um banqueiro que desviou milhões de uma espécie de mafioso. O problema é que ela conhecia o picareta, que deixa um recado para ela pegar um turista incauto qualquer (e pega justo um professor de matemática que gosta de literatura de suspense) para confundir a Interpol.
Tirando a Angelina, filme meia boca. A paisagem de Veneza compensa um pouco o resto do filme.
Incontrolável.
Filme (Unstoppable, 2010, EUA), que em inglês a pronúncia soa até engraçada, é o típico filme americano que a gente já sabe como vai terminar. Denzel Washington é o mocinho que vai salvar um trem desgovernado cheio do produtos tóxicos e explosivos que pode mandar uma cidade com não sei quantas centenas de milhares de pessoas pelos ares. E consegue isso correndo atrás da composição assassina com uma outra máquina ferroviária. Não é lá essas coisas, mas dá para se divertir por uns 90 minutos.
Momento crica do BACAFÁ: o filme começa com a hedionda expressão "baseado em fatos reais". Se alguém conseguir me mostrar fatos não reais eu calo a boca. Segundo os dicionários, fato é coisa ou ação feita, acontecimento. E eu digo, se aconteceu é real... ou será que vivemos em Matrix e ainda não descobrimos?
Detalhe bizarro: no cinema só a Carla e eu até as luzes começarem a apagar para o início da película, quando chega um cidadão com duas sacolas sabe-se lá com o que dentro. E senta onde? Um doce para quem acertar!!!
Salt.
Salt (Salt, 2010, EUA) é a história de uma agente secreta norte americana chamada Evelyn Salt (Angelina Jolie de novo...), relembrando os dilemas da guerra fria. Ela se transforma em fugitiva quando é acusada de ser, na realidade, uma espiã russa recrutada quando ainda criança.
A partir daí surge a Sra. Smith (peraí, acho que esse já é outro filme), ou seria a agente Fox (ops, essa é do filme O procurado)... Bom, o que acontece em diante é improvável, mas divertido. O melhor dos três filmes. Para quem quer só se divertir, claro.
Fica a pergunta: será que somos quem pensamos que somos? Ou pior, mais perturbador: será que quem está do nosso lado é quem pensamos que é?
Filme (The tourist, 2010, EUA) com Angelina Jolie e Johnny Depp, onde uma espiã trabalha durante anos para descobrir o paradeiro de um banqueiro que desviou milhões de uma espécie de mafioso. O problema é que ela conhecia o picareta, que deixa um recado para ela pegar um turista incauto qualquer (e pega justo um professor de matemática que gosta de literatura de suspense) para confundir a Interpol.
Tirando a Angelina, filme meia boca. A paisagem de Veneza compensa um pouco o resto do filme.
Incontrolável.
Filme (Unstoppable, 2010, EUA), que em inglês a pronúncia soa até engraçada, é o típico filme americano que a gente já sabe como vai terminar. Denzel Washington é o mocinho que vai salvar um trem desgovernado cheio do produtos tóxicos e explosivos que pode mandar uma cidade com não sei quantas centenas de milhares de pessoas pelos ares. E consegue isso correndo atrás da composição assassina com uma outra máquina ferroviária. Não é lá essas coisas, mas dá para se divertir por uns 90 minutos.
Momento crica do BACAFÁ: o filme começa com a hedionda expressão "baseado em fatos reais". Se alguém conseguir me mostrar fatos não reais eu calo a boca. Segundo os dicionários, fato é coisa ou ação feita, acontecimento. E eu digo, se aconteceu é real... ou será que vivemos em Matrix e ainda não descobrimos?
Detalhe bizarro: no cinema só a Carla e eu até as luzes começarem a apagar para o início da película, quando chega um cidadão com duas sacolas sabe-se lá com o que dentro. E senta onde? Um doce para quem acertar!!!
Salt.
Salt (Salt, 2010, EUA) é a história de uma agente secreta norte americana chamada Evelyn Salt (Angelina Jolie de novo...), relembrando os dilemas da guerra fria. Ela se transforma em fugitiva quando é acusada de ser, na realidade, uma espiã russa recrutada quando ainda criança.
A partir daí surge a Sra. Smith (peraí, acho que esse já é outro filme), ou seria a agente Fox (ops, essa é do filme O procurado)... Bom, o que acontece em diante é improvável, mas divertido. O melhor dos três filmes. Para quem quer só se divertir, claro.
Fica a pergunta: será que somos quem pensamos que somos? Ou pior, mais perturbador: será que quem está do nosso lado é quem pensamos que é?
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Filmes e filmes.
Algumas impressões sobre filmes que vi nas últimas semanas.
Comecemos por um nacional que eu nem tinha ouvido falar até começar a ver: Dias e noites. Conta a história de uma mulher que, ainda jovem, casou com um homem rico para ajudar a salvar a vida financeira do pai. Embora, ainda assim, ela acreditasse na possibilidade do amor, viu, dia após dia e ano após ano, que nada, absolutamente nada, ligava-a ao marido. Ao contrário. O marido era um homem cada vez mais grosso e violento. Quando conseguiu se libertar do marido, perdeu a guarda dos filhos e teve uma sucessão de insucessos na vida amorosa. Poder-se-ia, até, chamá-la de interesseira pelos relacionamentos que teve. Entretanto é muito fácil julgar do lado de fora. E deve ser considerado, ainda, que a história, baseada em fatos, oscila entre as décadas de 1940/1970. A tragédia culminou com a repetição da história na vida da sua filha. Um filme bom. Com Nara Schneider, Antonio Calloni, Dan Stulbach e José de Abreu. A página na internet do filme traz diversas e interessantes informações, inclusive sobre a violência contra a mulher. Basta clicar aqui.
Outro nacional, só que documentário: Notícias de uma guerra particular. O filme é de 1999, mas parece uma prévia do que aconteceu no Complexo do Alemão semanas atrás. Ou pelo menos, uma introdução ao problema. Produzido pelo cineasta João Moreira Salles e por Kátia Lund, retrata o cotidiano dos traficantes e moradores da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, depois de dois anos (1997 - 1998) de trabalhos e entrevistas com pessoas ligadas diretamente ao trafico de entorpecentes, com adolescentes e crianças presas, com moradores da região e policiais. Traz um paralelo entre a vida das pessoas que vivem na favela, sejam ligadas ou não ao tráfico e a vida dos policiais, tanto civil quanto do BOPE. Os depoimentos mais contundentes, do lado da polícia, são do então Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o gaúcho Hélio Luz. O título do documentário vem da entrevista a um policial que diz que no Rio não há uma "guerra civil", como dizem alguns, mas uma "guerra particular", onde traficante se vinga da polícia e polícia se vinga dos traficantes, numa sucessão sem fim. O Secretário, por sua vez, diagnostica o problema, mais ou menos assim: enquanto a polícia servir só para a parte rica da sociedade, esculachando os pobres, nada vai mudar. O rico só se importa com alguma coisa, quando o problema está no quintal. Para mim, entretanto, o depoimento mais impressionante, foi de um garoto de 10 ou 11 anos, recolhido a uma instituição, uniformizado com mais dezenas ou centenas de crianças, que trata a violência e a rivalidade com a polícia de uma maneira absurdamente trivial. Vale a pena ser visto.
Mais filmes em alguma nas próximas postagens...
Comecemos por um nacional que eu nem tinha ouvido falar até começar a ver: Dias e noites. Conta a história de uma mulher que, ainda jovem, casou com um homem rico para ajudar a salvar a vida financeira do pai. Embora, ainda assim, ela acreditasse na possibilidade do amor, viu, dia após dia e ano após ano, que nada, absolutamente nada, ligava-a ao marido. Ao contrário. O marido era um homem cada vez mais grosso e violento. Quando conseguiu se libertar do marido, perdeu a guarda dos filhos e teve uma sucessão de insucessos na vida amorosa. Poder-se-ia, até, chamá-la de interesseira pelos relacionamentos que teve. Entretanto é muito fácil julgar do lado de fora. E deve ser considerado, ainda, que a história, baseada em fatos, oscila entre as décadas de 1940/1970. A tragédia culminou com a repetição da história na vida da sua filha. Um filme bom. Com Nara Schneider, Antonio Calloni, Dan Stulbach e José de Abreu. A página na internet do filme traz diversas e interessantes informações, inclusive sobre a violência contra a mulher. Basta clicar aqui.
Outro nacional, só que documentário: Notícias de uma guerra particular. O filme é de 1999, mas parece uma prévia do que aconteceu no Complexo do Alemão semanas atrás. Ou pelo menos, uma introdução ao problema. Produzido pelo cineasta João Moreira Salles e por Kátia Lund, retrata o cotidiano dos traficantes e moradores da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, depois de dois anos (1997 - 1998) de trabalhos e entrevistas com pessoas ligadas diretamente ao trafico de entorpecentes, com adolescentes e crianças presas, com moradores da região e policiais. Traz um paralelo entre a vida das pessoas que vivem na favela, sejam ligadas ou não ao tráfico e a vida dos policiais, tanto civil quanto do BOPE. Os depoimentos mais contundentes, do lado da polícia, são do então Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o gaúcho Hélio Luz. O título do documentário vem da entrevista a um policial que diz que no Rio não há uma "guerra civil", como dizem alguns, mas uma "guerra particular", onde traficante se vinga da polícia e polícia se vinga dos traficantes, numa sucessão sem fim. O Secretário, por sua vez, diagnostica o problema, mais ou menos assim: enquanto a polícia servir só para a parte rica da sociedade, esculachando os pobres, nada vai mudar. O rico só se importa com alguma coisa, quando o problema está no quintal. Para mim, entretanto, o depoimento mais impressionante, foi de um garoto de 10 ou 11 anos, recolhido a uma instituição, uniformizado com mais dezenas ou centenas de crianças, que trata a violência e a rivalidade com a polícia de uma maneira absurdamente trivial. Vale a pena ser visto.
Mais filmes em alguma nas próximas postagens...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Recomendo / não recomendo.
Sexta-feira fomos ao cinema assistir Homens em fúria. Pelo elenco parecia um bom filme, com Robert de Niro e Edward Norton como protagonistas. Gosto dos dois. Não gostei do filme. Ou eu estava muito burro naquela sexta, ou o filme leva nada a lugar nenhum. Deve ter alguma que eu não captei. É difícil acreditar que dois atores como esses fariam um filme assim. Mas já era tarde demais...Então... se alguém por aí me perguntar, eu não recomendo.
Para compensar, fomos convidados a conhecer a nova casa italiana da cidade. Nonna Dica, um charmoso restaurante aqui em Jaraguá do Sul. Dois amigos já estavam nos esperando lá e a noite terminou bastante agradável e divertida. A comida é boa, o preço é bom e o atendimento, apesar de termos sido os últimos quatro a sair da casa, muito bom. Esse eu recomendo.
Para compensar, fomos convidados a conhecer a nova casa italiana da cidade. Nonna Dica, um charmoso restaurante aqui em Jaraguá do Sul. Dois amigos já estavam nos esperando lá e a noite terminou bastante agradável e divertida. A comida é boa, o preço é bom e o atendimento, apesar de termos sido os últimos quatro a sair da casa, muito bom. Esse eu recomendo.
Crédito da foto: blog por acaso.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Atividade para anormal.
Quer dizer, desculpem-me, Atividade paranormal 2 (Paranormal activity 2).
Assistimos ao filme (filme?) nesse final de semana. Errr... sem muitos comentários. Quase todo mundo morre e, como no primeiro, quem some não se sabe pra onde vai. Considerando a falta de originalidade e quantidade enorme e maçante de cenas filmando a piscina e os cômodos vazios onde não acontece nada, o filme não valeu a coca-cola comprada.
Para piorar, um bando de adolescentes falando o tempo inteiro na fileira de trás e que fica perguntando o tempo todo: "- Por que ela não vai ver o que aconteceu nas câmeras??" (É que a casa inteira tem câmera. Mas esqueceram de avisar pra garotada que se fizessem isso, o filme acabaria em 8 ou 9 minutos). E também tem a mulherada desesperada quando o neném é puxado por alguém do além no berço. Alguém do além meio lerdinho, porque demora não sei quantos minutos pra conseguir puxar o moleque até o pé do berço e fazê-lo ir deslizando grade acima.
Talvez uns dois sustos? É, talvez (o melhor (?) deles quando a mãe do moleque está sozinha na cozinha e todas as portas se abrem fazendo um barulho pra acordar os expectadores, digo, pra dar um susto na platéia). E a melhor atriz do filme é Abby, a pastora alemã que enfrenta o tal espírito sinistro o tempo todo, até ser mordida(?)/estraçalhada(?)/desalmada(?)/colocada em estado de choque(?) - não sei, não aparece - pelo próprio (que está atrás do Hunter, o molequinho que é o primeiro filho homem depois de não sei quantos anos naquela família).
Viu? BACAFÁ também é economia. Fez você que ainda não viu o filme economizar seus preciosos reais para outra sessão. Não sei como arrebentou nas bilheterias de novo. Como diria meu irmão Alexandre: filme bom...ba!!
Assistimos ao filme (filme?) nesse final de semana. Errr... sem muitos comentários. Quase todo mundo morre e, como no primeiro, quem some não se sabe pra onde vai. Considerando a falta de originalidade e quantidade enorme e maçante de cenas filmando a piscina e os cômodos vazios onde não acontece nada, o filme não valeu a coca-cola comprada.
Para piorar, um bando de adolescentes falando o tempo inteiro na fileira de trás e que fica perguntando o tempo todo: "- Por que ela não vai ver o que aconteceu nas câmeras??" (É que a casa inteira tem câmera. Mas esqueceram de avisar pra garotada que se fizessem isso, o filme acabaria em 8 ou 9 minutos). E também tem a mulherada desesperada quando o neném é puxado por alguém do além no berço. Alguém do além meio lerdinho, porque demora não sei quantos minutos pra conseguir puxar o moleque até o pé do berço e fazê-lo ir deslizando grade acima.
Talvez uns dois sustos? É, talvez (o melhor (?) deles quando a mãe do moleque está sozinha na cozinha e todas as portas se abrem fazendo um barulho pra acordar os expectadores, digo, pra dar um susto na platéia). E a melhor atriz do filme é Abby, a pastora alemã que enfrenta o tal espírito sinistro o tempo todo, até ser mordida(?)/estraçalhada(?)/desalmada(?)/colocada em estado de choque(?) - não sei, não aparece - pelo próprio (que está atrás do Hunter, o molequinho que é o primeiro filho homem depois de não sei quantos anos naquela família).
Viu? BACAFÁ também é economia. Fez você que ainda não viu o filme economizar seus preciosos reais para outra sessão. Não sei como arrebentou nas bilheterias de novo. Como diria meu irmão Alexandre: filme bom...ba!!
sábado, 16 de outubro de 2010
Filme Madagascar na Justiça.
A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou recurso da Associação Mais Regional Mais Vida – MAREMAVI que requeria a vedação da exibição, venda e locação no país do filme Madagascar sob o argumento de que faria apologia ao uso de drogas ilícitas. A decisão foi publicada ontem (6/10) no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região. Em primeira instância, o processo foi julgado pela 2ª Vara Federal de Joinville.
O filme Madagascar foi exibido no Brasil em maio de 2005 com a classificação livre, posteriormente, foi reclassificado para 12 anos, pois o Ministério da Justiça observou que havia cenas de uso de drogas lícitas. No filme, a personagem girafa é hipocondríaca e consome remédios.
A associação alega que haveria estímulo ao uso de drogas como o ecstasy, pois ocorre uma “festa rave” na história na qual são citados os termos “balas de graça”, “balinhas” e “liberou geral”. Dessa forma, ocorreria um sugestionamento das crianças.
Após analisar a apelação, o relator do processo, juiz federal Jorge Antônio Maurique, convocado para atuar no tribunal, teve o mesmo entendimento do juiz de primeiro grau, reproduzindo trecho da sentença: “Os modernos filmes de animação são destinados tanto a adultos quanto a crianças, sendo que algumas das piadas e alusões musicais e cinematográficas não são compreendidas pelas crianças, posto que destinadas ao público adulto (...) deve ser considerado que as crianças muito dificilmente interpretariam as cenas referidas como alusivas ao consumo de ecstasy”.
Maurique concluiu seu voto dizendo que após análise dos enfoques sobre a questão e tendo conhecimento do teor do filme, entendeu que inexiste a alegada apologia ao uso de drogas ilícitas, no caso, ecstasy, sendo acompanhado, por unanimidade pela turma.
Fonte: Portal do TRF4.
O filme Madagascar foi exibido no Brasil em maio de 2005 com a classificação livre, posteriormente, foi reclassificado para 12 anos, pois o Ministério da Justiça observou que havia cenas de uso de drogas lícitas. No filme, a personagem girafa é hipocondríaca e consome remédios.
A associação alega que haveria estímulo ao uso de drogas como o ecstasy, pois ocorre uma “festa rave” na história na qual são citados os termos “balas de graça”, “balinhas” e “liberou geral”. Dessa forma, ocorreria um sugestionamento das crianças.
Após analisar a apelação, o relator do processo, juiz federal Jorge Antônio Maurique, convocado para atuar no tribunal, teve o mesmo entendimento do juiz de primeiro grau, reproduzindo trecho da sentença: “Os modernos filmes de animação são destinados tanto a adultos quanto a crianças, sendo que algumas das piadas e alusões musicais e cinematográficas não são compreendidas pelas crianças, posto que destinadas ao público adulto (...) deve ser considerado que as crianças muito dificilmente interpretariam as cenas referidas como alusivas ao consumo de ecstasy”.
Maurique concluiu seu voto dizendo que após análise dos enfoques sobre a questão e tendo conhecimento do teor do filme, entendeu que inexiste a alegada apologia ao uso de drogas ilícitas, no caso, ecstasy, sendo acompanhado, por unanimidade pela turma.
Fonte: Portal do TRF4.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Tempos de violência.
Feriado em tempos de violência. Não, não, nada de grave aconteceu por aqui. Apenas uma referência aos filmes vistos nesse feriadão (com um dia de trabalho no meio).
O primeiro foi Pulp Fiction (de 1994), do Quentin Tarantino (cujo subtítulo em português é justamente "tempo de violência"), vencedor do Oscar de melhor roteiro original em 1995. Um filme relativamente recente, mas que já é um clássico. Havia assistido há muito tempo e tendo comprado o DVD há muitos meses, revi agora. Sempre surpreende e alguns detalhes sempre se mostram novos.
Com um elenco estelar (John Travolta (diga-se, de passagem, que foi a ressureição cinematográfica do protagonista de Grease), Samuel L. Jackson, Ving Rhames, Uma Thurman, Maria de Medeiros, Bruce Willis, Harvey Keitel, Tim Roth e o próprio Quentin Tarantino), interpretações muito bem conduzidas pelo diretor, com suas idas e vindas (tradicionais do Tarantino), o humor ácido e os diálogos inteligentes, o filme vale a pena ser visto e revisto.
O segundo filme foi Tropa de Elite 2, visto, este, na telona do cinema (lotado, diga-se). Como toda continuação, a preocupação de que a qualidade fosse mantida existia. Mas conseguiram, fugindo um pouco do enredo do primeiro filme, fazer uma boa segunda parte. A história todo mundo já deve ter visto na TV ou lido nas revistas: o capitão Nascimento, do BOPE, agora é coronel e passa a cuidar do serviço de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro. Fiquei com a impressão que a arte, neste caso, imitou a vida em vários trechos, que não vou adiantar para não estragar a alegria de quem ainda quer ver o filme. Como no primeiro, boas interpretações ajudam o ritmo do filme.
Mas, ok, ok, entre um e outro, para descontrair, alguns episódios de Friends...
O primeiro foi Pulp Fiction (de 1994), do Quentin Tarantino (cujo subtítulo em português é justamente "tempo de violência"), vencedor do Oscar de melhor roteiro original em 1995. Um filme relativamente recente, mas que já é um clássico. Havia assistido há muito tempo e tendo comprado o DVD há muitos meses, revi agora. Sempre surpreende e alguns detalhes sempre se mostram novos.
Com um elenco estelar (John Travolta (diga-se, de passagem, que foi a ressureição cinematográfica do protagonista de Grease), Samuel L. Jackson, Ving Rhames, Uma Thurman, Maria de Medeiros, Bruce Willis, Harvey Keitel, Tim Roth e o próprio Quentin Tarantino), interpretações muito bem conduzidas pelo diretor, com suas idas e vindas (tradicionais do Tarantino), o humor ácido e os diálogos inteligentes, o filme vale a pena ser visto e revisto.
O segundo filme foi Tropa de Elite 2, visto, este, na telona do cinema (lotado, diga-se). Como toda continuação, a preocupação de que a qualidade fosse mantida existia. Mas conseguiram, fugindo um pouco do enredo do primeiro filme, fazer uma boa segunda parte. A história todo mundo já deve ter visto na TV ou lido nas revistas: o capitão Nascimento, do BOPE, agora é coronel e passa a cuidar do serviço de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro. Fiquei com a impressão que a arte, neste caso, imitou a vida em vários trechos, que não vou adiantar para não estragar a alegria de quem ainda quer ver o filme. Como no primeiro, boas interpretações ajudam o ritmo do filme.
Mas, ok, ok, entre um e outro, para descontrair, alguns episódios de Friends...
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Audrey Hepburn é eleita a mulher mais bonita do século.
A atriz Audrey Hepburn foi escolhida em votação popular como a mulher mais bonita do século 20. A pesquisa foi promovida pela rede de vendas pela televisão QVC e teve mais de 2.000 votos.
Em segundo lugar ficou a cantora Cheryl Cole, do grupo inglês Girls Aloud, e na terceira posição aparece Marilyn Monroe. As atrizes Jennifer Aniston e Grace Kelly e a princesa Diana também aparecem entre as dez mais bonitas do século.
Fonte: Folha.com.
Em segundo lugar ficou a cantora Cheryl Cole, do grupo inglês Girls Aloud, e na terceira posição aparece Marilyn Monroe. As atrizes Jennifer Aniston e Grace Kelly e a princesa Diana também aparecem entre as dez mais bonitas do século.
Fonte: Folha.com.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Para começar bem a semana: bom cinema.
Sugestão do estudante de Direito, de Guaramirim (Fameg/Uniasselvi), Dinael Chiodini, o vídeo abaixo demonstra como o humor e a arte de verdade podem caminhar juntas. São os irmãos Chico e Harpo Marx (além deles ainda havia Zeppo e Groucho). Humor puro, ingênuo e, mais importante, realmente divertido. Cinema das origens, do mais alto quilate.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Cineclube Jaraguá
A VIDA DOS OUTROS
(Das Leben der Anderen, 2006)
Ganhador de 61 prêmios, incluindo Melhor Filme Estrangeiro (Oscar, Bafta, César, Bodil, British, Kinema), Melhor filme no European Film Awards e 7 Prêmios no German Film Awards.
Dia 7 de fevereiro, domingo, 20h
TEATRO SESC JARAGUÁ DO SUL
Entrada franca
Georg Dreyman é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto, o ministro Bruno Hempf acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz, que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler , seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland , são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.
Trailer do filme: http://www.youtube.com/watch?v=spdO_XPD58M
Logo após o filme, debate mediado por Carlos Henrique Schroeder e Gilmar Moretti.
(Das Leben der Anderen, 2006)
Ganhador de 61 prêmios, incluindo Melhor Filme Estrangeiro (Oscar, Bafta, César, Bodil, British, Kinema), Melhor filme no European Film Awards e 7 Prêmios no German Film Awards.
Dia 7 de fevereiro, domingo, 20h
TEATRO SESC JARAGUÁ DO SUL
Entrada franca
Georg Dreyman é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto, o ministro Bruno Hempf acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz, que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler , seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland , são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.
Trailer do filme: http://www.youtube.com/watch?v=spdO_XPD58M
Logo após o filme, debate mediado por Carlos Henrique Schroeder e Gilmar Moretti.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
2001, 2012, Avatar, Scarface.
Esses últimos dias assisti a 4 filmes de grande sucesso. Sobre Avatar e 2012, muito não se tem o que falar, pois estão aí na mídia há algum tempo, com retumbante sucesso de bilheteria. Scarface e 2001: uma odisseia no espaço, por sua vez, são dois filmes mais antigos e, diga-se, muito mais interessantes que os dois anteriores.
O filme chega a ser divertido de tantas cenas absurdas. Algumas muito bem feitas, outras nem tanto. O ápice da "diversão" acontece quando o mocinho e sua família de mocinhos (ainda com o atual marido de sua ex-mulher - todos mocinhos, embora a gente já saiba como vai terminar o triângulo amoroso) estão numa limusine fugindo do cratera gigantesca que vai se transformando o planeta e passam por dentro um edifício desmoronando...
Mas, bem, é diversão sem compromisso e sem preconceito. E ainda deram um jeitinho de colocar um russo como o contra-herói.
O filme mais comentado e caro dos últimos tempos. Só o que se gastou em marketing é mais do que muitos países gastam em pastas importantes como Saúde ou Educação. Entretanto, esse é um problema dos países e não dos produtores e diretor do filme.
É uma película muito bem feita, com a tecnologia colocada efetivamente a favor do resultado. O visual é muito legal e me arrependo de não ter visto o filme em 3D, cujo resultado deve ser ainda melhor.
Contudo o filme peca num "pequeno" importante detalhe: a história. É uma sequência de clichês sem tamanho, o que não é de se estranhar, considerando que o maior sucesso do diretor James Cameron foi Titanic: a invasão de um novo eldorado pelos maus, subjugando os bons; um mau se apaixonando pela filha de um líder dos bons; os maus vencendo a primeira batalha e perdendo a guerra; o mau que virou bom unindo-se definitivamente à filha do líder bom, apesar de suas diferenças de culturas... Não sei, não, mas acho que já vi isso uma duzentas vezes nos filmes de hollywood.
Filme com Al Pacino e dirigido por Brian De Palma, trata da escalada de um cubano refugiado em Miami e que se torna um gangster impiedoso, construindo seu império com o tráfico de drogas. O filme, de 1983, conta, ainda, com o roteiro do consagrado Oliver Stone e com a participação de Michelle Pfeifer como a musa inspiradora de Tony Montana (Al Pacino). Filme que vale a pena ser visto, apesar de já contar com praticamente 27 anos.
2001: uma odisséia no espaço.
É importante que se diga que o filme é de 1968 e do
Stanley Kubrick (aquele mesmo diretor que os defensores das teorias de conspiração dizem que foi quem filmou "o homem chegando à lua" em 1969, em um montagem nos desertos norte-americanos).
Stanley Kubrick (aquele mesmo diretor que os defensores das teorias de conspiração dizem que foi quem filmou "o homem chegando à lua" em 1969, em um montagem nos desertos norte-americanos).Apesar de ser um filme de ficção científica é muito mais sobre o ser humano. Começa com o homem ainda macaco descobrindo ferramentas milhões de anos atrás. E termina rumo à conquista de Jupiter. Tem aquela famosa cena do homem-macaco jogando um osso para o céu, com o corte para o homem dominando o universo. Sem contar a música, uma das mais famosas do cinema até hoje!!
Alerto apenas que é um filme que não deve ser visto cansado, porque é longo e muitas vezes meio parado para os padrões atuais, onde a sequência rápida demais de imagens não nos deixa refletir sobre o próprio filme. Esse é quase um livro. E cuidado com o HAL...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
9ª SESSÃO DO FÓRUM LITERÁRIO
Criado para fomentar o debate entre os apreciadores da boa literatura, oferecendo-a como mais uma ferramenta de socialização e aprendizado, protegendo e mantendo os bons títulos em evidência.
"O Mundo Jurídico no Cinema"
Dia 12.12.2009, sábado, a partir das 10h na biblioteca pública Rui Barbosa (Jaraguá do Sul).
Convidado de Honra, Nielson Ribeiro Modro (Paranaense de Terra Boa, reside em Joinville há três décadas. Formado em Letras na UNIVILLE, possui especializações em Língua Portuguesa (FESSV - RJ) E literatura Brasileira (UFPR/UNIVILLE), é mestre em Literatura Brasileira (UFPR) e finaliza o curso de Direito (UNIVILLE). Há mais de uma década é professor titular na UNIVILLE e desenvolve projetos como Cineducação, voltado para o uso do cinema na sala de aula. Tem publicado as seguintes obras: Ensaio Poético (1998), Joinville: A Capital da Dança (1º ao 15º Festival) , Cineducação - usando o cinema na sala de aula (2005), Cineducação em Quadrinhos (2006), Cineducação 2 (2006), Poesia Brasileira Contemporânea (2007), Nas Entrelinhas do Cinema (2008) e Cão Tarado - análise e seleção de 20 anos de tiras do cartunista Sandro Luis Schmidt (2009). Mundo Jurídico no Cinema (2009)).
Como funciona: os mediadores Gelson Bini, Janaína Elias Chiaradia e Frederico Hulbert abrem a sessão e apresentam o convidado de honra, que faz abordagem do tema e depois todos discorrerem sobre suas leituras e indagações.
Participe e fique por dentro do que está sendo lançado no mercado literário.
OBS: para os acadêmicos que participarem do Fórum será disponibilizado certificado equivalendo a 03 horas extracurriculares.
Nessa sessão propomos uma breve incursão pelo mundo cinematográfico objetivando indicar obras que contenham questões inerentes ao mundo jurídico. Para os academicos e profissionais do Direito o cinema oferece muitas questões jurídicas que podem servir como uma boa base analítico-argumentativa acerca do assunto. Certamente os resultados obtidos poderão servir como referências para a utilização de filmes no ensino acadêmico por professores das mais diversas áreas de pertinência ao mundo jurídico.
Maiores informações: www.forumliterario.blogspot.com
"O Mundo Jurídico no Cinema"
Dia 12.12.2009, sábado, a partir das 10h na biblioteca pública Rui Barbosa (Jaraguá do Sul).
Convidado de Honra, Nielson Ribeiro Modro (Paranaense de Terra Boa, reside em Joinville há três décadas. Formado em Letras na UNIVILLE, possui especializações em Língua Portuguesa (FESSV - RJ) E literatura Brasileira (UFPR/UNIVILLE), é mestre em Literatura Brasileira (UFPR) e finaliza o curso de Direito (UNIVILLE). Há mais de uma década é professor titular na UNIVILLE e desenvolve projetos como Cineducação, voltado para o uso do cinema na sala de aula. Tem publicado as seguintes obras: Ensaio Poético (1998), Joinville: A Capital da Dança (1º ao 15º Festival) , Cineducação - usando o cinema na sala de aula (2005), Cineducação em Quadrinhos (2006), Cineducação 2 (2006), Poesia Brasileira Contemporânea (2007), Nas Entrelinhas do Cinema (2008) e Cão Tarado - análise e seleção de 20 anos de tiras do cartunista Sandro Luis Schmidt (2009). Mundo Jurídico no Cinema (2009)).
Como funciona: os mediadores Gelson Bini, Janaína Elias Chiaradia e Frederico Hulbert abrem a sessão e apresentam o convidado de honra, que faz abordagem do tema e depois todos discorrerem sobre suas leituras e indagações.
Participe e fique por dentro do que está sendo lançado no mercado literário.
OBS: para os acadêmicos que participarem do Fórum será disponibilizado certificado equivalendo a 03 horas extracurriculares.
Nessa sessão propomos uma breve incursão pelo mundo cinematográfico objetivando indicar obras que contenham questões inerentes ao mundo jurídico. Para os academicos e profissionais do Direito o cinema oferece muitas questões jurídicas que podem servir como uma boa base analítico-argumentativa acerca do assunto. Certamente os resultados obtidos poderão servir como referências para a utilização de filmes no ensino acadêmico por professores das mais diversas áreas de pertinência ao mundo jurídico.
Maiores informações: www.forumliterario.blogspot.com
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Distrito 9.
Camarão é seu prato favorito na praia? Então não vá assistir esse filme.Ainda assim, interessante. Fala de preconceito sob um ângulo bem diferente.
Resumindo:
Distrito 9 = Alien, o oitavo passageiro + Um grito de liberdade (Biko) + 1984 + Bruxas de Blair + Robocop + aquele anúncio da citroen em que o carro vira um robô.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Cineclube Jaraguá do Sul
O Cineclube de Jaraguá do Sul é um dos parceiros do SESC Jaraguá do Sul, do SESC Nacional e da Embaixada da França no Brasil, para a realização da Mostra de Cinema Francês Contemporâneo aqui na cidade, e espera que os cinéfilos da cidade saibam prestigiar este grande evento, que está acontecendo em todo o Brasil.
Sobre a mostra: http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/mostra.html
Vejam o resumo do filme, duração e trailer nos links ao lado do nome do filme:
03/11 19h Palestra de abertura da Mostra de Cinema Francês Contemporâneo, com Eduardo Baumann
03/11 20h Povoado number one http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/numberone.html
04/11 20h O Último dos Loucos http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/ultimodia.html
05/11 20h A Esquiva http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/aesquiva.html
06/11 20h Assassinas http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/assassinas.html
07/11 20h A França http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/afranca.html
08/11 20h Até já http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/ateja.html
09/11 20h Tudo Perdoado http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/tudoperdoado.html
11/11 20h De Volta à Normandia http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/normadia.html
Sobre a mostra: http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/mostra.html
Vejam o resumo do filme, duração e trailer nos links ao lado do nome do filme:
03/11 19h Palestra de abertura da Mostra de Cinema Francês Contemporâneo, com Eduardo Baumann
03/11 20h Povoado number one http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/numberone.html
04/11 20h O Último dos Loucos http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/ultimodia.html
05/11 20h A Esquiva http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/aesquiva.html
06/11 20h Assassinas http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/assassinas.html
07/11 20h A França http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/afranca.html
08/11 20h Até já http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/ateja.html
09/11 20h Tudo Perdoado http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/tudoperdoado.html
11/11 20h De Volta à Normandia http://www.sesc.com.br/mostradocinemafrances/normadia.html
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cineclube Jaraguá
ACOSSADO
A obra-prima de Jean-Luc Godard.
Dia 8 de setembro, terça-feira, 19h30min no Teatro SESC Jaraguá do Sul (Jorge Czerniewicz, 633).
Logo após o filme, debate sobre a Nouvelle Vague com Carlos Henrique Schroeder e Gilmar A. Moretti.
Filme mito de Godard, filme ícone da Nouvelle Vague, filme símbolo de uma revolução que ultrapassa o cinema e percorre os circuitos da juventude, da moda. Acossado é o único filme de Godard que conseguiu superar o estigma que seus filmes têm: odiados por muitos e amado por poucos. Muito se fala a respeito disso: que o mérito é do roteiro de Truffaut, que Godard ainda não era tão pedante, que ainda era compreensível, etc. Na verdade Acossado não é nada disso. Longe de ser um filme "jovem" (como Trainspotting ou Pulp Fiction), o primeiro filme de Jean-Luc Godard já é um denso ensaio sobre todas as preocupações que ocuparão dali a diante todo o seu cinema e grande parte do cinema mundial (não só de arte...).
Num dado momento, tudo pára: a câmara nos deixa por 26 minutos num quarto habitado por Jean Seberg e Jean-Paul Belmondo. Os assuntos são os mais variados. Na verdade, eles não importam muito, pois o importante nessa seqüência anunciadora de um desejo de cinema-verdade é a capacidade de filmar o íntimo, um momento que nunca é filmado (isso anos antes da Nova História irromper...). No quarto de Jean Seberg vemos um quadro de Renoir. Podia ser simlpesmente um quadro, mas Godard faz questão de fazer mais que isso: ao mesmo tempo que a atriz dialoga com a menina pintada, Godard dialoga com Auguste Renoir, o cinema dialoga com a pintura. Numa vitrine, Belmondo vê uma fotografia de Humphrey Bogart – outro jogo de espelhos: o ícone imóvel, a história do cinema, o cinema americano contra o íconel móvel, uma nova história do cinema e a homenagem ao cinema americano. Nisso Godard precede Sergio Leone.
Mas Godard sabe que cinema nao é pintura. E seus personagens se movimentam. Estão à bout de souffle, vivendo perigosamente até o fim (essa é uma das inscrições do filme), Michel Poiccard (Belmondo) é o desejo incontrolado e Patricia (Seberg) é a preservação (ela carrega um filho dele). Na pele dela Godard incarna o desejo do próprio registro cinematográfico, algo da permanência do instante; na pele dele vive o intenso desejo de fazer cinema e poder morrer por ele, logo viver cinema exclusivamente. Nesse ínterim, a possibilidade de aguardar dez segundos para ver Patricia sorrir.
A obra-prima de Jean-Luc Godard.

Dia 8 de setembro, terça-feira, 19h30min no Teatro SESC Jaraguá do Sul (Jorge Czerniewicz, 633).
Logo após o filme, debate sobre a Nouvelle Vague com Carlos Henrique Schroeder e Gilmar A. Moretti.
Filme mito de Godard, filme ícone da Nouvelle Vague, filme símbolo de uma revolução que ultrapassa o cinema e percorre os circuitos da juventude, da moda. Acossado é o único filme de Godard que conseguiu superar o estigma que seus filmes têm: odiados por muitos e amado por poucos. Muito se fala a respeito disso: que o mérito é do roteiro de Truffaut, que Godard ainda não era tão pedante, que ainda era compreensível, etc. Na verdade Acossado não é nada disso. Longe de ser um filme "jovem" (como Trainspotting ou Pulp Fiction), o primeiro filme de Jean-Luc Godard já é um denso ensaio sobre todas as preocupações que ocuparão dali a diante todo o seu cinema e grande parte do cinema mundial (não só de arte...).
Num dado momento, tudo pára: a câmara nos deixa por 26 minutos num quarto habitado por Jean Seberg e Jean-Paul Belmondo. Os assuntos são os mais variados. Na verdade, eles não importam muito, pois o importante nessa seqüência anunciadora de um desejo de cinema-verdade é a capacidade de filmar o íntimo, um momento que nunca é filmado (isso anos antes da Nova História irromper...). No quarto de Jean Seberg vemos um quadro de Renoir. Podia ser simlpesmente um quadro, mas Godard faz questão de fazer mais que isso: ao mesmo tempo que a atriz dialoga com a menina pintada, Godard dialoga com Auguste Renoir, o cinema dialoga com a pintura. Numa vitrine, Belmondo vê uma fotografia de Humphrey Bogart – outro jogo de espelhos: o ícone imóvel, a história do cinema, o cinema americano contra o íconel móvel, uma nova história do cinema e a homenagem ao cinema americano. Nisso Godard precede Sergio Leone.
Mas Godard sabe que cinema nao é pintura. E seus personagens se movimentam. Estão à bout de souffle, vivendo perigosamente até o fim (essa é uma das inscrições do filme), Michel Poiccard (Belmondo) é o desejo incontrolado e Patricia (Seberg) é a preservação (ela carrega um filho dele). Na pele dela Godard incarna o desejo do próprio registro cinematográfico, algo da permanência do instante; na pele dele vive o intenso desejo de fazer cinema e poder morrer por ele, logo viver cinema exclusivamente. Nesse ínterim, a possibilidade de aguardar dez segundos para ver Patricia sorrir.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Blackouts - A comédia dos sinistros.
Curta metragem barriga-verde com a direção de Marco Stroisch.
Expectativa pelo lançamento.
Mais do trabalho de Marco Stroisch aqui.
Expectativa pelo lançamento.
Mais do trabalho de Marco Stroisch aqui.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Cineclube Jaraguá do Sul
Cineclube de Jaraguá do Sul e Cine Sesc apresentam
MINI MOSTRA DE CINEMA ORIENTE NOVO
Filmes do Líbano, Índia, Irã e Japão
Dias 18, 19, 20, 21, 29 e 30 de agosto no TEATRO SESC JARAGUÁ DO SUL- ENTRADA FRANCA
Luzes. Câmera. Ação. Novas culturas, um outro olhar. Seja bem-vindo(a) a cultura oriental: imagens e sons, razão e sensibilidade, cores e formas, um descobrir incessante. Prepare-se para um confronto direto com seus ideais e modus vivendi... A estação oriente pede passagem.
A Canção da Estrada de Satyajit Ray (1955)
18 de agosto, terça-feira, 20h
Censura 16 anos
Uma das obras primas do cinema mundial (incompreensivelmente inédita no Brasil e nas Américas até poucos anos atrás). Este filme é a estreia espetacular de Satyajit Ray, e justamente a primeira parte da “Trilogia de Apu”. Ofilme narra a comovente história de uma família de Bengali perseguida pela má sorte. O pai, Harihara, é um sacerdote mundano, curandeiro, sonhador e poeta. Sabajaya, a mãe, trabalha para alimentar a uma família, que recebe com alegria e esperança a chegada de um novo filho, Apu.
Aparajito - O invencível de Satyajit Ray (1957)
19 de agosto, quarta-feira, 20h
Censura 16 anos
O filme mostra a juventude de Apu em Benarés e seu desejo de independer-se e estudar em Calcutá, para poder levar uma vida diferente da que havia conhecido com seus pais.
O mundo de Apu de Satyajit Ray (1957)
20 de agosto, quinta-feira, 20h
Censura 16 anos
Com “O Mundo de Apu” Satyajit Ray concluiu a “Trilogia de Apu” e assim criou a melhor e mais bela trilogia da História do Cinema. Neste filme Apu logrou tragicamente sua ânsia de independência e sente reforçada sua ânsia de conhecimento. Os desejos de escrever, sonhar e amar se realizam ao casar-se: uma das mais ternas e sensíveis histórias de amor do cinema mundial.
Bom dia de Yasujiro Ozu (1959)
21 de agosto, sexta-feira, 20h
Censura 16 anos
“Bom Dia” é um encantador retrato satírico da vida familiar suburbana japonesa. Dirigido com muita graça e sensibilidade apurada por Yasujiro Ozu, um dos grandes mestres da cinematografia nipônica.
No filme uma novidade vem abalar um tranqüilo bairro da periferia de Tóquio: um jovem casal comprou uma TV e todos os garotos do bairro vão à sua casa assistir ao torneio nacional de "sumo", ao invés de estudar. Dois destes garotos, os irmãos Isamu e Minoru pedem aos pais que comprem uma TV. Os pais recusam, e em represália os dois fazem uma greve de silêncio. Recusando-se a falar com os pais e com os outros colegas do bairro, os irmãos acabam provocando uma série de situações embaraçosas.
Sob o Céu do Líbano de Randa Chahal Sabbag (2003)
29 de agosto, sábado, 20h
Censura 12 anos
Lamia é uma bela garota de 16 anos que mora em um vilarejo dividido por duas nações inimigas. Metade vive sob a bandeira libanesa e a outra metade, sob a bandeira israelita. Divididos pela intolerância, as mulheres conversam com parentes que estão do outro lado da cerca de arame farpado por meio de megafones.
É assim que a mãe de Lamia decide o futuro da garota: se casar com um primo que nunca viu. Mas o coração da jovem tem dono. Ela é apaixonada por um soldado do exército israelense. Como "Romeu e Julieta", Lamia e Youssef são proibidos de viver um grande amor.
Ganhador do Grande Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza 2003, Sob o Céu do Líbano é um filme corajoso e muito emocionante.
Às cinco da tarde de Samira Makhmalbaf (2003)
30 de agosto, domingo, 20h
Censura 16 anos
O filme investiga a situação das mulheres no Afeganistão ao narrar a trajetória de Noqreh (Agheleh Rezaie), uma jovem que sonha ser candidata à Presidência da República. Assim que as escolas voltam a aceitar o sexo feminino, Noqreh retoma os estudos. Quase todas as alunas, porém, ainda usam a burca. Aos poucos, durante as aulas, instaura-se o debate em torno da condição feminina e da possibilidade das mulheres conquistarem os mesmos direitos dos homens. Com a ajuda de um poeta, Noqreh entra em conflito com o pai.
MINI MOSTRA DE CINEMA ORIENTE NOVO
Filmes do Líbano, Índia, Irã e Japão
Dias 18, 19, 20, 21, 29 e 30 de agosto no TEATRO SESC JARAGUÁ DO SUL- ENTRADA FRANCA
Luzes. Câmera. Ação. Novas culturas, um outro olhar. Seja bem-vindo(a) a cultura oriental: imagens e sons, razão e sensibilidade, cores e formas, um descobrir incessante. Prepare-se para um confronto direto com seus ideais e modus vivendi... A estação oriente pede passagem.
A Canção da Estrada de Satyajit Ray (1955)
18 de agosto, terça-feira, 20h
Censura 16 anos
Uma das obras primas do cinema mundial (incompreensivelmente inédita no Brasil e nas Américas até poucos anos atrás). Este filme é a estreia espetacular de Satyajit Ray, e justamente a primeira parte da “Trilogia de Apu”. Ofilme narra a comovente história de uma família de Bengali perseguida pela má sorte. O pai, Harihara, é um sacerdote mundano, curandeiro, sonhador e poeta. Sabajaya, a mãe, trabalha para alimentar a uma família, que recebe com alegria e esperança a chegada de um novo filho, Apu.
Aparajito - O invencível de Satyajit Ray (1957)
19 de agosto, quarta-feira, 20h
Censura 16 anos
O filme mostra a juventude de Apu em Benarés e seu desejo de independer-se e estudar em Calcutá, para poder levar uma vida diferente da que havia conhecido com seus pais.
O mundo de Apu de Satyajit Ray (1957)
20 de agosto, quinta-feira, 20h
Censura 16 anos
Com “O Mundo de Apu” Satyajit Ray concluiu a “Trilogia de Apu” e assim criou a melhor e mais bela trilogia da História do Cinema. Neste filme Apu logrou tragicamente sua ânsia de independência e sente reforçada sua ânsia de conhecimento. Os desejos de escrever, sonhar e amar se realizam ao casar-se: uma das mais ternas e sensíveis histórias de amor do cinema mundial.
Bom dia de Yasujiro Ozu (1959)
21 de agosto, sexta-feira, 20h
Censura 16 anos
“Bom Dia” é um encantador retrato satírico da vida familiar suburbana japonesa. Dirigido com muita graça e sensibilidade apurada por Yasujiro Ozu, um dos grandes mestres da cinematografia nipônica.
No filme uma novidade vem abalar um tranqüilo bairro da periferia de Tóquio: um jovem casal comprou uma TV e todos os garotos do bairro vão à sua casa assistir ao torneio nacional de "sumo", ao invés de estudar. Dois destes garotos, os irmãos Isamu e Minoru pedem aos pais que comprem uma TV. Os pais recusam, e em represália os dois fazem uma greve de silêncio. Recusando-se a falar com os pais e com os outros colegas do bairro, os irmãos acabam provocando uma série de situações embaraçosas.
Sob o Céu do Líbano de Randa Chahal Sabbag (2003)
29 de agosto, sábado, 20h
Censura 12 anos
Lamia é uma bela garota de 16 anos que mora em um vilarejo dividido por duas nações inimigas. Metade vive sob a bandeira libanesa e a outra metade, sob a bandeira israelita. Divididos pela intolerância, as mulheres conversam com parentes que estão do outro lado da cerca de arame farpado por meio de megafones.
É assim que a mãe de Lamia decide o futuro da garota: se casar com um primo que nunca viu. Mas o coração da jovem tem dono. Ela é apaixonada por um soldado do exército israelense. Como "Romeu e Julieta", Lamia e Youssef são proibidos de viver um grande amor.
Ganhador do Grande Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza 2003, Sob o Céu do Líbano é um filme corajoso e muito emocionante.
Às cinco da tarde de Samira Makhmalbaf (2003)
30 de agosto, domingo, 20h
Censura 16 anos
O filme investiga a situação das mulheres no Afeganistão ao narrar a trajetória de Noqreh (Agheleh Rezaie), uma jovem que sonha ser candidata à Presidência da República. Assim que as escolas voltam a aceitar o sexo feminino, Noqreh retoma os estudos. Quase todas as alunas, porém, ainda usam a burca. Aos poucos, durante as aulas, instaura-se o debate em torno da condição feminina e da possibilidade das mulheres conquistarem os mesmos direitos dos homens. Com a ajuda de um poeta, Noqreh entra em conflito com o pai.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Mostra de cinema brasileiro em Jaraguá do Sul - Cineclube
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