de 1994. O dia que mudou defintivamente a minha vida. O dia que nasceu minha filha. E hoje ela completa sua maioridade. Filha, muita SAÚDE, SUCESSO E SERENIDADE. E juízo, claro!!! Aproveite bem seu dia, sua semana, sua vida.
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sábado, 24 de março de 2012
domingo, 4 de setembro de 2011
Ambição e ética.
Texto de Gabriela Maia Lopes.
É incrível como algumas pessoas conseguem ludibriar outras em determinadas situações sem a menor piedade: a ganância sobe à cabeça.
Ambição e ganância não são males, precisamos deles para crescer e ter uma perspectiva de vida. Mas esses sentimentos são tão modestos em alguns que a ingenuidade transparece, e o mau caratismo de aproveitadores tomam grandes proporções.
Pessoas humildes, não apenas financeiramente, são as atingidas pela sociedade: elas não esperam algo em troca de favores, fazem-nos para agradar, por bondade. Este fato pode ser agregado a motivos como local de criação e aos exemplos recebidos por aqueles que estão em sua vivência. Tudo influencia na construção do caráter de um ser humano.
Tratando-se do país em que vivemos, a quantidade de sujeitos com essa característica é pequena, ou pelo menos não aparecem no nosso cotidiano por ficarem “refletidas” por terceiros, que se dão bem as suas custas.
Ocasiões em que um repórter distorce determinado fato para se autopromover, como ocorre com o personagem Zé do Burro, no livro “O Pagador de Promessas” de Dias Gomes, são mais corriqueiras do que imaginamos; mas como acontece hoje, acontecia no tempo de nossos avós e continuará acontecendo por muitos anos: até o homem perceber que boa conduta e ética não se passam para trás.
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Interação e conseqüências humanas na natureza.
Texto de Gabriela Maia Lopes.
Grandes problemas estão vindo à tona nos últimos séculos, desastres acontecem rotineiramente e o homem sempre é o acusado. Mas por que essa ideia de culpa humana?
Desde que o planeta existe, terremotos e deslizamentos ocorrem; porém, depois que o homem surgiu, urbanizou de forma descontrolada e desmatou cegamente o meio ambiente, o destino que ele tinha já não seria o mesmo: catástrofes estão tomando grandes proporções, pessoas morrem, a mídia escandaliza o fato, o governo tenta colocar panos quentes e em menos de um mês o ocorrido é esquecido. É a natureza pedindo socorro.
O que leva a natureza a querer seu espaço de volta são diversos fatores: o homem está tomando posse de lugares que não deveriam ser habitados, não sabendo sequer aproveitar esse espaço, gerando um superpovoamento; quanto mais pessoas, maior a produção de serviços e objetos, principalmente os não-duráveis que, por serem “mais frágeis”, são substituídos rapidamente, criando, assim, um ciclo vicioso, que pode ser chamado de “compra-joga fora” e que polui cada vez mais o mundo.
Pode-se achar que se trata de um pensamento clichê, mas quanto mais as pessoas forem conscientizadas e principalmente educadas em casa, mais os problemas serão reduzidos, conseqüentemente, idéias novas surgirão adequando e integrando cada vez mais a natureza com o homem.
Grandes problemas estão vindo à tona nos últimos séculos, desastres acontecem rotineiramente e o homem sempre é o acusado. Mas por que essa ideia de culpa humana?
Desde que o planeta existe, terremotos e deslizamentos ocorrem; porém, depois que o homem surgiu, urbanizou de forma descontrolada e desmatou cegamente o meio ambiente, o destino que ele tinha já não seria o mesmo: catástrofes estão tomando grandes proporções, pessoas morrem, a mídia escandaliza o fato, o governo tenta colocar panos quentes e em menos de um mês o ocorrido é esquecido. É a natureza pedindo socorro.
O que leva a natureza a querer seu espaço de volta são diversos fatores: o homem está tomando posse de lugares que não deveriam ser habitados, não sabendo sequer aproveitar esse espaço, gerando um superpovoamento; quanto mais pessoas, maior a produção de serviços e objetos, principalmente os não-duráveis que, por serem “mais frágeis”, são substituídos rapidamente, criando, assim, um ciclo vicioso, que pode ser chamado de “compra-joga fora” e que polui cada vez mais o mundo.
Pode-se achar que se trata de um pensamento clichê, mas quanto mais as pessoas forem conscientizadas e principalmente educadas em casa, mais os problemas serão reduzidos, conseqüentemente, idéias novas surgirão adequando e integrando cada vez mais a natureza com o homem.
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Gabriela.
Hoje é dia de festa. Hoje é aniversário da Gabriela. Hoje é dia de alegria. Minha companheira de escaladas, montanhismo, surf, livrarias, feiras de livros, festas, eventos, jantares, aulas de faculdade, bagunça em casa, jogos de futebol, músicas velhas (eu lhe apresentando) e novas (ela me apresentando), viagens, e tantas outras coisas que demoraria escrever tudo. Filha e parceira. Agora se preparando para mais uma importante etapa da vida. Estudando muito para entrar na faculdade. A festa é hoje, mas o futuro te aguarda de braços abertos. Parabéns. Saúde. Sucesso. Amo-te, minha filha.
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Por três fios.
Essa é uma das fotografias da minha filha Gabriela que mais gosto.
Para terminar a semana bem, refletindo e divagando.
Clique na imagem se quiser ampliar.
Para terminar a semana bem, refletindo e divagando.
Clique na imagem se quiser ampliar.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Canto da Gabi.
Orgulho do pai. Semana passada a Gabriela começou com uma coluna possivelmente quinzenal (em estudos) no jornal A Gazeta, de Jaraguá do Sul, sobre assuntos que envolvem sua geração. Assim, sempre na semana seguinte, veicularei aqui o texto publicado no jornal. Hoje, o de estréia: "Nova moda". Aproveitem.
"Aí gente, sabe qual é a nova moda? Salvar o planeta em que vivemos. E sabe como nós, os jovens, podemos aderir a esse movimento? Consumindo menos (sim, rimou).
Consumir moderadamente é viver mais. Reflita ;)"
"Aí gente, sabe qual é a nova moda? Salvar o planeta em que vivemos. E sabe como nós, os jovens, podemos aderir a esse movimento? Consumindo menos (sim, rimou). Sabe aquele lance de "beba com moderação"? Pois é, a meu ver deveria ter, no final dos anúncios publicitários das televisões ou de qualquer outro tipo de meio de comunicação que venha atingir o jovem consumidor a seguinte frase "compre com moderação". Tudo bem que nenhuma empresa sobreviveria com esse slogan, mas acho que o planeta agradeceria.
Passar o cartão na maquininha, ou receber o troco da sua compra é muito fácil, e fazemos isso o tempo todo, normal, mas e se na hora de comprarmos por impulso (é, a maioria de nossas compras são como sinapses nervosas, elas simplesmente acontecem, bem fácil) parássemos para pensar se aquilo é realmente o que queremos/precisamos?! E mais, se pensássemos em todo o percurso, dinheiro, mão de obra e natureza que aquela simples caneta fez para chegar as nossas mãos. Bem cansativo, viagem longa. O ponto em que quero chegar é: consumir demais = errado... consumir o necessário = correto.
Temos tudo de última geração: celular, notebook, a máquina fotográfica do momento, e quando alguém aparece com algum desses objetos ou qualquer outro mais novo que o seu o bicho pega, ficamos frustrados, queremos ter mais que o outro e mostrar pra todo o mundo isso. Daí trocamos pela décima sétima vez o celular, compramos o notebook que tem tela giratória e uma câmera fotográfica panorâmica; mas realmente precisamos disso? Não basta um máquina fotográfica que tire foto? Tem que ser a super hiper mega máquina fotográfia 7.0 ZXL com zoom óptico de alcance em 20 vezes, que serve de webcam, é touch screen e o volume que o vídeo chega é mais alto que uma turbina de avião? Não poderia ser uma máquina que simplesmente tira foto e faz filmagem?!
Ao trocarmos essa máquina "velha" (que às vezes não chegamos a usar por muito tempo) estamos jogando fora todo aquele sisteminha, que requer um cuidado especial e um tipo de armazenamento diferente do lixo comum. Ou seja, mais lixo, mais poluição e é assim que acontece esse ciclo vicioso: compramos, usamos pouco, a concorrência vende um mais inovador, você joga fora o seu, compra o mais novo, a concorrência bola uma mais legal ainda e assim sucessivamente.
Pô galera, cadê aqueles neurônios que a gente usa tanto nas aulas de física e química? Cadê a responsabilidade com a natureza? Já sei, estão todos mortos com essas tecnologias e parafernálias que utilizamos, e toda culpa cai sobre quem? NÓS. Isso mesmo, a gente tem que se conscientizar e se responsabilizar pelos nossos atos; mas daí o povo já vem dizendo "aai, isso não mudou nada na minha vida, eu troquei meu celular blaster ontem e a natureza não se revoltou contra mim", e eu respondo: agora, podemos não ver, ou sentir nenhuma mudança impactante sobre o nosso cotidiano. Mas que tal conversarmos daqui uns 15, 20 anos, quando todo mundo com seus 36 aninhos de idade estiver usando aparelhos respiratórios e auditivos porque não consegue respirar o ar que precisamos e ouvir o que os nossos filhos tem a nos dizer? Que tal isso? Acho que não, né? Ninguém quer morrer com 50 anos de idade por surdez (isso ainda não é possível, foi meio surreal, tenso) porque estourou todos os seus tímpanos escutando a sua música favorita nos fones de ouvidos.
Antes de trocarmos ou comprarmos qualquer coisa, por mais "insignificante" que possa parecer, é importante pensarmos muito bem no que estamos fazendo. Vamos valorizar o dinheirinho e a sagrada mesada que ganhamos de nossos pais!
Consumir moderadamente é viver mais. Reflita ;)"
sexta-feira, 21 de maio de 2010
As duas maiores invenções do homem...
... segundo a Gabriela: a calça jeans e deus.
Insuperáveis, de acordo com ela. As duas invenções que mais conquistaram fãs!
Insuperáveis, de acordo com ela. As duas invenções que mais conquistaram fãs!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Novo logotipo.
A partir de hoje o blog conta com novo logotipo, de autoria de Gabriela Maia Lopes. Aos poucos reforma no blog inteiro.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O mar e a bromélia.
Fotos de Gabi Lopes.

Porque como a própria fotógrafa diz: "o mundo não é um grande polishop".

Porque como a própria fotógrafa diz: "o mundo não é um grande polishop".domingo, 29 de novembro de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Ética
De Gabriela Maia Lopes.
"Existem diversas realidades para um país tão subdesenvolvido como o Brasil. Tem pessoas que acham um certo tipo de alimento ruim e jogam-no fora; tem gente que não come há um mês. Tem gente que reclama que seu vídeo-game não é de última geração; tem gente que se contenta com um pedaço de papel para brincar. Tem gente que reclama que acorda muito cedo; e tem gente que não acorda!
O que podemos fazer para mudar essa situação? Votar em um político honesto? Como, se todos fazem mil e uma promessas, grande parte não cumpre e não somos videntes para poder distinguir o bom do mau governante?
Que tal protestando contra o preconceito, não só o racial, mas também o religioso, e os que julgam o cidadão pela aparência sem saber do caráter do mesmo?!
Com toda a minha convicção digo que grande parte dos brasileiros, hoje, não estariam desempregados, passando por necessidades, pedindo “uns trocadinhos” ou vendendo bolos e fazendo acrobacia nos sinaleiros se tais pessoas (citadas acima) não as julgassem pela aparência.
“A sociedade muda, quando os indivíduos que vivem nela mudam”. Bela frase que realmente poderia fazer as pessoas pensarem sobre suas atitudes (por mais insignificante que possa parecer), pois não afetam só a nós mesmos, afetam a todos que vivem nela. Uma boa mudança de ética e comportamento para alguns iria fazer uma sociedade mais justa para todos."
"Existem diversas realidades para um país tão subdesenvolvido como o Brasil. Tem pessoas que acham um certo tipo de alimento ruim e jogam-no fora; tem gente que não come há um mês. Tem gente que reclama que seu vídeo-game não é de última geração; tem gente que se contenta com um pedaço de papel para brincar. Tem gente que reclama que acorda muito cedo; e tem gente que não acorda!
O que podemos fazer para mudar essa situação? Votar em um político honesto? Como, se todos fazem mil e uma promessas, grande parte não cumpre e não somos videntes para poder distinguir o bom do mau governante?
Que tal protestando contra o preconceito, não só o racial, mas também o religioso, e os que julgam o cidadão pela aparência sem saber do caráter do mesmo?!
Com toda a minha convicção digo que grande parte dos brasileiros, hoje, não estariam desempregados, passando por necessidades, pedindo “uns trocadinhos” ou vendendo bolos e fazendo acrobacia nos sinaleiros se tais pessoas (citadas acima) não as julgassem pela aparência.
“A sociedade muda, quando os indivíduos que vivem nela mudam”. Bela frase que realmente poderia fazer as pessoas pensarem sobre suas atitudes (por mais insignificante que possa parecer), pois não afetam só a nós mesmos, afetam a todos que vivem nela. Uma boa mudança de ética e comportamento para alguns iria fazer uma sociedade mais justa para todos."
sábado, 18 de abril de 2009
Romero Britto
Sugestão de arte da Gabriela:

Nascido no Recife, Pernambuco, em 06 de outubro de 1963, no Brasil, Romero Britto, aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes. Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural, dando-lhe livros de arte para estudar. “Eu ficava sentado e copiava Tolouse e outros mestres dos livros, por dias e dias.“

Para saber mais sobre este artista que já deixou sua marca em diversos produtos muitas vezes utilizados em casa, de porta-copos a rótulos de vinho, acesse diretamente sua página, clicando aqui.

Nascido no Recife, Pernambuco, em 06 de outubro de 1963, no Brasil, Romero Britto, aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes. Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural, dando-lhe livros de arte para estudar. “Eu ficava sentado e copiava Tolouse e outros mestres dos livros, por dias e dias.“

Para saber mais sobre este artista que já deixou sua marca em diversos produtos muitas vezes utilizados em casa, de porta-copos a rótulos de vinho, acesse diretamente sua página, clicando aqui.
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