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terça-feira, 6 de março de 2012

Justiça manda marido e filha da prefeita saírem da PMJS em 48 horas.

A ordem da magistrada diz "DETERMINO à ré CECÍLIA KONELL que promova a devida exoneração, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, ciente de que não poderá nomear os referidos réus para qualquer outro cargo vedado pelo art. 90-C da Lei Orgânica Municipal, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), sem prejuízo de outras sanções."

As manifestações da OAB, do DCE/Católica e de outras entidades, e principalmente a ação do MP em Jaraguá do Sul alcançaram o seu objetivo, qual seja, do simples cumprimento da lei.

A ordem no mandado ainda determina: "[...] III – Diante do exposto: a) DEFIRO o pedido de antecipação da tutela, porque presentes os requisitos legais previstos no art. 273 do Código de Processo Civil, para DETERMINAR a imediata destituição do réu IVO KONELL do cargo de Secretário Municipal de Administração e da ré FEDRA LUCIANA KONELL ALCÂNTARA DA SILVA do cargo de Chefe de Gabinete. [...].CITEM-SE os réus para, querendo, apresentarem contestação, no prazo legal. Intimem-se. Cumpra-se imediatamente."

É importante salientar que cabe recurso. Entretanto, enquanto não houver reforma por órgão superior, a família deverá sair do paço municipal.

Para acompanhar o processo, clique aqui.

Para ver o mandado, clique aqui.

domingo, 27 de novembro de 2011

Jaraguá do Sul em 1948 e 1961.

Nos vídeos institucionais abaixo passam Bebidas Max Wilhelm, Bebidas Luiz Kienen, Metalúrgica João Wiest e diversas autoridades e obras de infraestrutura. No primeiro vídeo também algumas imagens de Corupá.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Microssaias e nepotismo.

Sem falsos moralismos, dois assuntos da mais alta importância, que falam do presente e do futuro.

Atenção senhores pais. Aqui fica uma preocupação e um alerta. Prestem atenção em seus filhos. Em suas filhas principalmente. Nesse final de semana fui a uma festa com a namorada e mais alguns amigos, casais em sua maioria. Festa, esta, embalada a um DJ famoso. Ou que pelo menos diziam que é famoso. Entre amigos sempre tudo é mais divertido, por pior que seja a música. E a que tocou, se não era excepcional, pelo menos não desagradou muito. A melhor de todas foi uma mixagem de Psicho killer, do Talking Heads (e nem foi do tal famoso).

Mas o que me assombrou de verdade foi o tamanho das saias e vestidos das meninas. Não dá nem para dizer “das mulheres”. Das meninas, mesmo. Nada contra as minissaias; pelo contrário. Ocorre que lá circulavam garotas com saias menores que minissaias. As tais microssaias. E as que vestiam esta minúscula peça de roupa eram as mais jovens.

Posso estar “desantenado”, “out”, “careta”, ou qualquer outro adjetivo de quem não entende nada da moda. Entretanto a questão não é a microssaia em si, mas o conjunto “pouquíssima idade + pouquíssima roupa”. E para tornar o coquetel ainda mais perigoso, muita bebida. Garotas com pouca idade, pouca roupa e muito álcool. Uma combinação, no mínimo, inadequada.

Por isso, senhores pais, é muito importante que prestem atenção quando suas filhas saem de casa, e mais importante ainda que conversem muito com elas (não só em dias de festa, óbvio). É imprescindível que as meninas se dêem o respeito desde cedo; e que tenham consciência de seus atos. Se se derem o respeito e tiverem consciência, com certeza não será o tamanho da roupa que fará a diferença.

O outro assunto é político e não menos sério. Como todos os que me lêem já sabem, sou contra o nepotismo, contra a distribuição de cargos públicos para parentes sem concurso, mesmo que sejam competentes. A dúvida, afinal, sempre pairará.

Em Jaraguá do Sul os vereadores tentaram colocar ordem na casa. Promulgaram a Lei Orgânica do Município (LOM) que proíbe o nepotismo. Diz, claramente, no seu artigo 90-C que “É vedada a investidura em cargo de provimento em comissão, função de confiança ou gratificada, bem como a nomeação para cargos políticos, de cônjuges, companheiros, parentes consanguíneos ou não, em linha reta, colateral ou por afinidade até terceiro grau do Prefeito” entra diversas outras autoridades lá elencadas.

Ora, o que temos no nosso paço municipal? O marido e a filha da prefeita investidos em cargos políticos. A prefeita até está tentando anular alguns artigos da LOM, dentre os quais o acima parcialmente transcrito (90-C). Contudo o Tribunal de Justiça de Santa Catarina já por duas vezes disse expressamente que “Em relação aos arts. 90-C e 90-D, tem-se que, na esteira da manifestação ministerial, não há, numa análise geral, óbice para que o Município legisle de maneira mais restrita, com o intuito de atender as peculiaridades locais, razão pela qual é inadequado suspender a eficácia desses dispositivos”.

Ou seja, estes dispositivos continuam valendo e, consequentemente, o marido e a filha da prefeita estão ocupando cargos públicos ilegalmente, afrontando toda a sociedade suljaraguaense.

Saia curta na balada e saia justa na prefeitura.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Protesto fechará a BR 280.

"Como forma de pressionar o governo federal pela execução de obras na rodovia, a BR-280 será fechada no próximo sábado, dia 1º, das 9h30 às 10 horas da manhã. A paralisação ocorre no acesso aos bairros Nereu Ramos e Ribeirão Cavalo.
A manifestação é organizada pelos vereadores Lorival Demathê e Justino da Luz, com apoio da comunidade local e entidades. Eles pedem a construção de uma rotatória para acesso aos bairros, bem como de uma galeria, aquela para garantir mais segurança aos moradores, e esta como forma de prevenir novos alagamentos.

A comunidade foi fortemente atingida pelas chuvas de janeiro deste ano, quando casas nunca antes atingidas foram inundadas. Um mês depois, o vereador Loli foi ao Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) fazer a solicitação para que, no período de trégua das chuvas, as obras fossem executadas.

Por conta da não realização, Loli e o vereador Justino retornaram ao Dnit em agosto, ocasião em que foram informados da paralisação de todas as licitações em função das denúncias de irregularidades no Ministério dos Transportes. Segundo o Dnit, razão que impede a execução da rotatória no acesso à Rua Paulo Voltolini, bem como da galeria, prevista no Crema, Programa de Recuperação e Manutenção de rodovias federais, ambos com projetos aprovados.

Ofícios também foram encaminhados cobrando providências.

Segundo Demathê, o fechamento da rodovia é uma forma de chamar atenção das autoridades para a necessidade urgente das obras, que são reivindicações antigas da comunidade. O vereador vê com preocupação a situação, uma vez que a população local irá aumentar consideravelmente, com a entrega de um condomínio habitacional pela Prefeitura."

Informações da Diretoria de Comunicação Social da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul - SC.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pesquisa sobre a Lei Seca em Jaraguá do Sul.

Abaixo segue o link de uma pesquisa sobre a aplicação da Lei Seca em Jaraguá do Sul, realizada pela estudante de Direito da Católica Santa Catarina, Fabiane Nicocelli Giese.

É simples e fácil. Participe e colabore.

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGNnQ0gwOVBJSmI1am83eVdDeS16dkE6MQ

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Um bedel para a Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul.

Bedel. Nos dicionários bedel é o empregado das escolas e universidades que controla a presença de estudantes e professores. No imaginário coletivo é aquele senhor sisudo que fica de olho nos alunos que gostam de gazear aulas ou ficar circulando pelos corredores além da hora permitida.

Exemplo. Exemplo, nos dicionários, é aquilo que pode ou deve ser imitado ou copiado; de que se pode tirar proveito; um modelo; uma lição. No consciente ou inconsciente das pessoas é aquilo que se espera de pessoas que tem algum grau de ascendência ou influência façam de modo correto, adequado, louvável.

Respeito. Novamente, conforme os dicionários, ato ou efeito de respeitar; consideração. É, no fundo, aquilo que todo mundo quer, mas que todos também devem ter pelos outros.

Semana passada, nesse mesmo espaço, falei do último livro de Stéphane Hessel, “Indignai-vos”, que fala que não devemos nos acomodar e de que e existem inúmeras razões ainda hoje para nos indignarmos.

Semana passada, nesse mesmo jornal (O Correio do Povo, de Jaraguá do Sul), a colunista Patrícia Moraes adiantou um pouco da minha indignação que hoje trago aos leitores, quando tratou da chocarrice que alguns vereadores aprontaram.

Alguns nada nobres edis simplesmente saíram no meio da sessão. Os senhores Ademar Winter, Amarildo Sarti e José Osório de Ávila, alcunhado de Zé da Farmácia, simplesmente escafederam-se lá pelas vinte horas. Um pouco depois, mas ainda antes do horário regulamentar, foi o senhor Lorival Demathe que desceu as escadas da plenária em direção à rua. Eu estava lá, eu vi. Este último justificou à colunista que tinha uma reunião com a CVV. Esqueceu-se, porém, do seu compromisso com a sociedade que o elegeu.

Lamentável, deprimente e condenável. Seria cômico se não fosse muito trágico. Uma estultice sem tamanho. Uma afronta aos cidadãos. Um verdadeiro acinte não só à comunidade, mas à própria democracia, já que foram eleitos para estar lá trabalhando pelo povo!

Enquanto os senhores vereadores Ademar Possamai, Afonso Piazera Neto, Francisco Alves, Jaime Negherbon, Jean Leutprechtm, Justino da Luz e Natália Petry cumpriam suas obrigações, defendiam suas posições debatiam os rumos de Jaraguá do Sul, as cadeiras dos quatro vereadores faltantes permaneciam vazias. Chegou-se ao absurdo de os vereadores presentes não terem a quem se dirigir quando queriam falar ao líder do governo na Câmara.

Faltou, nesse episódio, RESPEITO dos senhores vereadores apressadinhos para os demais vereadores, para a sociedade como um todo e, em especial, para os cidadãos que estavam presentes à sessão. Ainda mais que havia um grande número de estudantes que foram aprender sobre política e civismo e acabaram por ver, infelizmente, desrespeito e incivilidade.

E esses alunos, também, não viram EXEMPLO por parte destes vereadores invisíveis. Sem esquecer que é o bom exemplo dos nossos governantes e legisladores que o povo espera. Nada mais justo. Que autoridade para exigir respeito têm esses vereadores doravante? Que exemplo podem dar para seus filhos e netos se não respeitam sua nobre função? Se publicamente fazem isso, dá-me medo do que fazem às escondidas.

Sugiro, então, a contratação de um bedel para controlar os vereadores fujões. Um daqueles bem brabos, já que do povo alguns ali parecem não ter medo. E também que a confirmação da presença seja feita em duas etapas. No início e no final da sessão.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Marina Frutuoso: a rua mais esburacada do mundo.

Muitos já devem ter ouvido falar e até visto a rua mais linda do mundo, a rua mais arborizada do mundo, a rua mais limpa do mundo. Mas, infelizmente, graças à boa vontade de nossos governantes, Jaraguá do Sul está prestes a ter em seu currículo "a rua mais esburacada do mundo", também conhecida como Marina Frutuoso, bem no centro da cidade.


Em breve fotos do que sobrou da rua. Se você, cidadão indignado, quiser colaborar, pode mandar as suas fotos para raphael@byair.com.br que também serão publicadas aqui.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Festival Nacional do Conto

Livremente inspirado no Festival Europeu do Conto (realizado em Zagreb, na Croácia), o Festival Nacional do Conto é um projeto de difusão e discussão, e traz para Jaraguá do Sul o debate sobre um dos gêneros literários mais populares do globo.

Durante quatro dias, escritores, professores e leitores vão se deleitar com leituras, oficinas e debates, além da presença de grandes contistas brasileiros.

De 18 a 21 de agosto.

Mais informações, clique aqui.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Prefeitura sem prefeito.

Peço aos caros leitores um pequeno esforço para um exercício mental. Tentem imaginar, ainda que hipoteticamente, uma cidade. Uma cidade qualquer. Pequena, pacata. Nada de mais e nada de menos. Apenas uma cidade.

Agora imaginem, caros leitores, o paço municipal, a prefeitura. Do jeito que quiserem. Pequeno ou grande, com ou sem um jardim na frente, com poucos ou muitos servidores. Mas conseguem, estimados leitores, imaginar uma prefeitura sem prefeito? Sem ninguém a comandar?

Pois bem. Fiz esse caminho todo para a pergunta pelo seguinte. Li n'O Correio do Povo, na última quinta-feira, página 17, a seguinte manchete: “Posto do Santo Estevão inaugurado”. Até aí, tudo bem. Boa notícia. Chamou-me mais a atenção, porém, a segunda chamada, um pouco menor: “Nova instalação ainda não conta com médico para realizar o atendimento”.

Pensei com meus botões, não... isso deve ter sido um equívoco, não fariam isso com a população do bairro Garibaldi e vizinhos. Não alimentariam essa expectativa falsa de levar saúde e não incluírem um médico.

Entretanto, lendo a matéria, fiquei eu também frustrado (como deve ter ficado toda a comunidade da região): “Apesar da inauguração, o posto de saúde não conta com médicos para realizar o atendimento à comunidade. Segundo o secretário de Saúde, Francisco Airton Garcia, as novas instalações representam um avanço para a comunidade, antes atendida em uma sala de aula, depois em uma escola adaptada. ‘Com certeza teremos aqui um atendimento de qualidade. Agora, estamos realizando um sonho, com ambientes adequados, que atendem à legislação. Estamos nos esforçando para deixar o quadro completo’, afirmou ontem o secretário.”

Algumas definições do senhor secretário, porém, ficaram meio obscuras para mim. Não sei o que o chefe da pasta da saúde municipal entende por “atendimento de qualidade”, “sonho”, “atendimento à legislação”. Penso que, nesse caso, atender à legislação, atender com qualidade e realizar o sonho da população é bem simples: inaugurar um posto de saúde e haver médicos nesse posto de saúde. Uma fórmula básica. E nem precisa ser gênio em matemática ou sociologia.

O cidadão quando procura um posto de saúde, procura um médico na maior parte das vezes. Procura o posto de saúde porque tem um problema de saúde e o médico é o profissional mais adequado (senão o único) para resolver o problema ou encaminhar aos procedimentos ou especialistas que forem necessários.

Ou será que um fórum de Justiça funcionará adequadamente sem o magistrado para julgar, apenas com os serventuários? Um ônibus só com cobrador e sem motorista? Uma obra só com os pedreiros e sem o engenheiro ou o arquiteto? Uma partida de futebol sem jogadores? Os jurisdicionados ficariam desesperados com a falta de solução de seus problemas judiciais; os usuários do ônibus irritados com o carro parado; o dono da obra preocupado com sua segurança e os torcedores indignados de verem o campo vazio.

O tal sonho aventado pelo secretário não deve ser o mesmo dos cidadãos que moram naquela região e que, não tenho qualquer dúvida, esperavam uma solução completa e não homeopática, gota a gota, no que se refere à instalação daquele posto de saúde. É uma questão de respeito para os eleitores, contribuintes, dos quais parte dos salários deveriam ser adequadamente investidos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Lei orgânica de Jaraguá do Sul completa um ano.

A nova versão da Lei Orgânica do Município completa este mês um ano de sua promulgação e publicação.

O texto, que incorporou as atualizações e leis criadas após 2002, quando houve a última revisão, segue vigente, como proclamou recentemente o Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina. Em decisão liminar publicada no dia 30 de junho, os desembargadores confirmaram a validade da lei, em resposta a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Prefeitura de Jaraguá do Sul. No entanto, foram suspensos incisos de somente dois dos artigos.

Um dos artigos que teve o efeito suspenso é que o inclui, entre as competências privativas da Câmara, “representar o Ministério Público, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, pela prática de crime contra a administração pública que tomar conhecimento”. Para o relator José Volpato de Souza, em voto acolhido pelos demais desembargadores, tal atribuição não encontra guarida na Constituição.

Na mesma esteira, foi suspensa a eficácia dos incisos do artigo 76, que impõem requisitos para a nomeação de secretários, como a de ter residência no município, estar no pleno exercício dos direitos políticos e possuir, preferencialmente, nível superior completo. Conforme o relator, os incisos ofendem ao princípio da isonomia, “na medida em que estabelecem critérios que refogem aos permissivos da Carta Estadual”.

No entanto, afirma que a decisão liminar busca apenas salvaguardar eventuais problemas, podendo ser revista no julgamento do mérito, quando entende ser “o momento adequado para se fazer uma análise aprofundada sobre a matéria”.

Todos os demais artigos constantes da Lei Orgânica do Município seguem vigentes e, segundo o TJ, são constitucionais. Além de apontar equívocos comentados pela defesa, o acórdão afirma que o pedido de inconstitucionalidade de mais de 100 artigos é insustentável, pois não aponta quais sejam e como ofendem a Constituição.

O acórdão menciona, especificamente, os artigos que tratam da vedação à prática do nepotismo, que sofreu pedido paralelo de suspensão. Segundo a decisão, não há impedimento para que o município legisle de mais restrita “com o intuito de atender as peculiaridades locais, razão pela qual é inadequado suspender a eficácia destes dispositivos”.

A ação segue tramitando no Tribunal, onde aguarda o julgamento do mérito, ainda sem data prevista.

A nova LOM está disponível no site http://www.cmjs.sc.gov.br/.

Carolina Tomaselli
Diretora de Comunicação Social
Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul - SC
http://www.cmjs.sc.gov.br/
twitter: @camarajguadosul

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Hoje é aniversário de Jaraguá do Sul.

Parabéns para todos os sul-jaraguaenses, sejam natos, sejam os que adotaram essa cidade (ou que foram adotados por ela). Uma cidade de forte influência de sua colonização alemã, italiana e húngara, mas que mistura as tradições de diversos outros povos. Que tem um bom índice de desenvolvimento humano (o tal IDH), mas que, também, tem muita coisa a melhorar.

Um pouco depende do governo estadual, que simplesmente não dá bola para essa região, a se ver o a precariedade de algumas escolas e a falta de aparato policial, militar e civil.

Um pouco depende do governo municipal, que transformou a prefeitura em um guarda-roupas, tantos os cabides de emprego decorrentes dos cargos comissionados, inclusive com a filha e o marido da prefeita ocupando funções de altos salários lá dentro (secretários).

Um pouco depende dos próprios moradores da cidade, não só para refletirem sobre suas escolhas eleitorais, mas para fazerem da cidade ainda melhor, com simples preocupações de boa convivência no dia e a dia e um pouco mais de educação e respeito no trato com os demais cidadãos no trânsito, nas filas, no comportamento. Nada muito diferente de qualquer outra cidade.

De todo modo, é uma cidade que vale a pena morar.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Será que só eu vi?

Repintaram as faixas de trânsito na Rua Marina Fructuoso (Jaraguá do Sul).
Estão lá, brancas, brilhantes, fortes.
Só esqueceram de arrumar a rua: só tem buraco naquela via. Por que não arrumaram a rua antes? Vão arrumar depois de pintar? Ou seja, trabalho, tinta e dinheiro jogados fora??
Alguém entendeu?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Jaraguá do Sul, democracia, vereadores e exemplo.

Jaraguá do Sul está repercutindo na imprensa nacional. Deu um exemplo de maturidade democrática. Os vereadores, inicialmente propensos a aumentar o número de cadeiras na Câmara, resolveram ouvir o povo e ficar atentos às claras manifestações contra o referido aumento. Queriam passar de 11 para 19, mas o povo não quis.

Embora alguns vereadores quisessem reputar a manifestação a grupos fechados (OAB, ACIJS, DCE/Católica), ao longo do processo restou claro que maioria maciça da população era contra o aumento.

Respeitando-se a opinião de todos, os prós e os contras, desconsiderand-se alguns excessos ocorridos dos dois lados, assim como aqueles que levaram o embate de ideias para as críticas pessoais, foi muito bonito ver que a mobilização popular pode mudar os rumos das decisões políticas. Isso é política, isso é democracia.

De todo modo, o assunto repercutiu bastante. Em diversos blogs, como, por exemplo, no do Marcelo TAS, líder do CQC, no Jornal Nacional, Jornao da Globo, em diversos outros jornais de outros Estados.

Abaixo o link para a matéria veiculada no Jornal Nacional e o vídeo do Jornal do Almoço.

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/sc-moradores-de-jaragua-do-sul-protestam-contra-projeto-de-aumentar-numero-de-vereadores/1555824/


(pode pular pros 2min10seg para ir direto à matéria)

terça-feira, 5 de julho de 2011

OAB nos Bairros.

Dando seguimento ao programa OAB NOS BAIRROS, amanhã, quarta-feira, dia 06, em parceria com a APHER (Associação das Promoções Humanas das Entidades Religiosas de Jaraguá do Sul), será realizada no auditório da Igreja IGREJA CRISTO SALVADOR (Luterana) Rua Pastor Albert Schneider, 353, Bairro Barra do Rio Certo defronte ao Salão Botafogo, palestra sobre Direito do Trabalho, a partir das 19h30.

A intenção é que, com o apoio e parceria da APHER, haja palestras sobre diversos temas do Direito em periodicidade mensal de acordo com as necessidades de cada comunidade.

É a OAB - SUBSEÇÃO DE JARAGUÁ DO SUL levando informações jurídicas às comunidades, cumprindo uma de suas funções, qual seja, contribuir para o aprimoramento das instituições, do Direito e da justiça social.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Também vamos pedir "vistas".

Texto de Ítalo Demarchi dos Santos.

Na última quinta-feira, eu como muitos outros munícipes de Jaraguá do Sul, nos deslocamos até a Câmara de Vereadores desta cidade para presenciar a ínclita votação que discute o (já lamentável) aumento ou a permanência do número de vereadores.

Aberta a sessão para a votação, o Sr. Vereador Justino Pereira da Luz (PT) pediu vista dos autos com o argumentação da ausência do Vereador José Osório de Ávila (DEM). Após o exasperado e injustificado pedido de vistas do vereador, a meu ver , uma manobra ardilosa de cunho meramente protelatório, “misteriosamente” o vereador ausente, momentos após, comparece à sessão.

Primeiro apontamento é direcionado ao vereador Justino: vereador, nessa altura do campeonato, pedir vistas do autos para quê? Será que surgiu algum fato novo? O senhor não teve tempo para sanar eventual dúvida antes da tão esperada votação? Uma vez que a discussão em tela é debatida desde o começo do corrente ano, e assim não teria tempo razoável para verificar de forma acurada o que se discute e nos poupar de seu pedido enfadonho.

Segundo apontamento é direcionado ao vereador “Zé da Farmácia”: caro vereador, públicos e notórios eram a data e o horário para a referida votação, o senhor, como vereador, não estava presente para a tão importante votação por qual motivo? Ainda não tem opinião formada? Tendo em vista uma hora és favorável ao aumento, e outrora é contrário.

Caro leitor, estamos diante de um momento bastante especial para a democracia dessa cidade, e parece-me que a maior parte dos vereadores não estão nem aí, e brincam em legislar, como se nós, o povo, fôssemos meros telespectadores de suas condutas malfadadas e desrespeitosas.

Tem-se que boa parte dos representantes estão desempenhando de forma inequívoca como NÃO deve ser a atuação de um parlamentar municipal, razão pela qual, o povo não deve ter outra alternativa senão pedir “vistas” da sua própria consciência no que tange ao exercício da cidadania frente ao voto, de maneira que, sendo 11, 15 ou 19 vereadores, boa parte dos atuais não voltem mais, e isso só compete a nós cidadãos.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

E a peça em cartaz na SCAR, digo, na CMJS, é:

"Tô nem aí pra opinião pública" ou
"Vistas do que todo mundo já viu" ou
"Justino e Zé (da farmácia): a união improvável" ou
"Zé, espera mais um pouquinho pra subir as escadas" ou
"Os minutos da estultice: o tempo entre o pedido de vistas e as próximas eleições".

Resumindo: saí chateado, frustrado e indignado da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul. Mais uma vez se deixou de lado o interesse público em favor do particular ou partidário-particular.

Enquanto o vereador Justino da Luz, que não sei se foi laranja ou se foi sua mesmo a infeliz ideia de pedir vistas de um projeto emendado por ele mesmo, estava com cara "a câmara é nossa [deles] e aqui mandamos nós", dos outros, alguns ficaram (aparentemente) perplexos; outros estavam com "cara de paisagem", fingindo que não era com eles e que não sabiam de nada.

Aviso aos navegantes: quem quiser falar de democracia tem que saber ser aplaudido e saber ser vaiado. Cada um que assuma as consequências de seus atos.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Será que os vereadores ouvirão a voz das ruas?

A votação para aumento do número de vereadores de 11 para 15 ou 19, em Jaraguá do Sul, é hoje.

Serão ouvidos moucos ou atentos os dos nossos nobres edis?