A vida é, de fato, uma caixinha de surpresas. Ora nos decepcionando, ora nos alegrando. Ontem foi daqueles dias divertidos de acompanhar o mundo. Não que as guerras tivessem parado por vinte e quatro horas, ou que as pessoas parassem de sonegar tributos, ou que ninguém tenha passado fome ou sede. Ontem foi diferente, de propósito ou não (e quando digo isso, penso em jogada de marketing da FIFA mesmo), porque um brasileiro desconhecido do mundo ganhou o Prêmio Puskas, de gol mais bonito do ano.
Wendell Lira, do até então (na época do gol) pouco falado Goianesia, marcou um golaço no jogo contra o Atlético-GO, e ganhou o prêmio disputado com Florenzi, do Roma, e Messi, do Barcelona. Foi evidente (e natural) sua emoção ao falar quando recebeu o prêmio, sendo tietado por vários ídolos brasileiros do esporte bretão. Foi humilde, também. Uma espécie de Davi contra Golias, segundo ele próprio, na sua manifestação na entrega do troféu.
Embora já tendo sido convocado para as seleções de base, Wendell esteve parte do ano passado desempregado, voltando a jogar futebol em time profissional há pouco tempo.
Valeu, Wendell, por demonstrar que, apesar dessa loucura de mundo que vivemos, onde o dinheiro move tudo, é possível que coisas inesperadas aconteçam!!
Abaixo o gol de ouro:
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
sábado, 24 de março de 2012
24 de março...
de 1994. O dia que mudou defintivamente a minha vida. O dia que nasceu minha filha. E hoje ela completa sua maioridade. Filha, muita SAÚDE, SUCESSO E SERENIDADE. E juízo, claro!!! Aproveite bem seu dia, sua semana, sua vida.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Aprovados no Exame da OAB recebem certificado em Jaraguá do Sul.
As subseções de Jaraguá do Sul e Balneário Camboriú foram visitadas dia 16 para entrega, pela Seccional, dos certificados de aprovação no último Exame de Ordem. O objetivo da iniciativa, já pelo quinto ano consecutivo, é proporcionar aos bacharéis uma conversa com os dirigentes da Ordem para expor sua posição e experiências, bem como transmitir suas opiniões acerca das suas expectativas com relação à profissão e sobre o próprio exame.
O presidente da OAB/SC, Paulo Borba e o vice Márcio Vicari entregaram pessoalmente os certificados aos bacharéis. Participaram também da cerimônia em Jaraguá do Sul o presidente da Subseção Raphael Rocha Lopes, e o conselheiro estadual Paulo Luiz da Silva Mattos. Em Balneário Camboriú, o vice-presidente da Subseção, Leandro Molin Hannibal e a secretária adjunta Lorena Boing dos Santos estiveram presentes ao encontro.
Fonte: Portal OAB/SC.
Orgulho de poder entregar o certificado para vários ex-alunos.
O presidente da OAB/SC, Paulo Borba e o vice Márcio Vicari entregaram pessoalmente os certificados aos bacharéis. Participaram também da cerimônia em Jaraguá do Sul o presidente da Subseção Raphael Rocha Lopes, e o conselheiro estadual Paulo Luiz da Silva Mattos. Em Balneário Camboriú, o vice-presidente da Subseção, Leandro Molin Hannibal e a secretária adjunta Lorena Boing dos Santos estiveram presentes ao encontro.
Fonte: Portal OAB/SC.
Orgulho de poder entregar o certificado para vários ex-alunos.
domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Finados e mortos.
No dia 02 de novembro comemora-se o dia de finados pela Igreja Católica (como curiosidade: os portugueses comemoram o dia dos fiéis defuntos). Dizem alguns historiadores que os cristãos já rezavam por seus entes queridos falecidos desde o século I ou II (dependendo a fonte), visitando seus túmulos. No século V, então, a Igreja Católica decidiu dedicar um dia do ano aos mortos, para que se rezasse pelos que ninguém rezava ou lembrava.
Embora muitas vezes carregado de tristeza decorrente da saudade, em alguns casos realmente é o único dia que a família lembra do túmulo do parente morto. Já freqüentei muito cemitério, e muitas vezes, principalmente quando pequeno, me perguntava porque alguns túmulos estavam tão reluzentes e outros tão abandonados, sem qualquer sinal de cuidado. E isso independia do tamanho ou do luxo da residência final do falecido.
Claro, diversos poderiam ser os motivos. Desde o simples abandono mesmo, até a morte dos demais parentes que cuidavam daquele túmulo, passando por viagens definitivas para outras cidades ou países.
De todo modo, sempre me impressionei com o final de semana pré dia de finados. Muita gente com vassouras, baldes, detergentes, panos, velas novas. Flores, muitas flores. Naturais. Artificiais. Coloridas, quase sempre muito coloridas.
Eu nunca sabia se todas aquelas pessoas estavam ali por causa de seus filhos, pais, irmãos, tios ou avós mortos ou se estavam ali por conta dos vivos. Preocupados com o que os outros vivos poderiam pensar do seu relaxamento se não limpassem o túmulo pelo menos naquela semana. Preocupados seja com os vizinhos de suas casas, seja com os vizinhos de cemitério.
Coincidentemente no mesmo dia comemora-se, no México, o dia dos mortos. As grandes diferenças são que esta é uma verdadeira festa e sua origem não é européia ou católica, mas indígena. É uma comemoração anterior à vinda dos espanhóis para a região e outros países da América Central também a festejam.
É uma festa extremamente animada onde, dizem, os mortos vêm visitar seus parentes, sendo recebidos com muitos doces, bolos e guloseimas. Tudo muito colorido, divertido e com muita música. De tão entusiasmada, a festa é referência turística já há algum tempo, recebendo visitantes do mundo inteiro.
Entretanto, o que significa tudo isso?
Serve, no mínimo, para lembrarmos da nossa condição de “temporários” na vida. Tristes pela saudade ou felizes pelas boas lembranças, ou mesmo pela animada festa do dia dos mortos mexicano, serve – ou deveria servir – para relembrarmos que o importante é vivermos intensamente.
É inevitável que tenhamos que trabalhar – salvo algum herdeiro bilionário por aí -, que tenhamos que nos preocupar, que tenhamos compromissos nem sempre muito agradáveis. Entretanto é perfeitamente evitável que tudo isso seja o mais importante em nossas vidas.
E se não conseguimos parar para refletir e repensar nossos atos no dia-a-dia pelas atribulações normais, que pelo menos no dia dos que não estão mais aqui, nós, ainda vivos, consigamos determinar nosso futuro.
Se a vida de quem nos lembramos nesse dia foi boa e bem aproveitada, que a tenhamos como exemplo. Se não foi, que aprendamos com os seus erros. Se foi curta demais, que nos sirva de alerta que no próximo dia 02 de novembro em vez de estarmos lembrando poderemos ser os lembrados.
Embora muitas vezes carregado de tristeza decorrente da saudade, em alguns casos realmente é o único dia que a família lembra do túmulo do parente morto. Já freqüentei muito cemitério, e muitas vezes, principalmente quando pequeno, me perguntava porque alguns túmulos estavam tão reluzentes e outros tão abandonados, sem qualquer sinal de cuidado. E isso independia do tamanho ou do luxo da residência final do falecido.
Claro, diversos poderiam ser os motivos. Desde o simples abandono mesmo, até a morte dos demais parentes que cuidavam daquele túmulo, passando por viagens definitivas para outras cidades ou países.
De todo modo, sempre me impressionei com o final de semana pré dia de finados. Muita gente com vassouras, baldes, detergentes, panos, velas novas. Flores, muitas flores. Naturais. Artificiais. Coloridas, quase sempre muito coloridas.
Eu nunca sabia se todas aquelas pessoas estavam ali por causa de seus filhos, pais, irmãos, tios ou avós mortos ou se estavam ali por conta dos vivos. Preocupados com o que os outros vivos poderiam pensar do seu relaxamento se não limpassem o túmulo pelo menos naquela semana. Preocupados seja com os vizinhos de suas casas, seja com os vizinhos de cemitério.
Coincidentemente no mesmo dia comemora-se, no México, o dia dos mortos. As grandes diferenças são que esta é uma verdadeira festa e sua origem não é européia ou católica, mas indígena. É uma comemoração anterior à vinda dos espanhóis para a região e outros países da América Central também a festejam.
É uma festa extremamente animada onde, dizem, os mortos vêm visitar seus parentes, sendo recebidos com muitos doces, bolos e guloseimas. Tudo muito colorido, divertido e com muita música. De tão entusiasmada, a festa é referência turística já há algum tempo, recebendo visitantes do mundo inteiro.
Entretanto, o que significa tudo isso?
Serve, no mínimo, para lembrarmos da nossa condição de “temporários” na vida. Tristes pela saudade ou felizes pelas boas lembranças, ou mesmo pela animada festa do dia dos mortos mexicano, serve – ou deveria servir – para relembrarmos que o importante é vivermos intensamente.
É inevitável que tenhamos que trabalhar – salvo algum herdeiro bilionário por aí -, que tenhamos que nos preocupar, que tenhamos compromissos nem sempre muito agradáveis. Entretanto é perfeitamente evitável que tudo isso seja o mais importante em nossas vidas.
E se não conseguimos parar para refletir e repensar nossos atos no dia-a-dia pelas atribulações normais, que pelo menos no dia dos que não estão mais aqui, nós, ainda vivos, consigamos determinar nosso futuro.
Se a vida de quem nos lembramos nesse dia foi boa e bem aproveitada, que a tenhamos como exemplo. Se não foi, que aprendamos com os seus erros. Se foi curta demais, que nos sirva de alerta que no próximo dia 02 de novembro em vez de estarmos lembrando poderemos ser os lembrados.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Em defesa da Justiça.
Shakespeare já dizia que o homem é feito da matéria dos seus sonhos. E que o humano é humano porque tem desejos. Eu, particularmente, sou um sonhador irremediável. Sonho com um mundo mais justo, um mundo mais ético, um mundo mais igualitário. Às vezes me chamam de iludido. Mas continuo sonhando e desejando.
Nessa semana se comemora um dia que muito tem a ver com meus sonhos e desejos e vai além deles. Um dia para reflexão. Onze de agosto é o dia do Advogado, logo, embora não o único, um dia especialmente propício para refletir sobre a nossa função na sociedade e para a sociedade. Somos um dos pilares da Justiça e sabemos que sem Justiça não há democracia. Sem justiça célere, sem justiça ética, sem justiça preocupada com os rumos da sociedade, sem justiça preocupada com a vida dos cidadãos, não há democracia. Como já dizia Voltaire, “Um direito deixado muito longe torna-se uma injustiça”. Por isso a luta é contínua e incessante.
O Advogado não pode silenciar quando suas prerrogativas são cerceadas ou limitadas; não pode silenciar quando os processos não andam; não pode silenciar quando percebe desvios nos comportamentos ou nos procedimentos. Poucas coisas são mais tristes do que um ser humano acomodado. E as vestes da acomodação não combinam com a honradez de um Advogado e com o juramento que proferiu ao receber sua carteira da OAB.
É importante ficar claro para a sociedade que para uma Justiça verdadeira é necessária uma Advocacia forte. E Advocacia forte se consegue com Advogados fortes e independentes. Advogados estudiosos. Advogados cônscios de seus deveres, direitos e prerrogativas. Advogados dedicados e comprometidos com a busca do melhor pra sociedade. O Advogado não pode ser como aqueles insetos que ficam enfeitiçados pela luz e não sabem o que fazem voando a sua volta. O Advogado deve ter consciência do seu papel, da sua importância e que existe para melhorar a sociedade, para trabalhar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Gosto e tenho orgulho de ser Advogado.
Trago um trecho do livro “A resistência”, de Ernesto Sabato, que penso estar de acordo com estes pensamentos:
“Peço a vocês que paremos para pensar na grandeza que ainda podemos pretender se ousarmos avaliar a vida de outra maneira. Peço a nós a coragem que nos situa na verdadeira dimensão do homem. Todos, repetidas vezes, fraquejamos. Mas há uma coisa que não falha, e é a convicção de que – unicamente – os valores do espírito podem nos resgatar deste terremoto que ameaça a condição humana.”
Para finalizar, uma curiosidade.
Nesse dia, 11 de agosto, alunos das faculdades de Direito têm o costume de comemorar em algum restaurante e sair sem pagar pela refeição. Ocorre nesse dia por ser a data em que se comemora o aniversário da criação dos primeiros cursos superiores do Brasil de Direito em 1827. Conhecido como Dia do Pindura, a tradição, que começou em São Paulo, determina que após a refeição o estudante mais eloqüente profira um belo discurso elogiando o restaurante e os garçons. Teoricamente o dono da casa aguardaria a graduação, quando os estudantes, já como advogados, voltariam ao estabelecimento para pagar a sua dívida. Entretanto, nem todos os proprietários pensam assim...
Nessa semana se comemora um dia que muito tem a ver com meus sonhos e desejos e vai além deles. Um dia para reflexão. Onze de agosto é o dia do Advogado, logo, embora não o único, um dia especialmente propício para refletir sobre a nossa função na sociedade e para a sociedade. Somos um dos pilares da Justiça e sabemos que sem Justiça não há democracia. Sem justiça célere, sem justiça ética, sem justiça preocupada com os rumos da sociedade, sem justiça preocupada com a vida dos cidadãos, não há democracia. Como já dizia Voltaire, “Um direito deixado muito longe torna-se uma injustiça”. Por isso a luta é contínua e incessante.
O Advogado não pode silenciar quando suas prerrogativas são cerceadas ou limitadas; não pode silenciar quando os processos não andam; não pode silenciar quando percebe desvios nos comportamentos ou nos procedimentos. Poucas coisas são mais tristes do que um ser humano acomodado. E as vestes da acomodação não combinam com a honradez de um Advogado e com o juramento que proferiu ao receber sua carteira da OAB.
É importante ficar claro para a sociedade que para uma Justiça verdadeira é necessária uma Advocacia forte. E Advocacia forte se consegue com Advogados fortes e independentes. Advogados estudiosos. Advogados cônscios de seus deveres, direitos e prerrogativas. Advogados dedicados e comprometidos com a busca do melhor pra sociedade. O Advogado não pode ser como aqueles insetos que ficam enfeitiçados pela luz e não sabem o que fazem voando a sua volta. O Advogado deve ter consciência do seu papel, da sua importância e que existe para melhorar a sociedade, para trabalhar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Gosto e tenho orgulho de ser Advogado.
Trago um trecho do livro “A resistência”, de Ernesto Sabato, que penso estar de acordo com estes pensamentos:
“Peço a vocês que paremos para pensar na grandeza que ainda podemos pretender se ousarmos avaliar a vida de outra maneira. Peço a nós a coragem que nos situa na verdadeira dimensão do homem. Todos, repetidas vezes, fraquejamos. Mas há uma coisa que não falha, e é a convicção de que – unicamente – os valores do espírito podem nos resgatar deste terremoto que ameaça a condição humana.”
Para finalizar, uma curiosidade.
Nesse dia, 11 de agosto, alunos das faculdades de Direito têm o costume de comemorar em algum restaurante e sair sem pagar pela refeição. Ocorre nesse dia por ser a data em que se comemora o aniversário da criação dos primeiros cursos superiores do Brasil de Direito em 1827. Conhecido como Dia do Pindura, a tradição, que começou em São Paulo, determina que após a refeição o estudante mais eloqüente profira um belo discurso elogiando o restaurante e os garçons. Teoricamente o dono da casa aguardaria a graduação, quando os estudantes, já como advogados, voltariam ao estabelecimento para pagar a sua dívida. Entretanto, nem todos os proprietários pensam assim...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Pra começar bem a semana.
Sugestão da amiga Heloísa Junkes.
Um motorista de ônibus somaliano na Dinamarca, de nome Mukhtar, faz aniversário e vai trabalhar como em um dia qualquer. A empresa de ônibus organiza uma surpresa pra ele, com a participação de habituais passageiros. "Tomara que aprendamos a espalhar alegria e carinho aos nossos amigos, vizinhos e com quem convivemos." A música cantada no vídeo corresponde, em Dinamarquês, ao nosso “Parabéns pra você”.
Um motorista de ônibus somaliano na Dinamarca, de nome Mukhtar, faz aniversário e vai trabalhar como em um dia qualquer. A empresa de ônibus organiza uma surpresa pra ele, com a participação de habituais passageiros. "Tomara que aprendamos a espalhar alegria e carinho aos nossos amigos, vizinhos e com quem convivemos." A música cantada no vídeo corresponde, em Dinamarquês, ao nosso “Parabéns pra você”.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Hoje é aniversário de Jaraguá do Sul.
Parabéns para todos os sul-jaraguaenses, sejam natos, sejam os que adotaram essa cidade (ou que foram adotados por ela). Uma cidade de forte influência de sua colonização alemã, italiana e húngara, mas que mistura as tradições de diversos outros povos. Que tem um bom índice de desenvolvimento humano (o tal IDH), mas que, também, tem muita coisa a melhorar.
Um pouco depende do governo estadual, que simplesmente não dá bola para essa região, a se ver o a precariedade de algumas escolas e a falta de aparato policial, militar e civil.
Um pouco depende do governo municipal, que transformou a prefeitura em um guarda-roupas, tantos os cabides de emprego decorrentes dos cargos comissionados, inclusive com a filha e o marido da prefeita ocupando funções de altos salários lá dentro (secretários).
Um pouco depende dos próprios moradores da cidade, não só para refletirem sobre suas escolhas eleitorais, mas para fazerem da cidade ainda melhor, com simples preocupações de boa convivência no dia e a dia e um pouco mais de educação e respeito no trato com os demais cidadãos no trânsito, nas filas, no comportamento. Nada muito diferente de qualquer outra cidade.
De todo modo, é uma cidade que vale a pena morar.
Um pouco depende do governo estadual, que simplesmente não dá bola para essa região, a se ver o a precariedade de algumas escolas e a falta de aparato policial, militar e civil.
Um pouco depende do governo municipal, que transformou a prefeitura em um guarda-roupas, tantos os cabides de emprego decorrentes dos cargos comissionados, inclusive com a filha e o marido da prefeita ocupando funções de altos salários lá dentro (secretários).
Um pouco depende dos próprios moradores da cidade, não só para refletirem sobre suas escolhas eleitorais, mas para fazerem da cidade ainda melhor, com simples preocupações de boa convivência no dia e a dia e um pouco mais de educação e respeito no trato com os demais cidadãos no trânsito, nas filas, no comportamento. Nada muito diferente de qualquer outra cidade.
De todo modo, é uma cidade que vale a pena morar.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Abraços do bem.
Para começar bem a semana, um vídeo indicado pelo advogado Edemar Utpadel.
Abraços para abrir sorrisos.
Uma semana com boas energias para todos. Sintam-se abraçados.
Aviso aos navegantes: ante um acidente futebolístico, mão quebrada e braço engessado, peço desculpas antecipadas já que o blog, nos próximos 30 dias, provavlmente terá apenas textos curtos (quando tiver...).
Abraços para abrir sorrisos.
Uma semana com boas energias para todos. Sintam-se abraçados.
Aviso aos navegantes: ante um acidente futebolístico, mão quebrada e braço engessado, peço desculpas antecipadas já que o blog, nos próximos 30 dias, provavlmente terá apenas textos curtos (quando tiver...).
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A mãe.
Todo mundo já falou sobre a mãe. Mãe já foi tema de músicas, de poesias, de filmes. Dizem, até, que mãe é tudo igual, só muda de endereço... Deve ser porque mães se preocupam. Sempre. Querem saber como os filhos estão, onde vão, com quem andam, o que fazem, o que precisam, o que querem. Estão sempre preocupadas, até quando não precisam. Mas são mães. Normalmente a gente só aprende a entender isso depois que cresce. Ou depois que viramos pais e mães.
E com todo respeito a todos os que lêem esse blog, a minha mãe é especial. Não porque é a minha mãe (por isso também, claro), mas simplesmente porque é especial. Dois exemplos divertidos: quem preparava um café praticamente colonial quando eu e meus amigos, um bando de marmanjos esfomeados, chegávamos da praia? E quem tinha paciência de deixar a sala de casa - ou a casa toda - virar quartel-general nas gincanas da cidade, com aquele povo todo entrando e saindo, e tirando os móveis do lugar pra encher de sacos de comida no meio da sala? E também tem todos os momentos difíceis e os felizes pelos quais passei, que minha mãe e meu pai estão sempre por perto.
Então, mãe, nesse seu dia, parabéns!!! Do seu filho mais velho mais querido!!
E com todo respeito a todos os que lêem esse blog, a minha mãe é especial. Não porque é a minha mãe (por isso também, claro), mas simplesmente porque é especial. Dois exemplos divertidos: quem preparava um café praticamente colonial quando eu e meus amigos, um bando de marmanjos esfomeados, chegávamos da praia? E quem tinha paciência de deixar a sala de casa - ou a casa toda - virar quartel-general nas gincanas da cidade, com aquele povo todo entrando e saindo, e tirando os móveis do lugar pra encher de sacos de comida no meio da sala? E também tem todos os momentos difíceis e os felizes pelos quais passei, que minha mãe e meu pai estão sempre por perto.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Então é natal...
... e a maioria das pessoas se preocupa com os presentes, com as festas, com os espumantes, com o papai noel e com a iluminação, seja em casa, seja nas ruas. E só. Outros se preocupam com suas viagens e seus destinos. E só.
O tal "real espírito de natal" só tem aparecido nas palavras, ultimamente. Quando alguém é questionado por repórter nas ruas. Ou então naqueles instantes da missa do galo.
E o melhor exemplo do que se transformou o natal é a China. Há três anos, sequer se falava em natal por aquelas bandas. Principalmente pelas questões filosófico-religiosas permeadas pela política daquela ditadura. Entretanto, hoje há árvores de natal gigantescas e iluminação natalina. Apesar de quase ninguém conhecer o bom velhinho de vermelho por lá. Mas isso é uma questão de tempo.
No Japão, cujas religiões prevalecentes são o budismo e o taoísmo (se as consideramos como religião), também está havendo um trabalho de incentivo às festas de natal. Só que lá, por enquanto, virou uma espécie de dia dos namorados. Tanto que, pelo que dizem, os motéis são os lugares mais procurados para comemorar o nascimento do menino jesus.
O tal "real espírito de natal" só tem aparecido nas palavras, ultimamente. Quando alguém é questionado por repórter nas ruas. Ou então naqueles instantes da missa do galo.
E o melhor exemplo do que se transformou o natal é a China. Há três anos, sequer se falava em natal por aquelas bandas. Principalmente pelas questões filosófico-religiosas permeadas pela política daquela ditadura. Entretanto, hoje há árvores de natal gigantescas e iluminação natalina. Apesar de quase ninguém conhecer o bom velhinho de vermelho por lá. Mas isso é uma questão de tempo.
No Japão, cujas religiões prevalecentes são o budismo e o taoísmo (se as consideramos como religião), também está havendo um trabalho de incentivo às festas de natal. Só que lá, por enquanto, virou uma espécie de dia dos namorados. Tanto que, pelo que dizem, os motéis são os lugares mais procurados para comemorar o nascimento do menino jesus.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
De Carla para Raphael.
Traduzindo (com alguns escorregões):
Ok, ok, também estou rindo aqui, hehehe...
Eita dia bonito esse:
11.11
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Ei-la aqui.
A mais nova Rocha Lopes da família. A minha mais bela sobrinha.
IZABELE
(Parabéns Beth e Alexandre!!!!)
(Parabéns Beth e Alexandre!!!!)
E como tudo que é bom merece ser comemorado, um pouco da poesia de Carlos Drummond de Andrade:
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
E ela chegou...
A mais nova herdeira da família, minha sobrinha flamenguista Izabele, às 10 horas de ontem, dia 4.11 (foi quase, faltou só uma semaninha, rss), com 3,300 kg.
Muita saúde e sucesso para ela. Quando meu irmão me mandar as fotos, prometo postar uma por aqui. As homenagens ainda durarão bastante.
Hoje, Barry White e o começo de tudo... com muito romantismo...
Muita saúde e sucesso para ela. Quando meu irmão me mandar as fotos, prometo postar uma por aqui. As homenagens ainda durarão bastante.
Hoje, Barry White e o começo de tudo... com muito romantismo...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Dia dos mortos e dia de finados.
No Brasil, hoje é comemordo o dia de finados, quando as pessoas se lembram de seus entes queridos - ou não tão queridos assim - que já não estão entre nós. Fisicamente, pelo menos. Normalmente comemorado com uma certa tristeza, talvez de saudade, talvez por não se ter dito o que deveria ter sido dito enquanto estava vivo, talvez por não completar um ciclo qualquer. Às vezes comemorado com uma certa nostalgia letárgica. Às vezes não comemorado, apenas um dia lembrado para limpar o túmulo de alguém da família, sem maiores sentimentos.
No México é diferente. É uma das festas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Para os antigos mexicanos, a morte não tinha as mesmas conotações da religião católica, na qual as idéias de inferno e paraíso servem para castigar ou premiar. Pelo contrário, eles acreditavam que os caminhos destinados às almas dos mortos era definido pelo tipo de morte que tiveram, e não pelo seu comportamento em vida. Fonte: Wikipedia.
Então, aproveitemos o que de melhor se pode tirar de cada experiência ou de cada modelo. Relembremos dos nossos amigos e entes que já se foram, com o respeito e desprendimento que lhes são devidos. Mas comemoremos com alegria e estardalhaço pelo fato de termos lhes conhecido e vivido bons momentos. E aprendamos a viver tudo o que tem que ser vivido enquanto estamos por aqui.
No México é diferente. É uma das festas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Para os antigos mexicanos, a morte não tinha as mesmas conotações da religião católica, na qual as idéias de inferno e paraíso servem para castigar ou premiar. Pelo contrário, eles acreditavam que os caminhos destinados às almas dos mortos era definido pelo tipo de morte que tiveram, e não pelo seu comportamento em vida. Fonte: Wikipedia.
Então, aproveitemos o que de melhor se pode tirar de cada experiência ou de cada modelo. Relembremos dos nossos amigos e entes que já se foram, com o respeito e desprendimento que lhes são devidos. Mas comemoremos com alegria e estardalhaço pelo fato de termos lhes conhecido e vivido bons momentos. E aprendamos a viver tudo o que tem que ser vivido enquanto estamos por aqui.
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